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| Em uniforme de inverno, no mês de dezembro de 1944, patrulha da FEB se prepara para incursão às linhas alemãs |
domingo, 31 de janeiro de 2021
"Veterano" da Força Expedicionára Brasileira
domingo, 24 de janeiro de 2021
Bússola de pulso Segunda Guerra.
Bússola de pulso da marca TAYLOR americana com caixa em baquelite muito usada pelos paraquedista americanos na Segunda Guerra Mundial. Está marca de bussola foi entregue a FEB.
(acervo O Resgate)
(clique na foto para ampliar)
domingo, 17 de janeiro de 2021
Uma rendição sem igual
domingo, 10 de janeiro de 2021
Telefone de campo americano/FEB.
Telefone de campo (EE8-B Field Phone) usado pela F.E.B.Os telefones de campo foram utilizados pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial.Eles substituíram sinais de bandeiras e o telégrafo como um meio eficiente de comunicação. O Telefone de Campo ( EE8-B Field Phone) foi usado pelo Estados Unidos antes e durante toda a Segunda Guerra Mundial e através da guerra do Vietnã. Ele foi alojado primeiramente em couro, em seguida lona grossa e sua última produção nylon. Telefones de campo são telefones móveis destinados a uso militar, projetado para resistir as condições de guerra.Eles podem extrair energia a partir de sua própria bateria ou a partir de uma central telefônica. O EE-8 Telefone de Campo foi padronizado em 1932 e aquisição começou em 1937, proporcionando uma unidade mais leve e funcional a tempo da grande mobilização dos militares dos EUA para a Segunda Guerra Mundial. Entre outras melhorias, o EE-8 aumentou a faixa máxima de transmissão do predecessor EE-5 por seis milhas ou mais. Telefone de Campo foi usado pela Força Expedicionária Brasileira na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.Os telefones portáteis era uma forma mais eficaz e eficiente para os comandantes e as tropas para manter contato no campo de batalha.Esse da foto é de lona grossa revestida por um produto para impermeabilizar, de fabricação de1944 .(acervo O Resgate FEB)
(Clique na foto para ampliar)
domingo, 3 de janeiro de 2021
‘O alto-falante anunciou: Attention. The war is over’
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| Rui Moreira Lima, brigadeiro e piloto |
domingo, 27 de dezembro de 2020
Quepe americano.
domingo, 20 de dezembro de 2020
Inauguração conjunto habitacional de casas populares para os ex combatentes da FEB
Atualmente se chama Rua Wilson Ferreira, nome do primeiro pracinha falecido na rua.
Estive nessa rua em visita em 2017, ainda vivos na ocasião 4 pracinhas, conversei com 2 veteranos, parentes ainda moram nas casas do conjunto.
O Resgate FEB
domingo, 13 de dezembro de 2020
Cantil alemão de 1940.
O cantil é sempre um grande achado da Segunda Guerra, datado de 1940, capa com algumas falhas no revestimento (feltro - fabricante W.L.A.40), alças de couro, caneca (fabricante C&C.W.40), gancho de alumínio para anexar ao equipamento de combate (fabricante Patent Ritter) e cantil ( W.A.L.40 - Welnnacht Feldflasche).
Cantil fazia parte do kit pessoal de um soldado, reparem que são vários fabricantes para montar o cantil.
( Acervo O Resgate FEB)
(Clique na foto para ampliar)
domingo, 6 de dezembro de 2020
Antônio Marraschi: História de um Praçinha Gonçalense
Participou das Batalhas de Monte Castelo, CaltelNuovo, Montese e outras. Era primo do herói Gonçalense Ciber Mendonça. Dentre muitas estórias contadas e vividas pelos pracinhas, relato aqui o salvamento de seu colega Maurício, que no pós-guerra tornaram-se compadres pois Maurício deu uma filha para Antônio Marraschi batizar.
A história começa quando Antônio Marraschi retornando a seu posto na linha brasileira, após travar combate com os tedescos, deu falta de seu amigo Maurício, e retornou até o local de batalha encontrando Maurício dentro de sua trincheira ferido gravemente por artilharia inimiga.
Marraschi carregou Maurício nas costas até a linha Brasileira, onde já tinham os responsáveis levado os feridos e retornado cumprindo a missão do dia,daí havendo recusa de levar Maurício ao Hospital de Campanha, Antônio sacou arma e colocou na cabeça do responsável pelo transporte e disse : Ou leva um ou levaremos dois feridos. Este relato demonstra a personalidade forte de Antônio Marraschi, um herói da FEB que nunca, assim como os outros pracinhas Brasileiros serão esquecidos por lutarem pela Liberdade derramando seu próprio sangue em terras distantes.
Antônio Marraschi, como muitos pracinhas da época era neto de Imigrantes Italianos, brasileiros que retornavam a terra de seus antepassados para libertá-la do domínio Nazi-facista de Hitler e Mussolini.
A Correspondência era difícil, censurada e com grave risco de não chegar, mas mesmo assim, não deixava de mandar notícias através de “O Globo Expedicionário” e de recebê-las também como na foto acima, e quando podia mandava um postal.
Retornando com os pracinhas Brasileiros, foram recebidos com festa pela população de São Gonçalo. Acolhido novamente ao seio familiar, casou-se com sua noiva que o esperara – Hilma, e juntos fundaram o Externato Hilmar, mistura de Hilma e Marraschi, um colégio tradicional da cidade que hoje é administrado por filhos do casal. Presidiu a Associação de Febianos de Niterói, em um período.
“Quantas terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá, sem que leve por divisa este V que simboliza a vitória que virá!” (Trecho da Canção do Expedicionário de Spartaco Rossi e Guilherme de Almeida).
Fotos : Acervo da Família Marraschi
Portal Guarda
O Resgate FEB
domingo, 29 de novembro de 2020
Distintivo do IV Grupo de Artilharia da FEB
(acervo O Resgate FEB)
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| Pintura feita por eles na Itália do emblema da artilharia , encontrei num trator M 5 usados por eles na Itália.O M5 encontra em Brasília. |
O Decreto-Lei 6.070-A, de 6 de dezembro de 1943, criou o Grupo do 1º Regimento de Artilharia Pesada Curta (I/1º RAPC) integrar a Força Expedicionária Brasileira na 2ª Guerra Mundial. A Unidade, que durante o conflito recebeu a designação de IV Grupo de Artilharia, se destacou por ser a tropa de mais alto calibre da Artilharia Brasileira em solo italiano.
O então IV Grupo foi o que mais cumpriu missões de tiro nas batalhas mais importantes da FEB: foram 51 missões em Monte Castelo (21 Fev), 60 missões em Castelnuovo (4 e 5 de Mar) e em Montese, apenas em 14 de abril, foram realizados 1348 tiros, ou seja, o Grupo Consumiu sozinho mais da metade do total de granadas lançadas pela FEB. Tal participação foi tão decisiva que a Unidade recebeu em 1978 a designação histórica de ‘‘Grupo Montese’’.
Atuou nos combates de La Serra, Santa Maria Villiava, Rocca Pitigliana e apoiou a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária na conquista de Soprassasso e Castelnuovo. Em 4 de abril de 1945, recebeu ordem para destruir importante ponte sobre o rio Panaro, o que foi feito pela 2ª Bateria de Obuses.
Participou na jornada de 14 de abril de 1945, que assinalou o início da última ofensiva aliada na Itália, apoiando a progressão do 11.º Regimento de Infantaria, o que contribuiu para o desmantelamento do sistema defensivo inimigo.
Para acelerar o cerco à 148.ª Divisão Alemã na bacia do rio Taro, recebeu a missão de deslocar-se para Collecchio-Fornovo. Não chegou a abrir fogo, mas suas viaturas foram usadas para o deslocamento do 6.º Regimento de Infantaria, em cujo posto de comando se deu a rendição daquela Divisão.
De volta ao Brasil, instalou-se novamente na Vila Militar do Rio de Janeiro. Nos anos 1970, recebeu sua denominação atual de 11.º Grupo de Artilharia de Campanha.
Pesquisa: Wikipédia
domingo, 22 de novembro de 2020
Thunderbolt depenado.
P-47 depenado!
domingo, 15 de novembro de 2020
Máscara alemã contra gás.
Máscara alemã, M 38 contra gás e recipiente original da Wehrmacht da Segunda Guerra Mundial, datado de 1944. Falta as alças de transporte e tem a marca do fabricante com 3 letras e a data 44. Pintura original. (acervo O Resgate FEB)
(Clique na foto para ampliar)





































