domingo, 26 de julho de 2020

Barrete americano da Segunda Guerra

Lindo barrete com tres miniaturas das medalhas americanas da Segunda Guerra.


Medalha do Serviço da Defesa. (esquerda)
Instituída em 28 de Junho de 1941 para o Serviço Militar durante o período emergencial proclamado pelo Presidente Roosevelt em 8 de setembro de 1939 ou durante o período não limitado de 27 de maio de 1941 a 7 de dezembro de 1941. Medalha do Serviço de Defesa da América indica que o condecorado serviu fora do continente americano após a entrada dos EUA na guerra.
American Campaign Medal da Segunda Guerra Mundial, foi instituída em 1942 e concedida por serviços de 7 de dezembro de 1941 a 2 de março de 1946.(centro)
Medalha de Campanha Europa / Africa.(direita)
Medalha instituída em 1942, que engrandecia todos os membros das Forças Armadas Americanas que serviram no Teatro de Operações Europeu entre 7 de dezembro de 1941 e 8 de novembro de 1945.
O dispositivo Arrowhead é uma ponta de flecha de bronze em miniatura que pode ser usadas nas fitas das medalhas, seu uso e para indicar a participação em desembarque de assalto anfíbio ou salto de pára quedas de combate.
Uma estrela de serviço é uma estrela de cinco pontas em miniatura de bronze ou prata autorizada a ser usadas nas fitas para indicar o período de serviço. A estrela de serviço também pode ser referida como estrela de campanha ou estrela de batalha.
(acervo O Resgate FEB)

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Expedicionário Aristides Ferreira Alves

Pracinha da Força Expedicionária Brasileira Aristides Ferreira Alves, nascido em 1920. Assim como a grande maioria de nossos expedicionários, erram de origem humilde, filho de agricultores produtores de erva-mate do interior do município de Lapa no Paraná.Estava servindo no quartel da Lapa desde 1942 e conforme relata em suas cartas estava com muitas dificuldades de dar baixa do quartel em 1944, devido ao fato do governo já estar enviando os primeiros escalões para Itália.
Embarcou para Itália no 4º escalão em 23 de novembro de 1944, a bordo do navio General Meigs.
Fez parte do 11º RI, participou do teatro de operações no período de 22 de fevereiro a 4 de setembro de 1945. Faleceu em 15 de setembro de 1990.

Matéria e fotos enviada pela neta do pracinha Aristides, Carine Martins.
O Resgate FEB
Preciosidades históricas do pracinha Aristides.
Aristides com amigos, o primeiro da direita.

 A  direita raro cartão de Natal, entregue aos soldados no Natal de 1944.
Encontro de veteranos na década de 80, Aristides o de boina de veterano.

Fotos e documentos de grande valor histórico e pesquisas.
Muito obrigado Carine Martins por compartilhar.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

ANVFEB - Porto Alegre.

Dois modelos antigos de chaveiros da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Porto Alegre (RGS).
Com o emblema do V Exército norte-americano, onde lutaram juntos na Itália.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 29 de junho de 2020

The Italy Star

Medalha  Campanha  Inglesa para o Teatro de Operações da Itália,  aliado da FEB, na Itália.
A Italy Star era uma medalha de campanha da Commonwealth Britânica, concedida por serviço durante a II Guerra Mundial. A Medalha era concedida por operações em terra na Itália, Grécia, Iugoslávia, Pantelleria, área do Egeu e Ilhas Dodecanese e Elba durante 11 de Junho de 1943 e 8 de Maio de 1945. Outras áreas foram qualificadas em períodos específicos: Sicília (11 de Junho de 1943 a 17 de Agosto de 1943), Sardenha (11 de Junho de 1943 a 19 de Setembro de 1943), Córsega (11 de Junho de 1943 a 4 de Outubro de 1943).
Medalha fabricada em metal não magnético com acabamento em bronze, original de epoca.
(acervo O Resgate FEB)

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Pracinha de Montese

Nas fotos, a descoberta e o enterro do "Pracinha de Montese", último soldado brasileiro encontrado nos campos de batalha da FEB, em 1967. Hoje os restos mortais estão no Monumento Votivo de Pistóia, como o soldado desconhecido. 
No livro “Nós estivemos lá”, de José Dequech, 1994, ele diz que o soldado desconhecido é o cabo Fredolino Chimango, da 7ª Cia do 11° Regimento de Infantaria, o único homem do 11º Regimento que não foi identificado após o ataque a Montese. Se de fato for ele, a morte teria se dado, segundo o autor, quando ele atirava com uma metralhadora e já havia silenciado uma casamata, momento em que a artilharia alemã o teria pego em cheio. Lima Brayner, no livro “Luzes sobre Memórias", confirmava bem antes a mesma história.
Em 2010, parentes de Chimango chegaram a publicar reclamações no jornal Estadão, onde uma sobrinha neta dele cobrava exames de DNA. A mesma reportagem dava conta que:
“(...) o soldado desconhecido só foi encontrado em 10 de maio de 1967, quando um idoso da cidade de Montese compareceu a uma solenidade militar brasileira e disse que sabia onde estava o corpo. O italiano disse aos militares que, durante uma batalha na cidade de Montese, encontrou um soldado brasileiro morto na mata. Como passava por dificuldades por causa da guerra, roubou-lhe as botas e o relógio e depois o enterrou com a ajuda do pai, em meio a escombros, naquela cidade. A ossada encontrada sob um monte de entulho tinha vestígios de fardamento brasileiro, mas não estava com as plaquetas de identificação dos soldados e nem portava documentos”.
O subtenente Miguel Pereira, o militar que aparece em muitas dessas fotos, que era o guardião do Cemitério Brasileiro em Pistóia, foi quem se empenhou em dar uma última morada digna ao falecido.
Sem DNA, porém com muitos indícios, o túmulo de Pistóia continua a guardar o soldado desconhecido.


Fotos da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército. 

 Matéria: V de Vitoria














(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Cartão filatélico em homenagem a Força Aérea Brasileira

Cartão filatélico em homenagem a Força Aérea Brasileira pelo realização do Segundo Congresso Brasileiro de Aeronautica em junho de 1948 com o selo em homenagem a Senta a Pua.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 8 de junho de 2020

2º Grupo de Caça da FAB lutaria no Pacífico contra o Japão

Caças P-40 da FAB em Natal
A atuação do 1 Grupo de Caça na Itália, com seus Republic P-47D sob o comando de Nero Moura, é conhecida por todos e, com muita razão, motivo de orgulho para a Força Aérea Brasileira e para os brasileiros. Seus feitos surpreenderam até os aliados, já calejados com 5 anos de guerra total.
Mas, o que poucos sabem é que um outro crupo de caça estava sendo preparado e treinado. Era o 2º Grupo de Caça que, equipado com Curtiss P-40N, seria enviado para o Teatro de Operações do Pacífico.
O Grupo foi equipado e seus pilotos reunidos na Base Aérea de Santa Cruz, onde os pilotos e equipes de terra iniciaram os treinamentos. Seus pilotos ficaram conhecidos como “Os 33 do Pacífico” !
Mas, antes que pudessem embarcar para aquele teatro de operações, a guerra terminaria.
Nas fotos abaixo, embora de baixa qualidade, de uma reportagem de O Cruzeiro de julho de 1945, podemos ver algo sobre os “33 do Pacífico”.
(clique na foto para ampliar)
Matéria:
Saite Poder Aéreo
Por Jose de Alvarenga