segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Os pracinhas feridos no Hospital La Garde.

Matéria super interessante sobre os pracinhas feridos e enviados para o Hospital La Garde do exercito americano, localizado em Nova Orleans no Estado de Luisiana, onde vieram do front  italiano os primeiros brasileiros feridos.Tendo os mesmos procedimentos de reabilitação dos americanos.Na Itália rebebem os cuidados dos médicos e enfermeiras da FEB, os feridos graves brasileiros e americanos,  são transportados em navios hospitais para os Estados Unidos para o devidos tratamentos.Logo que os soldados se encontram em condições de poderem sair, recebem passes que lhe permitem sair do posto e ir ao centro da cidade de Nova Orleans.No próprio hospital são organizadas diversões para os veteranos para breve recuperação e reabilitação.
Matéria completa com muitas fotos dos pracinhas em tratamento.
Matéria da revista  americana EM GUARDA, ano 4, numero 6 de 1945.
Acervo O Resgate FEB.
Matéria completa

Fotos raras dos pracinhas no hospital americano.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Antiga flamula.

Antiga flamula em homenagem ao Monumento Nacional aos Mortos na Segunda Guerra Mundial.
(Acervo O Resgate FEB)
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domingo, 11 de agosto de 2019

Edmundo Trench. Combatente da Força Expedicionária Brasileira na Itália


Edmundo Trench. Combatente da Força Expedicionária Brasileira na Itália, Segunda Guerra Mundial. Integrante do 1º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria e membro da Companhia de Petrechos Pesados (CPPI), encarregado do uso de metralhadoras pesadas, de calibre ponto 50 e morteiros de 81 milímetros, sob o comando do Coronel de Infantaria Delmiro Pereira de Andrade. 
Nasceu em Avaré, São Paulo, em 06 de fevereiro de 1919. Em 1941, aos 22 anos, após alistamento para o serviço militar, foi convocado pelo Exército Brasileiro e em dezembro do mesmo ano, incorporado ao 3º Batalhão do 4º Regimento de Infantaria, 2ª Divisão do Exército, no Parque D. Pedro II, em São Paulo. 
Antes do embarque para a Itália, com um amigo em São Paulo
Em julho de 1942, esse grupamento teve sua denominação alterada para 38º Batalhão de Caçadores. Em setembro de 1944, foi incorporado à FEB e transferido para o Depósito de Pessoal da mesma, na Vila Militar no Rio de Janeiro, ficando à disposição para o envio à Itália, para integrar-se à 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ªDIE), 4º Corpo de Exército Americano, um dos braços do V Exército Americano. 
Com amigos ainda em São Paulo
O embarque ocorreu em 23 de novembro de 1944, no Porto do Rio de Janeiro, no navio-transporte, o transatlântico de guerra USS General M.C. Meigs, comboiado por três belonaves (dois destroyers e um caça-minas) e um dirigível, compondo o 4º escalão do contingente da FEB, com 4.691 homens. 
Com os colegas de combate
Ele esteve seu batismo de fogo em 06 de fevereiro de 1945, dia de seu aniversário. Lutou em Monte Castelo (La Serra) e Montese. Voltou ao Brasil em 17 de setembro de 1945. Foi indicado para receber a medalha de broze (Bronze Star) dos Estados Unidos, mas por motivos até hoje desconhecidos, a honraria nunca foi dada. Foi elogiado pelo comandante por fazer com que a Companhia “tivesse sempre as suas linhas de telefonia em perfeita condição”. "Durante toda a campanha desenvolveu o máximo de esforços para que a Cia. tivesse sempre as suas linhas de telefonia em perfeita condição. Foi superior ao tempo ingrato, venceu o terreno difícil e corajosamente afrontou os bombardeios inimigos. É um verdadeiro soldado!", diz trecho da folha de alterações assinada pelo comandante dele.
De volta à cidade natal, dedicou-se a cuidar do sítio que lhe coube como herança, na Fazenda Água da Onça, em Avaré. Conheceu a esposa, professora Zilda Nogueira de Freitas Trench, com quem se casou em dezembro de 1946. 
Manuseando a ponto 50
Do casamento nasceram Maria Olívia de Freitas Trench Espíndola e Maria Olympia de Freitas Trench Sestari. Teve ainda três netas e quatro bisnetos.
Com os combatentes na Itália
Depois da guerra trabalhou no entreposto da Cagesp, depois Ceagesp, em Avaré, onde se aposentou em cargo de chefia. Não dependeu de proventos nem aposentadoria do Exército. Foi-lhe outorgada a Medalha de Campanha por ter participado de operações de guerra. Faleceu em 13 de junho de 2011 aos 92 anos de idade.
Pierina, uma partigiana da Resistência com quem ele teve um romance nos dias de guerra.
Transcrição de trecho da Ficha de Alteração de Edmundo Trench, 11 RI, CPPI.FEB

" A 16 de julho foi desligado do V Exército de Estado Americano. A 16, foi elogiado pelo Capitão Comandante de Cia. nos seguintes termos: " Durante toda a Campanha desenvolveu o máximo de esforços para que a Cia. tivesse sempre as suas linhas de telefonia em perfeita condição. Foi superior ao tempo ingrato, venceu o terreno difícil e corajosamente afrontou os bombardeios inimigos. É um verdadeiro soldado. Agosto: A 1º foi indicado para ser condecorado com a Medalha Americana " Estrela de Bronze pelo serviço de mérito em combate. A 16, ficou sem efeito o seu desligamento do V Exército Americano.
Ficha de alterações com elogios e recomendações de medalha (Bronze Star), a qual nunca chegou..


Fotos de família: com o depoimento de Maria Olívia de Freitas Trench Espíndola, filha do Expedicionário da FEB Edmundo Trench, de Avaré/SP.
O Resgate FEB

domingo, 21 de julho de 2019

MEDALHA MAJOR ELZA CANSANÇÃO MEDEIROS – FEB

Um das raras medalhas onde as enfermeiras são homenageadas.
 Medalha Major Elza Cansanção Medeiros, criada pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz em homenagem a Enfermeira da FEB.
Destina-se a premiar e reverenciar o culto aos nobres atributos daqueles que tenham praticado ações meritórias, enaltecedoras do nome da pátria brasileira, em sinal de reconhecimento aos valores militares, espírito de civismo, preservação da memória e serviços prestados.
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 14 de julho de 2019

Fotos do acidente no translado com o avião com os retos mortais dos pracinhas

Mais fotos do acidente no translado com o avião em que Cordeiro de Farias trazia para o Brasil os restos mortais dos pracinhas sepultados em Pistoia-Itália.
Fonte:
CPDOC/FGV.


Acidente
Nos meados de 1960 quando uma comissão liderada pelo General Cordeiro de Farias para repatriar os restos mortais de nossos pracinhas então enterrados no cemitério de Pistóia – Itália. Na viagem para o Brasil seria feito uma escala em Lisboa-Portugal, mas um grave acidente com um dos três aviões fez com que a comissão tivesse um atraso. Esse acidente foi justamente no avião onde estava o viajando o General Cordeiro de Farias.Segundo relatos do General o piloto errou ao pousar, o avião derrapou pela pista rodando pela pista, perdeu uma asa e incendiou, o General estava na avião com mais dois soldados, ele se lembra de ter muita fumaça no interior da aeronave e algumas explosões em seu interior e do lado de fora também, relata o General que em instinto de se salvar, viu uma clareira na parte de traz do avião, para chegar a única alternativa era passar por cima das urnas onde estavam os restos mortais dos pracinhas, ele o fez rastejando até chegar ao outro lado e saindo da aeronave, conta também no relato que não lembra de como desceu  e nem onde estava os amigos que o acompanhavam. Quando chegou fora o General viu seu amigo Edmundo da Costa Neves que já tinha saído, já o outro pracinha já estava no hospital.O General teve que entrar em contato com o governo brasileiro para pedir um novo avião para terminar a viagem e seguir com os corpos para o Brasil onde foi feita solenidade no dia 22 de dezembro de 1960.
Fonte:
Meio Século de Combate – Diálogo com Cordeiro de Farias – Aspásia Camargo / Walder de Góes

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Lembrança da inauguração

Antiga xícara de café da inauguração do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial no Rio de Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Ten. Manoel Genito do Carmo

Não podemos deixar de mencionar os extraordinários acontecimentos que se passaram com o Ten. Manoel Genito do Carmo, comandante do 2º Pelotão da 7ª Cia., do 1º RI, durante o ataque ao Monte Castelo, no dia 12 de dezembro. A marcha para a base de partida do ataque foi iniciada às três horas da madrugada, na mais completa escuridão, com chuva e frio, num terreno lamacento. Para seus homens não se desgarrarem, o Ten. Genito ligou todos por meio de uma corda e marchou à frente, orientando-se pela bússola fosforescente. Às sete e trinta o Pelotão se achava à frente do primeiro objetivo, o Monte Fornelo, trezentos metros aquém do Monte Castelo e pouco adiante de Cá Vitelline. Às oito horas, quando o Pelotão penetrou num campo limpo, preparado para cultura, a cerração, que antes era densa dissipou-se ràpidamente. Os atacantes são apanhados pelas vistas de Fornelo, em pleno descampado. O Ten. Genito dá ordem para seus homens atravessarem o campo, já sob forte tiroteio inimigo, e se abrigarem no terreno pedregoso à frente. De Cá Vitelline também partem tiros de metralhadoras, ficando assim o pelotão entre dois fogos. A situação era desesperadora. O soldado Toledo Dias, especialista em tiros com luneta, embora ferido, consegue acertar um metralhador alemão, calando assim uma "lourdinha", em Cá Vitelline. Outras armas automáticas porém continuam a castigar o terreno, impedindo a progressão. Vários homens feridos pediam socorro. O Ten. Genito a custo reúne os Sargentos Aires da Silva Dias e João Batista Ferreira, comandantes dos grupos, e determina: "Estamos no fogo e dele vamos sair queimados; não devemos morrer encurralados, sem demonstrar nossa ação. O Sarg. Aires vai deslocar seu grupo um pouco para a esquerda, sobre aquele ponto do terreno e bater com sua metralhadora o inimigo de Cá Vítelline. O Sarg. Ferreira coloca sua arma um pouco à frente e bate a posição de Fornelo, para onde vou pedir fogos de morteiros. Recebida a ordem, o Sarg. Aires prontamente se desloca para cumprir sua missão. O Sarg. Ferreira, mais afoito, quer avançar sobre Fornelo e propõe: "Tenente, meu desejo é avançar sobre a posição de Fornelo e, se eu conseguir chegar até lá, eles vão ter um leão pela frente". O Ten. Genito procura conter a impetuosidade do Sarg. Ferreira, aconselhando-o a esperar os tiros de morteiro, antes de assaltar. Pelo aparelho portátil de rádio pede ao Comte. de Cia. tiros sobre Fornelo. Ao terminar a comunicação uma bala de metralhadora estilhaça o fone, junto à sua boca, Inutilizando o aparelho, sem feri-lo. O Sargento Aires é apanhado por uma rajada de metralhadora e morre poucos metros adiante. Seu metralhador também atingido, fica no local, gravemente ferido. O Ten. Genito rasteja até o telefone, que se achava próximo e tenta de novo se comunicar com seu Cmte. de Cia. O soldado telefonista, ao passar-lhe o fone, é mortalmente atingido. O Sarg. Ferreira, diante da situação cada vez mais aflitiva, grita para o Ten. Genito: "Tenente, meus soldados estão morrendo e eu vou avançar sobre Fornelo, vou pegar à unha os bandidos!" Reúne seus homens ainda em condições de prosseguirem e avança, para cair ferido uns trinta metros adiante. O soldado metralhador Álvaro Gomes Santiago Sobrinho, um dos mais arrojados, cai morto ao lado do Sargento Ferreira. O Ten. Genito liga-se pelo telefone com o Cmte. de Cia., conta-lhe o que se passa, pede-lhe socorro para retirar seus homens e tenta mais uma vez localizar as metralhadoras, para orientar os tiros de morteiro. Neste momento recebe um tiro de fuzil que lhe atravessa de lado a lado o capacete de aço, produzindo profundo ferimento no couro cabeludo, sem entretanto atingir a parte óssea. Com a pancada violenta da bala e com o sangue a escorrer pela face, Genito nada mais vê e procura apenas se abrigar. Para isso resolve sair dali, dando ràpidamente dois lances para a esquerda e nesse momento é de novo atingido por uma rajada de metralhadora, que lhe rasga o uniforme, sem feri-lo, entretanto. Após várias peripécias consegue sair da zona de combate, sendo socorrido por uma família italiana, donde foi encaminhado ao Posto de Socorro do Regimento Sampaio e daí para o Hospital de Evacuação de Pistóia, onde foi operado. Recuperou-se em poucos dias e voltou ao seu Regimento, onde prosseguiu até o fim da campanha. A história do Ten. Genito do Carmo, esse valente paraense, que milagrosamente escapou vivo daquele inferno de fogo, que foi o ataque ao Monte Castelo, em 12 de dezembro, e a de seus heróicos companheiros, dizem bem do valor guerreiro de nossa gente. Foram homens dessa têmpera, que depois de feridos continuavam a lutar com mais denodo e, depois de exaustos, ainda faziam um derradeiro esforço, até serem ceifados pela morte; cuja serenidade e sangue frio não se perturbavam diante dos estrondos do canhoneio; homens que disputavam um lugar na vanguarda e partiam satisfeitos para desafiar o inimigo em suas tocas; foram homens dessa fibra que dobraram a resistência alemã e contribuíram de modo decisivo para a conquista da vitória aliada. Se numa guerra são indispensáveis os recursos materiais, entretanto é inegável que o elemento humano continua a ser o fator predominante. A mecanização dos meios de combate não chegou ainda a prescindir das qualidades morais do homem. A metralhadora mais moderna de nada vale se não tiver um pulso para manejá-la e uma vontade para dirigi-la. Após os grandes bombardeios de aviação e de artilharia, são ainda a coragem e a tenacidade que vencem no terreno. E felizmente essas qualidades morais não faltaram aos nossos homens, como vimos nas citações acima. O Brasil pode orgulhar-se dos filhos que o representaram no grande conflito mundial, lutando nos campos de batalha europeus. Eles se mostraram dignos herdeiros de seu passado militar e acrescentaram novas glórias à História de nossa Pátria.
Fonte: A Epopéia dos Apeninos - José de Oliveira Ramos
História da FEB ORG (Thiago Scherer)


domingo, 23 de junho de 2019

Homenagem da FEB a Santos Dumont

Antigo chaveiro da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Juiz de Fora (MG) em homenagem ao centenário do Santos Dumont em 1973.
(acervo O Resgate FEB)

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domingo, 16 de junho de 2019

Carta contando para a mãe do Sargento Max Wolf Filho sobre a morte dele em combate.

Carta enviada pelo Comandante da Infantaria da FEB, Zenóbio da Costa, contando para a mãe do Sargento Max Wolf Filho sobre a morte dele em combate.
Diz o texto:
Alessandria, Itália, 26 de Maio de 1945
Ilma. Senhora Etelvina Wolff
Respeitosos cumprimentos
Acabo de receber o vosso telegrama em que me solicitais informações sobre seu filho, Segundo Sargento Max Wolff.
É, verdadeiramente contristado, que vos participo que o vosso filho, quase ao terminar a guerra, tombou como um verdadeiro bravo em defesa do nosso querido Brasil.
Podeis, dele, vos orgulhar. Ninguém o ultrapassou em lealdade, desprendimento, destemor e espírito de sacrifício. Pedia, a miúde, para ser incluído nas patrulhas que, altas horas da noite, iam em busca do contato com o inimigo. Portou-se, sempre, como um verdadeiro soldado. Nada o demovia do cumprimento do dever: nem o frio inclemente, nem o inimigo rancoroso e destemido. Dentre as Citações de Combate, conferida a vários Oficiais e Praças, a sua se projetará na história da nossa Pátria.
Apresentando-vos ,pois, em meu nome e da Infantaria Expedicionária, as nossas sinceras condolências, eu vos afirmo que o vosso pranteado filho, à semelhança dos Pinheiros de vossa Terra Natal, viveu, pelas suas qualidades morais, sempre na vertical e caiu deixando um vazio cheio de saudades entre os componentes da Força Expedicionária Brasileira.

General Euclydes Zenóbio da Costa
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Foto: Wikipedia
V da Vitória

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Lembrança do Memorial aos pracinhas no Rio De Janeiro

Raro chaveiro antigo de 1960,  lembrança do Memorial Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Cabo Edson Dias Soares

Edson Dias Soares nasceu em 23 e fevereiro de 1919, em São João de Vila  Nova distrito da Vitória da Conquista, no estado da Bahia.Primeiro dentre os vinte e um filhos de Laurinha Rosa Soares e de Rozel Dias Soares. No vilarejo de origem, Edson cursou o ensino elementar e de lá permaneceu até o começo de sua juventude. Em 1941 ingressou como voluntário no Exército da capital do estado (Salvador), Décimo Nono Batalhão de Caçadores, situado no bairro Cabula.
Embarcou para Itália em 20 de novembro de 1944 .Com o título de" Acontecimentos durante a viagem do Rio a Itália do Cabo Edson", o do soldado Edson Dias Soares, apreciador de literatura e afeito a atividade de escrita, redigiu um diário registrando os acontecimentos, desde a saída da Bahia e o embarque par a Itália, a rotina nos campos de batalha italianos, durante os nove meses de combate até seu retorno ao Brasil.O Soldado Edson Dias Soares, além de enviar regularmente telegramas para seu pai, escreveu também cartas a familiares e amigos, descrevendo sua vida nos campos de batalhas.
Foi instrutor de tiros e ensinava sobre ataques e defesas, o manejo correto de maquinas e instrumentos de destruição e morte. Retornando para o Brasil no quarto escalão sob o comando de Cel Delmiro Perreira Andrade, efetivo de 5.342 expedicionários no navio americano General Mann as 6 horas do dia 4 de setembro de 1945.
Para o soldado baiano Edson Dias Soares, a prática de escrita se converteu numa forma de tornar suportável as tensões vividas no campo de batalha.

Cabo Edson Dias Soares segurando morteiros nas mãos.
Cabo Edson o quarto da esquerda para direita com colegas na Itália.
 Diário da Segunda Guerra Mundial escrito por Edson Dias Soares na Itália.
Presente do amigo Antônio Ernesto Viana Soares, filho do Cabo Edson Dias Soares, um belo livro que recomendo a todos apreciadores de uma boa leitura e admiradores da Força Expedicionária Brasileira.
Fotos: Arquivo da família.
(O Resgate FEB)


domingo, 26 de maio de 2019

MEDALHA MONUMENTO AOS MORTOS DA II GUERRA MUNDIAL FEB – 1960


Medalha de 1960 do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, que marca a chegada dos corpos trasladados do Cemitério de Pistoia na Itália. Apresenta a inscrição: “Construído no governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Em bronze. Cunhada na Casa da Moeda. 
(acervo O Resgate FEB)
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