segunda-feira, 30 de maio de 2022

 Linda caneca do 49 aniversário da Associação dos Ex Combatentes da FEB, seção São Paulo. 

(Acervo O Resgate FEB)

(Clique na foto para ampliar)

terça-feira, 24 de maio de 2022

Artilheiro Cabo Walter Martins Costa

Cabo Walter Martins Costa pertenceu ao II/1R.OAu.R (Primeiro Regimento de Obuses Auto Rebocados) no teatro de operações na Itália durante a Segunda Guerra. 
Identificação !G.259.306, embarcou em 8 de dezembro de 1944 e retornou 6 de julho de 1945.
Matéria no Jornal sobre sua participação como expedicionário.
Diploma  da Medalha de Campanha
Certificado de Reservista de veterano da FEB.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Pim de lapela da vitoria.

Interessante alfinete de lapela em comemoração ao dia da Vitória com helice de avião.

(acervo O Resgate FEB)

(clique na foto para ampliar)


segunda-feira, 9 de maio de 2022

Homenagem ao Expedicionário Severino Gomes de Souza - F.E.B

"Severino Gomes de Souza nasceu aos 5 de agosto de 1924 no município de Baixa Verde (atual João Câmara) – estado do Rio Grande do Norte.  Depois de um breve período em Macaíba, mudou-se para Natal e estudou no tradicional colégio Atheneu. Curiosamente o Atheneu ficava vizinho a um batalhão do exército onde, segundo ele, “fez somente pular o muro e se apresentou às forças armadas” no ano de 1941. Logo promovido à cabo e subsequentemente à terceiro sargento, acompanhou bem de perto o frisson do desenrolar na Guerra na cidade que possuía Parnamirim Field – maior base aérea militar americana fora dos Estados Unidos. Souza pôde patrulhar algumas praias natalenses quando veio o rompimento das relações do Brasil com os países do Eixo. Souza voluntariou-se à fazer parte da Força Expedicionária Brasileira com veemência patriótica. Nascia ali um dos grandes combatentes que a FEB pode assistir."

Embarcou para a Itália no dia 22 de setembro de 1944. Tais como são os relatos de outros febianos, a imagem que viu o assombrou no porto de Nápoles, mas algo dentro daquele jovem o movia mais forte que a “paura” que invadia. Esteve presente na tentativa frustrada ao ataque de Monte Castelo dia 29/11/1944 na ocasião de seu batismo de fogo. Dia este que guarda histórias incrivelmente traumáticas. Atuou firmemente na linha de frente de infantaria no dia da grande vitória da FEB, a tomada de Monte Castelo em 21/02/1945.

Tendo passado breve período no Rio Grande do Sul, transferiu-se para o Recife onde passara mais de cinquenta anos, quando enfim retornara para o Rio Grande do Norte, onde vive atualmente como capitão reformado do exército. Desde muito menino demonstrou grande interesse pelos livros e incrível habilidade na articulação das palavras, sendo posteriormente exímio palestrante no âmbito militar e civil.
Colaborador: Luiz Gustavo – Baixista e vocalista da Banda Mr.Music; estudante de História Licenciatura.
Portal FEB

terça-feira, 3 de maio de 2022

IV Centenário do Rio Rio de Janeiro.

 Rara caixa de fosforo de propaganda em comemoração ao IV centenário do Rio de Janeiro em 1965. Com o tema o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial. 

(acervo O Resgate FEB)




(clicle na foto para ampliar)

terça-feira, 26 de abril de 2022

Expedicionário José Vieira.

 Ex-combatente da Segunda Guerra Mundial 1945 Itália. Um menino do interior na Segunda Guerra Mundial José Vieira, filho de João Vieira e de Ester de Almeida Vieira, nascido em 6 de julho de 1923 na pequena cidade do interior, do Estado de São Paulo, Pereiras. Foi incorporado no 5º batalhão de caçadores, na primeira companhia como voluntário ( soldado) em 1941, na cidade de Itapetininga São Paulo, em maio do mesmo ano foi promovido a cabo número 949, pelo esforço desenvolvido nas Instruções e diversos Méritos conseguidos. Em outubro foi elogiado pelo Capitão Orestes Cavalcante, por destacar na instruções de tiro, alcançando a classificação de primeira classe. Em 1943 Foi transferido para o 6º Regimento de infantaria, e foi promovido para Terceiro Sargento número 1258. Depois de um ano foi transferido para Santos 14 de janeiro de 1944. Em março deslocou-se ao 9º batalhão fluente, em composição especial do E.F.C.B Da cidade de Pindamonhangaba para capital fazendo parte das forças expedicionárias brasileiras. Em Julho foi embarcado R.I , Navio de transportation servisse, O mesmo foi deslocado para o Rio de Janeiro, dia 2 de julho de 1944, fazendo parte da FEB, 27 dezembro desembarcou em Nápoles na Itália Lutou e perseguiu os inimigos nas vizinhanças, passando por Monte Castelo, 21 de Fevereiro 1945, Montese 14/04/1945. Com seus comandantes e Generais e coronéis em contato das tropas brasileiras com os inimigos Alemães na Itália. O dia da vitória foi 8 de maio de 1945. O retorno para o Brasil foi no navio General M.C Meikes, chegando em 18 de julho, no Porto do Rio de Janeiro, com desfile na chegada indo em seguida para Vila Militar, composição especial EFCB no quartel. Dia 28 seguiu para São Paulo para sua formatura e regressar para Caçapava SP. Embarcaram para São Paulo na estação da Luz no dia 30 de agosto. A Guerra Começou no dia primeiro de setembro de 1939 e terminou dia 8 de maio de 1945 Dia da Vitória. 1964 depois que ficou um período morando em São Paulo retornou para Laranjal Paulista reformado e aposentado 1º Tenente do exército brasileiro foi casado e teve três filhas. O seu falecimento foi em 2 de março de 2001 com 78 anos na cidade de Laranjal Paulista interior de São Paulo. Texto escrito por seu sobrinho Carlos Vieira Júnior As datas marcadas acima são do livros de guerra que ele marcou. Uma de suas histórias de guerra que deixou marcado, pelo seu tempo de quartel fez uma grande amizade, em uma noite de muito frio na Itália, Se encontrava deitado,em uma trincheira para se esquentar do frio, quando chamou o seu melhor amigo, para estar junto ao seu lado, depois de passar algumas horas o seu amigo Resolveu retornar o seu posto,quando o mesmo foi atingido por uma granada e veio a Falecer. Com Lágrimas nos olhos ele sempre contou a história que perdeu um grande amigo na Segunda Guerra Mundial.






(Clique na foto para ampliar)

terça-feira, 19 de abril de 2022

Flamula Regimento Ipiranga

Antiga flamula do Regimento Ipiranga.

Provavemente da cidade de Mogi das Cruzes (SP)

(Acervo o Resgate FEB)


(Clique na foto para ampliar)

terça-feira, 12 de abril de 2022

Assinatura do contrato do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra.


A foto dos arquitetos na ocasião da assinatura do contrato com Ten Cel Valmiki Erichsen no gabinete do Mal Mascarenhas de Morais em 27 de novembro de 1957 no Rio de Janeiro.
O Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, localiza-se no Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.
O monumento foi projetado pelos arquitetos Marcos Konder Neto e Hélio Ribas, vencedores de um concurso nacional, tendo sido inaugurado em 1960.
Abriga e homenageia os restos mortais dos militares brasileiros que haviam sido depositados no Cemitério de Pistoia, na Itália durante o conflito.



Foto Henrique Moura

terça-feira, 5 de abril de 2022

Medalhas antigas de associações.

Duas antigas medalhas da FEB, Brasil Expedicionário e Associação Nacional dos Ex Combatentes seção São Paulo. 

(acervo O Resgate FEB)



(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 28 de março de 2022

Socorristas na Segunda Guerra


Um breve relato.
Sempre que falamos sobre a segunda guerra mundial, o que vem a ideia são os
combates sangrentos, tiros das armas, explosões e muita morte. No meio disso tudo,
existe um grupo de soldados desarmados, carregando esperança para os feridos e
moribundos. Soldados cidadãos que estavam juntos nos combates. Presenciaram toda
crueldade da guerra e tiveram os mesmos dissabores de muitas vezes terem amigos e
companheiros mortos em suas mãos.
A ideia do resgate ainda no meio do fogo cruzado vem de longe, data do ano de 1492,
iniciada pelos espanhóis e mouros, onde as doenças adquiridas matavam mais do que
armas, e as drogas utilizadas, faziam mais mal do que o bem.
A primeira convenção de Genebra em 1864 determinou algumas regras e cuidados
que deveriam ser oferecidos aos militares feridos de qualquer exercito. Desde aquela
data, ambulâncias e hospitais que tinham a cruz vermelha, não podiam ser atacados.
Esta regra também valia aos médicos, enfermeiros, padioleiros e todo pessoal
envolvido no socorro aos feridos. Eles usavam braçadeiras e marcavam seus
capacetes, normalmente com uma cruz vermelha sobre um circulo branco. Na
segunda guerra mundial, o avanço da medicina de guerra foi espetacular.
A FEB, Força Expedicionária Brasileira, mandou para Itália o 1* batalhão de saúde,
que fora criado em dezembro de 1943.
No geral, era formada por um pelotão de padioleiro, um pelotão de posto de socorro e
um pelotão de ambulâncias.
Os soldados do 1* batalhão de saúde não são muito lembrados, mas para os
combatentes, nunca serão esquecidos. Eles atendiam feridos brasileiros, americanos,
civis italianos e mesmo o soldado alemão. Tinham o respeito por parte de todos os
seus companheiros, faziam parte de todas as operações de combate, viam e viviam a
morte de muito perto.
Prestavam os primeiros socorros ainda no calor da batalha, combatendo
sangramentos, aplicando garrotes, imobilizações, morfina, plasma e os mais variados
cuidados aos feridos. Também tinham a missão de evacuar as vitimas usando a
padiola, maca militar dobrável de lona, vindo daí o nome como eram conhecidos,
padioleiros. Encaminhavam as vitimas ate jipes ambulância para serem levados aos
hospitais de campanha.
Muitas literaturas trazem depoimentos destes bravos, mostrando que a guerra foi
avassaladora para todos os envolvidos. Na serie cinematográfica “Band of Brothers”,
no capitulo “Bastogne”, foi retratado a saga do socorrista Eugene Doc Roe. Profunda e
amarga. No filme “O resgate do soldado Ryan” ficou bem claro que a presença desses
homens junto as unidades de combate foi mais que necessária, foi essencial.
A FEB perdeu oito padioleiros durante a campanha na Itália.

Matéria do amigo enfermeiro socorrista  Rodrigo Ronzoni para o Resgate FEB
Fotos tiradas da internet

segunda-feira, 21 de março de 2022

Máscara de gás não-combatente americana M1A2-1-1

 Máscara de gás não-combatente americana M1A2-1-1, Segunda Guerra Mundial.A máscara consiste em uma máscara facial de borracha com duas oculares de celulóide, que é fixada na cabeça por meio de faixas elásticas ajustáveis. A borracha apresenta a legenda moldada "CHILD" centralmente acima das oculares.Um filtro substituível de metal pintado de cinza de forma cilíndrica, com advertências e instruções de encaixe impressas na frente, é fixado na parte inferior da máscara facial. A extremidade interior do filtro está impressa "US M1 / FTM ". Uma abertura de expiração de plástico cinza é instalada no lado esquerdo. Contém o manual de 16 páginas de Instruções de uso. A máscara é incrivelmente simples, pois foi projetada para ser produzida em grande escala. O MIA2-I-I foi desenvolvido para uso por não combatentes e pessoas que trabalhavam na defesa civil e indivíduos em "áreas-alvo" designadas pelo Exército dos EUA. O MIA2 foi produzido pelo Escritório de Defesa Civil dos EUA (OCD). A máscara foi projetada por Randolph Monro em 1942, e a patente foi publicada em 1944. O projeto influenciou futuras máscaras de gás desenvolvidas pela U.S.R corporation e pela Scott Aviation.(acervo O Resgate FEB)



(Clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 14 de março de 2022

Desfile antes do embarque para Itália

Fotografias para saber mais sobre os uniformes da FEB  no desfilie no Rio de Janeiro antes do embarque para a Itália, em 1944.

Fotos: Agência Nacional

"V de Vitória" 
(clique na foto para ampliar)