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Itens históricos muito Interessantes, por se tratar de ação humanitária de ajuda durante o inverno em época de guerra.O Winterhilfswerk (ajuda de Inverno ) era uma campanha anual da Nationalsozialistische Volkswohlfahrt (a Organização Nacional de Bem-Estar Popular Socialista) para ajudar a financiar obras de caridade. Seu slogan era "Ninguém morrerá de fome nem congelará". Funcionou de 1933 a 1945 e foi projetado para fornecer roupas, carvão, comida e combustível aos alemães menos afortunados durante os meses de inverno. A Juventude Hitlerista e o Bund Deutscher Mädel (associações de meninos e meninas, respectivamente) foram extremamente ativos na coleta para esta instituição de caridade. Os doadores costumavam receber pequenos presentes de gratidão. Um presente típico desse tipo era um livreto de propaganda muito pequeno, uma reminiscência dos livros em miniatura (foto). Conjunto de brinquedos de plásticos cinza-prata, como canhões de artilharias, aviões, navios, soldados da infantaria, submarinos, tanques e etc...(foto).Doadores mais generosos receberiam melhores presentes, como distintivos de lapela em uma ampla variedade de temas.
(acervo O Resgate FEB)
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Tendo a 18/2 do corrente ano retornado ao exercício das funções normais o 1.° Sg. Ivaldo Ribeiro Dantas, que durante quase três meses comandou um dos Pelotões desta Cia., desempenhando satisfatoriamente as funções de oficial subalterno, e que sempre esteve á altura das missões que lhe couberam desde que esta Cia. foi empenhada, cumpre-me, separadamente louvá-lo pela atuação desenvolvida:
I — 29/11 1944 - Nas operações de combate desse dia, demonstrou muita inteligência e iniciativa extraordinária, como auxiliar precioso que foi do comando. Em face da situação critica das transmissões da Cia. que se encontravam desde o inicio do ataque com seus fios telefônicos rotos pelo bombardeio, quando verificou que o “hand-talk” deste comando deixara de funcionar, ligou-se diretamente aos comandantes de Pels. e pessoalmente ao comandante do Btl., mantendo-o informado da situação da e Cia., até serem estabelecidas as ligações telefônicas entre a Cia. e o Btl. Atendida essa imperiosa necessidade, ajudou com o mesmo ardor a acionar o remuniciamento da Cia., mantendo-o num ritmo sempre crescente. A despeito de atingido pela ação do sopro de um projétil de Artilharia D que o levantou do solo cerca de dois metros, continuou sem esmorecimento com notável tenacidade, no desempenho de suas funções.
II — 1/12/1944 - No comando do Pelotão de Petrechos, portou-se á altura de sua missão quando o III.0 Pel. que se achava avançado do resto da Cia. em Falfare, foi ameaçado de envolvimento e obrigado a retirar-se para as posições ocupadas pelos depossue, acionando prontamente a tropa sob o seu comnando e quando, após energicamente rechaçado, o inimigo parecia retrair-se, avançou destemeresomente com dois elementos do II.0 Pel. uns 150 metros á frente das posições, identificando pelos rastros deixados na neve a direção de retraimento possibilitando orientar-se melhor o tiro da Artilharia. Nessa noite o Sg. Ivaldo foi para a tropa de Montelouco o esteio moral da defesa.
III — Em 18/11, ao ser substituído durante o período de 80 dias que comandou este Pelotão demonstrou grande amplidão para o comando, portando-se sempre á altura da responsabilidade que lhe cabia, transmitindo aos seus subordinados por atitudes enérgicas e desassombradas, calma e confiança no cumprimento das missões que lhes eram impostas. Por três vezes, uma em apoio a um golpe de mão tentado sobre 928, fez patrulhamentos á frente, reafirmando em todas essas ações acentuado espirito militar e excelente qualidades de chefe. O entusiasmo com que as praças do Pel. de Petrechos sempre lutaram sob suas ordens bem o define. Considero-o possuidor de qualidades morais e físicas que o tornam apto ao oficialato. — João Manoel de Faria Filho, Cap. Comandante”.
Antiga e rara flamula da 1ª Cia Leve de Manutenção que fez parte da FEB.
(acervo O Resgate FEB)
Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, ficou patente a necessidade de maior apoio de material bélico em razão da crescente motorização e do aumento do potencial de fogo da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na campanha da Itália, contava com a 1ª Companhia Leve de Manutenção, comandada pelo Capitão Gilberto Pessanha e conhecida pela elevada eficiência e abnegação.Formadas por militares da várias Unidades e da "Tropa Especial", organizado à base da mobilização de policiais da Guarda Civil de São Paulo.
Você tinha que ser um bom atirador para receber este distintivo de Soldado da Infantaria de Combate (Combat Infantry Badge), um prêmio militar do Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra. O distintivo é concedido a soldados de infantaria e das Forças Especiais que lutaram em combates terrestres.Está marcado pelo fabricante STERLING, original da Segunda Guerra Mundial.
(Acervo O Resgate FEB)
(Clique na foto para ampliar)Garrafa verde da Coca Cola de 1944, fabricada em Oakland (Califórnia), ver no fundo da garrafa. A data na frente da garrafa, oriunda da região da Normandia (França).(Acervo O Resgate FEB) Antes da Segunda Guerra Mundial, a venda de Coca-Cola já atingia todos os estados norte-americanos. Seu sucesso era tão grande, que o novo elixir identificou-se com o espírito norte-americano. Quando, em razão do conflito mundial, o açúcar foi racionado no país, as autoridades decretaram que as fábricas de Coca-Cola não sofreriam nenhum corte, pois ela se incluía entre os produtos vitais da guerra. Era enviada aos soldados americanos lutando na Europa, a fim de fazê-los sentir-se em casa. Setores do exército consideravam a entrega de Coca-Cola tão importante quanto a assistência mecânica de manutenção de aviões e carros de combate. Entre as fileiras de soldados, o pessoal da Coca-Cola gozava do status especial de observadores técnicos. Eram conhecidos como coronéis coca-cola. A Coca-Cola era vendida a US$ 0,05 para todo combatente norte-americano onde quer que esteja, em qualquer parte do mundo! Não importando o quanto isso custe à empresa. Durante a guerra os europeus experimentam a bebida. Como chegou ao Brasil! No início da década de 1940, o Brasil entrou no cenário da Segunda Guerra Mundial em 1941 o governo brasileiro autorizou os norte-americanos a utilizarem bases aéreas e navais no país, uma delas a de Parnamirim (Natal/Rio Grande do Norte) era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro.Desta forma, aviões militares americanos passaram a chegar ao Brasil com maior freqüência, reforçando as bases estratégicas estabelecidas no país. Neste momento, a Coca-Cola chega ao Brasil, trazida pelos próprios soldados americanos e posteriormente, produzida em pequenas fábricas móveis que passaram a acompanhar as tropas. A população de Natal foi a primeira a consumir Coca-Cola na América do Sul. Em 1942, com a chegada das tropas aliadas trouxe de carona a quarta fábrica da Coca-Cola no mundo.
BANDEIRA NAZISTA APREENDIDA PELO 9º BATALHÃO DE ENGENHARIA DA FEB. 29 de abril de 1945: Rendição da 148ª divisão de infantaria nazista à Força Expedicionária Brasileira. No dia 28 de abril de 2008, a Bandeira Nazista capturada pelas tropas brasileiras da FEB, na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial foi entregue ao 9º Batalhão de Engenharia e Combate em Aquidauana/MS . A bandeira estava no Estado do Paraná e por solicitação do 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Combate) da cidade Aquidauana/Mato Grosso do Sul, a mesma retornou a cidade a qual é natural o Sargento Meroveu, o combatente que capturou a bandeira Nazista em 29 de abril de 1945.
(Fotos: acervo Museu do Expedicionário; reprodução Hugo Harada/GP)
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