domingo, 30 de maio de 2021

Garrafa da Coca Cola de 1944.

 Garrafa verde da Coca Cola de 1944, fabricada em Oakland (Califórnia), ver no fundo da garrafa. A data na frente da garrafa, oriunda da região da Normandia (França).(Acervo O Resgate FEB) Antes da Segunda Guerra Mundial, a venda de Coca-Cola já atingia todos os estados norte-americanos. Seu sucesso era tão grande, que o novo elixir identificou-se com o espírito norte-americano. Quando, em razão do conflito mundial, o açúcar foi racionado no país, as autoridades decretaram que as fábricas de Coca-Cola não sofreriam nenhum corte, pois ela se incluía entre os produtos vitais da guerra. Era enviada aos soldados americanos lutando na Europa, a fim de fazê-los sentir-se em casa. Setores do exército consideravam a entrega de Coca-Cola tão importante quanto a assistência mecânica de manutenção de aviões e carros de combate. Entre as fileiras de soldados, o pessoal da Coca-Cola gozava do status especial de observadores técnicos. Eram conhecidos como coronéis coca-cola. A Coca-Cola era vendida a US$ 0,05 para todo combatente norte-americano onde quer que esteja, em qualquer parte do mundo! Não importando o quanto isso custe à empresa. Durante a guerra os europeus experimentam a bebida. Como chegou ao Brasil! No início da década de 1940, o Brasil entrou no cenário da Segunda Guerra Mundial em 1941 o governo brasileiro autorizou os norte-americanos a utilizarem bases aéreas e navais no país, uma delas a de Parnamirim (Natal/Rio Grande do Norte) era a maior base da Força Aérea norte-americana em território estrangeiro.Desta forma, aviões militares americanos passaram a chegar ao Brasil com maior freqüência, reforçando as bases estratégicas estabelecidas no país. Neste momento, a Coca-Cola chega ao Brasil, trazida pelos próprios soldados americanos e posteriormente, produzida em pequenas fábricas móveis que passaram a acompanhar as tropas. A população de Natal foi a primeira a consumir Coca-Cola na América do Sul. Em 1942, com a chegada das tropas aliadas trouxe de carona a quarta fábrica da Coca-Cola no mundo.




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domingo, 23 de maio de 2021

Expedicionário Protásio dos Anjos Müller

Protásio dos Anjos Müller, filho de pai descendente de austríacos e mãe brasileira, nasceu no dia 14/11/1920  na localidade de Porteirinha hoje município de Unistalda, interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou na agricultura de subsistência juntamente com seus pais, até o ano de 1944, quando foi recrutado em casa com dois de seus irmãos, para o teatro de operações da Itália.Protásio dos Anjos Müller, filho de pai descendente de austríacos e mãe brasileira, nasceu no dia 14/11/1920  na localidade de Porteirinha hoje município de Unistalda, interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou na agricultura de subsistência juntamente com seus pais, até o ano de 1944, quando foi recrutado em casa com dois de seus irmãos, para o teatro de operações da Itália.Partiu do Rio Grande do Sul rumo ao Rio de Janeiro no dia 4/12/44, chegando lá após um treinamento básico embarcou no navio para Itália no dia  6/2/1945, chegando na Itália, no dia 22/2/1945, enfrentou a guerra propriamente dita, presenciando mortes e salvando companheiros.

Após a guerra radicou-se na cidade de Santiago, interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou na viação férrea do estado do Rio Grande do Sul (VRFGS), na função de “tuco”(servidor geral), sendo depois promovido para imediato e se aposentando como mestre de linha no ano de 1975. No ano de 1984, foi aposentado pelo exército brasileiro com a patente de 2° Sargento, devido aos serviços prestados na FEB, sempre desfilou nos dias 7 de setembro com muito orgulho de ser veterano. Casou-se no ano de 1953, com dona Eva Rodrigues, com quem viveu até seus últimos dias, no ano de 2003, quando após um problema pulmonar grave, faleceu no dia 21/05/2003. Teve 13 filhos, 21 netos e 6 bisnetos. Sempre foi um grande fã incondicional de Brisola e Getúlio Vargas. Gozou de uma vida pacata sempre criando muitos bichos em casa e jogando bocha, seu esporte favorito. Lembrava-se constantemente das emoções vividas na guerra, e tinha uma mágoa muito grande com o não reconhecimento que os veteranos sempre enfrentaram.

 Gabriel Camargo Müller (Portal FEB)

segunda-feira, 10 de maio de 2021

BANDEIRA NAZISTA APREENDIDA PELO 9º BATALHÃO DE ENGENHARIA DA FEB. 

 BANDEIRA NAZISTA APREENDIDA PELO 9º BATALHÃO DE ENGENHARIA DA FEB. 29 de abril de 1945: Rendição da 148ª divisão de infantaria nazista à Força Expedicionária Brasileira. No dia 28 de abril de 2008, a Bandeira Nazista capturada pelas tropas brasileiras da FEB, na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial foi entregue ao 9º Batalhão de Engenharia e Combate em Aquidauana/MS . A bandeira estava no Estado do Paraná e por solicitação do 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Combate) da cidade Aquidauana/Mato Grosso do Sul, a mesma retornou a cidade a qual é natural o Sargento Meroveu, o combatente que capturou a bandeira Nazista em 29 de abril de 1945.

 (Fotos: acervo Museu do Expedicionário; reprodução Hugo Harada/GP)



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domingo, 2 de maio de 2021

Paladinos da Liberdade

Belíssima Medalha "Paladinos da Liberdade " da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Niterói (RJ).
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 25 de abril de 2021

Av. Força Expedicionária Brasileira

Homenagem a FEB em Ilhabela -SP.
Av. Força Expedicionária Brasileira - Barreiro.
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O Resgate FEB

domingo, 18 de abril de 2021

Chaveiro antigo



 Mais um antigo chaveiro souvenir, agora da Senta a Pua! e Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial. (acervo O Resgate FEB)

domingo, 11 de abril de 2021

Expedicionário Odorico Dias de Góes

Odorico Dias de Góes
Odorico Dias de Góes, morador de Ponta Grossa, entrou no Exército por acaso. Estava insatisfeito com o trabalho numa serraria quando ouviu um anúncio no rádio que convocava jovens para o antigo 13.º Regimento de Infantaria (RI). Na serraria, recebia o ordenado de 3 mil réis e como soldado ganharia 19 mil.
Largou o que estava fazendo e arriscou ser soldado. Gostou. Ficou 31 anos no Exército. “Nunca recebi uma punição”, diz o major, que coleciona medalhas e diplomas. O expedicionário desafia a idade  e detalha sua participação na Segunda  Guerra Mundial.
“Saí do 13.º RI com um contingente de 334 homens, entre soldados, cabos, sargentos e oficiais.” Ele não imaginava encontrar um cenário tão devastador na Itália. “Nápoles foi destruída pelos alemães. Tinha gente morrendo de fome. Nós tínhamos bolacha e jogávamos para eles. A bolacha caía no barro, eles pegavam e engoliam do jeito que estava”, afirma.
Em solo italiano, a ordem era de alerta. Odorico conta que não podia tomar água de nenhum riacho, porque poderia estar envenenada. “Ficávamos num buraco redondo, agachados o dia inteiro, não podia tirar a cabeça para fora porque o (soldado) alemão tinha uma metralhadora muito potente que dava 1,2 mil tiros por minuto”, conta.
Lembranças
As duas cenas mais marcantes no front foram a rendição de um pelotão alemão frente ao comando brasileiro e o anúncio do final da guerra. “Os brasileiros jogavam seus capacetes para cima. Foi a maior festa. Estava todo mundo com saudade da família”, diz.
Antes de voltar para o Brasil, Odorico foi escolhido entre os pracinhas para viajar a Lisboa. “Portugal queria prestar uma homenagem para a tropa. Ficamos dois dias em Lisboa. Anunciaram nossa chegada em um alto-falante. Tinha gente trepando em árvore para nos ver. A gente ia passando e as pessoas jogavam pétalas de rosas para nós”, relata.
A melhor recepção, no entanto, foi na estação de Ponta Grossa. A esposa Anita tinha pedido para a banda do Exército tocar na chegada do ex-combatente. Ele não a via desde o casamento, ocorrido 28 dias antes da partida para a guerra.
Depois do retorno ao país, Odorico subiu degraus na carreira militar até graduar-se major. Ele trabalhou em Cáceres (MT), Curitiba, Irati, Lapa e Ponta Grossa. “Eu tenho uma família maravilhosa, com cinco filhos, 13 netos e oito bisnetos. Tive uma vida muito boa”, diz.


A gazeta do Povo

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Flamula FEB-São Paulo

Bela flamula emoldurada da Associação dos Ex Combatentes do Brasil, Seção São Paulo.
(Acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 29 de março de 2021

Condecoraçào francesa para um pracinha

General René Michel em visita ao Hospital Central do Exército (1945), condecora com a Medalha "Cruz de Guerra Francesa" com palma, o soldado da FEB que foi gravemente ferdo em combate, em nome do General De Gaulle.

Fonte:Arquivo Nacional.
face: Imortais Combatentes da FEB

domingo, 14 de março de 2021

Sd Aramis Guimarães - FEB

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Nasceu em 20 de Janeiro de 1922 e era o Filho mais velho de pecuaristas, deixou a fazenda em Ponta Porã para se alistar pelo 9º BE ComB em Aquidauna-MS
Foi sapador mineiro na Itália, servindo no período de 22/09/44 a 17/09/45. O sapador é um soldado que desempenha uma variedade de tarefas.. Entre as suas tarefas específicas mais comuns incluem-se as ações de minagem e desminagem, as demolições, a construção de fortificações de campanha, a construção de pontes e outras construções gerais. Quando retornou ao Brasil, foi internado por 2 anos em um Hospital Psiquiátrico. Morou em Campo Grande e tornou-se pecuarista. Casou, teve 3 filhos.
Apesar de ter enfrentado os alemães na Campanha da Força Expedicionária Brasileira, foi derrotado por um câncer aos 69 anos de idade.
Poucos dias antes de falecer, recebeu a visita de seu colega de farda, o Agostinho:
- Aramis, você já enfrentou inimigos piores!
E meu pai:
- Contra esse eu não tenho forças!
Faleceu dia 30 de Abril de 1991
Ele foi agraciado com a medalha de Campanha, e a Cruz de Combate de 1ª Classe.

Fonte e matéria
Portal FEB
Enviado por Analice Silva Guimarães Guerra Amarilho.

domingo, 7 de março de 2021

Ex Combatentes do Estado da Guanabara

Antiga medalha da Associação Nacional dos Ex Combatentes do Estado da Guanabara.
Fabricante Randal.
A Guanabara foi um estado do Brasil de 1960 a 1975, que existiu no território correspondente à atual localização do município do Rio de Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Preparação para guerra na Itália

Soldados da FEB são fotografados no treinamento no Brasil, possivelmente no Rio de Janeiro em 21/03/1944. A intenção era mostrar a força física dos homens.
Soldados fazem exames médicos na Vila Militar em 21/03/1944
Fotos: Agência Nacional

V da Vitória

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