Inseticida em pó de fabricação americana para se usada na linha de frente, para proteger de insetos e quando a impossibilidade de banho, para matar os insetos que surgiam do contato com a terra e sujeira, eficaz em matar piolhos, mosquitos e etc.
Foi entregue também para a FEB.
domingo, 14 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
O DIA DA VITÓRIA. 8 de maio de 2017.
Há exatamente 72 anos no dia de hoje, as forças aliadas que combateram contra o nazi-fascismo durante a Segunda Guerra Mundial, dando fim de uma guerra que iniciara em 1939.No maior conflito mundial ocorrido em época contemporânea, a participação brasileira com a Força Expedicionária Brasileira, foi uma força militar aero-terrestre constituída na sua totalidade por 25.834 homens e mulheres, que durante a Segunda Guerra Mundial foi responsável pela participação do Brasil ao lado dos aliados na campanha na Itália.
A FEB sob o comando do marechal Mascarenhas de Moraes, partiu em vários escalões para a Itália. Os soldados brasileiros são destacados para a Linha Gótica, ao nordeste da Itália, próximo a Bolonha, uma longa faixa de 250 quilômetros fortemente armada. Lá estavam os grandes desafios dos brasileiros, Monte Castelo e Montese.
Ë necessário lembrar do papel exercido também pelas mulheres brasileiras. Participaram da FEB 74 enfermeiras, que juntamente dos médicos e padioleiros, compunham o Serviço de Saúde da FEB.
A FEB foi modelar, elogiada pelo V Exército Americano e cumpriu o seu papel na defesa das liberdades.
Que do 8 de maio, o grito de Vitória continue a ecoar e empolgar toda a humanidade.
A FEB sob o comando do marechal Mascarenhas de Moraes, partiu em vários escalões para a Itália. Os soldados brasileiros são destacados para a Linha Gótica, ao nordeste da Itália, próximo a Bolonha, uma longa faixa de 250 quilômetros fortemente armada. Lá estavam os grandes desafios dos brasileiros, Monte Castelo e Montese.
Ë necessário lembrar do papel exercido também pelas mulheres brasileiras. Participaram da FEB 74 enfermeiras, que juntamente dos médicos e padioleiros, compunham o Serviço de Saúde da FEB.
A FEB foi modelar, elogiada pelo V Exército Americano e cumpriu o seu papel na defesa das liberdades.
Que do 8 de maio, o grito de Vitória continue a ecoar e empolgar toda a humanidade.
O DIA DA VITÓRIA. 8 de maio de 1945.
Pôster da Vitoria, feito na Itália pelo 6º Regimento da FEB comemorando a Vitória dos aliados na frente europeia na Segunda Guerra Mundial. Desenho original do sargento Catani da FEB.
(acervo O Resgate FEB)
Pôster da Vitoria, feito na Itália pelo 6º Regimento da FEB comemorando a Vitória dos aliados na frente europeia na Segunda Guerra Mundial. Desenho original do sargento Catani da FEB.
(acervo O Resgate FEB)
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| Minha homenagem especial ao tenente Pedro Rodrigues de Curvelo (MG) que esta sendo velado no Dia da Vitória, descansa em paz soldado. O herói nunca morre!!! |
terça-feira, 2 de maio de 2017
Jornal "Folha Expedicionária"
Jornal "Folha Expedicionária" de Campo Belo (MG), foi criado com a intenção única de ajudar os expedicionários.
Foi o primeiro e único jornal dos ex combatentes do Brasil, um jornal dos expedicionários para os expedicionários.
Diretor e redator responsável José lopes Dias.
Impresso nas oficinas da gráfica Campobelense.
Com matérias sobre a participação brasileiras, relatos e depoimentos de veteranos.
O jornal que eterniza os feitos dos nossos soldados nos campos da Europa.
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Jornal Folha Expedicionária, ano I de 30 de agosto de 1946 - numero 11.
(clique na foto para ampliar)
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terça-feira, 25 de abril de 2017
Museu Histórico de Montese
Instalado na antiga Fortaleza dos Montecuccoli (séc. XIII) é um museu dedicado aos acontecimentos históricos e a cultura local. A seção mais ampla é relacionada sobre os temas da Segunda Guerra Mundial e dos acontecimentos bélicos ocorridos na Linha Gótica e nas áreas montanhosas. Particularmente a sala principal fica uma parede expositiva com vitrines que contém objetos e roupas utilizados pelos soldados que combateram nestas montanhas, além de vestígios de batalha encontrados na região.Uma sala é dedicada a Força Expedicionária Brasileira (FEB) a qual deve se a libertação de Montese. Aqui estão presentes duas reconstruções em diorama e uma maquete que assinala o avanço das tropas aliadas nos cumes da área.
Após recente reforma o Museu equipou com instalações multimídia e audiovisuais e foi ampliada a área de exposição com novos dioramas na sala de entrada, dedicados aos protagonistas da guerra nestas áreas.
*Diorama - é um modo de apresentação artística tridimensional, de maneira muito realista, de cenas da vida real para exposição com finalidades de instrução ou entretenimento.
(clique na foto para ampliar)
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| Kits pós guerra de informação para o reconhecimento de minas |
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| Detalhe de uma mostruário do FEB |
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| Diorama de um ponto de verificação alemão |
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| A Fortaleza de Montese - Museu da Linha Gótica |
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| A Fortaleza de Montese - Museu da Linha Gótica |
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| Diorama de um posto de comando de FEB |
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quarta-feira, 19 de abril de 2017
Livreto da "Semana da Vitória" de 1955
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Eles desonraram a farda da FEB
A história de dois pracinhas que quase foram para o pelotão de fuzilamento por homicídio e estupro.
Na atualidade, passados mais de sete não décadas do fim da Segunda Guerra Mundial, a visão que a maioria do povo brasileiro possui da FEB – Força Expedicionária Brasileira, e de sua ação nos campos da Itália é muito positiva
Primeira e até hoje única força de combate latino-americana a lutar em solo europeu, a ação da FEB está registrada em inúmeros livros de memória, documentários e filmes que enaltecem a participação de simples brasileiros, a maioria deles saídos dos campos de um país ainda prioritariamente agrário, para combater no maior conflito da história da humanidade.Aqueles que lá estiveram merecem ter por parte dos familiares, amigos, das autoridades e de todos os brasileiros o amparo, apoio e atenção pelo que fizeram nos campos de combate.
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Adão Damasceno Paz e Luíz Bernado de Morais, assassinaram e estupraram envergonhando o uniforme da FEB.
Mas nem todos cumpriram com o seu dever.
SEGUINDO PARA A GUERRA
Em 1942, em meio aos vários afundamentos ocasionados pela ação de submarinos alemães e italianos e a mortes de muitos brasileiros, o sentimento provocado por estas tragédias fez com que o povo apoiasse sem contestação a ida de nossas tropas para lutar contra os nazifascistas.Homens e mulheres de várias partes do país foram convocados e aceitaram o compromisso de envergar o uniforme das nossas forças armadas para ombrear-se com outras nações aliadas pelo fim do conflito.
Muitos jovens, que anteriormente sequer conheciam algo além da vila mais próxima da fazendinha em que viviam com seus familiares, que utilizavam a enxada como instrumento de trabalho e o chapéu de palha para se protegerem do sol, foram deslocados para outras terras, onde existiam outros sotaques e outros pensamentos. Lá vislumbraram novos horizontes, receberam o fuzil para realizar o seu novo ofício e colocaram o capacete de aço na cabeça.
Essa situação, extremamente comum dentro das fileiras da FEB, se repetiu com Adão Damasceno Paz e Luís Bernardo de Morais, ambos agricultores e oriundos respectivamente da regiões rurais das cidades gaúchas de Santiago e São Borja.Eles seguiram para o Rio de Janeiro, então capital do país, onde iniciaram um forte e pesado treinamento, aguardando o momento de embarcarem para além mar. Nos momentos de folga os dois rapazes seguiam a conhecer as belezas e o mundo novo que existia na cidade maravilhosa.
Em 2 de julho de 1944, Adão e Luís estavam dentro de um enorme navio como membros do primeiro escalão da FEB e junto a eles estavam milhares de pracinhas vindos de todas as partes do país.
PROTEÇÃO DO GENERAL MASCARENHAS DE MORAIS
Não sei se os dois agricultores se conheceram ainda no seu estado de origem, apesar das suas cidades serem muito próximas, ou no campo de treinamento no Rio, ou ainda no navio transporte que os levou a Itália. Mas na pátria de Dante Alighieri, aonde chegaram a Nápoles no dia 16 de julho de 1944, consta nas informações apuradas que os dois homens foram designados para uma função na FEB que muitos consideravam de extrema honra e importância. Eles ficaram lotados no Pelotão de Defesa do Quartel General, compondo a guarda pessoal do comandante da 1ª Divisão de Infantaria da Força Expedicionária Brasileira, o general João Batista Mascarenhas de Morais.Segundo a narrativa dos dois ex-militares, que se encontra na edição da “Revista da Semana”, de 16 de julho de 1949, trabalhar na proteção do general Mascarenhas de Morais não era tarefa fácil, pois o comandante estava sempre em deslocamento por toda área de atuação das FEB no norte da Itália.
A reportagem não diz o número exato de mulheres que estavam no local, mas informa que os dois soldados brasileiros entraram na casa a noite, armados de submetralhadoras.
Surpresas, as italianas não tiveram como reagir e durante meia hora os brasileiros praticaram várias sevícias contra elas.
Enquanto um montava numa das vítimas o outro ficava de guarda. Nisso Luís ouviu um barulho, saiu para ver o que ocorria e percebeu o vulto de um homem que se aproximava. Em meio gritaria que se formou, ele apagou as luzes do recinto e metralhou a estranha figura.
Os dois soldados brasileiros fugiram pela praça principal deste lugarejo próximo a cidade de Porreta e correram por mais de meia hora, até terem a certeza que não eram perseguidos.Ao repórter da “Revista da Semana”, Hélio Fernandes, Adão e Luís afirmaram que logo o comentário do ocorrido no lugarejo italiano foi intenso. Em pouco tempo o pessoal do pelotão da Polícia do Exército incorporada a FEB, comandado pelo 1º tenente José Sabino Maciel Monteiro, estavam recebendo informações sobre a situação e os dois militares foram capturados.
A VERSÃO DA JUSTIÇA MILITAR
A reportagem da “Revista da Semana” é muito falha em termos de detalhes, além de extremamente tendenciosa, que pudesse esclarecer mais sobre este assunto. Mas no trabalho de conclusão de curso realizado em 2003, pela historiadora Carolina Mendes Pereira, da Universidade Federal do Paraná, e intitulado “Delitos sexuais cometidos pelos soldados brasileiros em campanha na Itália durante a Segunda Guerra Mundial: do estupro e homicídio ao indulto” (ver http://www.historia.ufpr.br/monografias/2002/carolina_mendes_pereira.pdf) e no próprio Boletim do Exército nº 13, de 31 de março de 1945 (páginas 948 a 953), nos excertos do Parecer n. 8 da Procuradoria Geral (transcritos no blog (http://froilamoliveira.blogspot.com.br/2011/10/condenado-morte.html), encontramos informações bem mais detalhadas sobre o caso.Os dois brasileiros confessaram, segundo o Boletim do Exército, “friamente e com abundância de detalhes” que o fato ocorreu na pequena aldeia medieval de Madognana, distante quase quatro quilômetros da comuna de Granaglione, província da Bolonha, na região italiana da Emilia-Romagna, nordeste daquele país e não muito distante da cidade de Porretta-Termi.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Relíquias de guerra encontradas em Monte Castelo
Relíquias de guerra encontradas em Monte Castelo onde a FEB travou diversas batalhas na Itália, provavelmente por eles usados.
Embalagens de limonada solúvel, onde fazia parte da ração C de combate, entregue aos soldados aliados na Segunda Guerra.
Pedaço de estilhaço e um clip de munição, parte da história das duras batalhas travadas em Monte Castelo.
(acervo O Resgate FEB)
Embalagens de limonada solúvel, onde fazia parte da ração C de combate, entregue aos soldados aliados na Segunda Guerra.
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| (clique na foto para ampliar) |
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| (clique na foto para ampliar) |
segunda-feira, 3 de abril de 2017
2º Ten João de Castilho - FEB
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| Fotografia tirada em 01 de maio de 1945 |
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| João de Castilho |
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| Com seus companheiros na visita ao Vaticano |
Matéria :Milico Ponderão
segunda-feira, 27 de março de 2017
Halazone, purificador de água no front
Halazone era um artigo médico muito importante da provisão durante a Segunda Guerra Mundial, de fabricação americana. Ele transmitia um sabor forte e cheiro de cloro para a água.Halazone foi desenvolvido no início do século 20, e foi utilizado durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1940, Halazone comprimidos estavam disponíveis para o tratamento eficaz da água. Durante a Segunda Guerra o Halazone foi fornecido individualmente para o soldado em pequenas garrafas de vidro castanho, embaladas com as rações k e C.
Foi entregue também a FEB.
(acervo O Resgate FEB)
Foi entregue também a FEB.
(acervo O Resgate FEB)
domingo, 19 de março de 2017
Euphosino de Almeida – Herói Brasileiro
Euphosino de Almeida herói brasileiro, negro, patriota, idealista e religioso.Nascido em Birigui-SP, de família humilde, trabalhou em lavouras de café até os 20 anos, quando juntamente com sua família foram ser colonos de 8.500 pés de cafés.
Sua vida começava a mudar. E um ano depois, aos 21 anos de idade, for sorteado para servir o Exército Brasileiro, sendo designado para 18° Batalhão de caçadores, sediado em Campo Grande-MS
Nesta época, o mundo enfrentava a 2° Guerra Mundial, em outubro de 1942. A unidade em que estava para ficar ao lado das nações aliadas, mas Euphosino só embarcou para a Europa depois de terminada as competições internas de atletismo no exército. Isto porque, ele tinha uma condição física excepcional e se destacava nas competições de 1.500 e 5 mil metros, além de salto em altura e salto em extensão.
Com apenas um dia na Itália, entrou em combate com a aviação alemã. Na frente de combate participou da batalha de Montese. Com o fim da guerra, em 8 de maio de 1945, após os alemães se renderem, Euphosino permaneceu na Itália exercendo a missão de ocupação de território, até que os acordos militares tivessem assinados.
Ao retornar para o Brasil, ele recebeu a medalha e o diploma de campanha, assinado pelo Sr. General Canrobert da Costa, ministro da guerra à época. Licenciou do Exército em 1946, por decreto do Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra.
No Mesmo ano, já em Bilac-SP com sua família, casou-se com Manoela Rocha de Almeida, mudando em seguida para a fazenda Santa Rita no distrito de Nova Independência, município de Andradina. Logo depois, juntamente com seu pai e irmãos foram trabalhar com colonos, por dois anos, na fazenda São José, de propriedade do Sr. Antônio Joaquim de Moura Andrade, cuidando de 11 mil pés de cafe.
Já no inicio dos anos 50, o lavrador se transforma em operário urbano, deixando de ser colono em fazendas de café para se tornar saqueiro nas grandes beneficiadores de produtos agrícolas em Andradina-SP.
Já na cidade , Euphosino se dedicou ao espiritismo, se tornando um conhecido e importante líder espiritual, tendo uma participação importante nas atividades culturais da cidade. Por mais de 50 anos presidiu a Romaria de Reis “Unidos de Belém”, fundador do Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Unidos da Baixada que, por mais de 20 anos encontrava-se sem atividades . O Grêmio foi reativado no ano de 2012. Inaugurou a Tenda de Umbanda São Benedito, onde desenvolveu e trabalhou com médium.
Euphosino se aposentou como 2° Tenente do Exército Brasileiro. Manoela lhe deu sete filhos: Maria Benedita de Almeida Germiniano, Antônio Euphosino de Almeida, Sebastiana de Almeida Martins, Ademir de Almeida, Maria de Lourdes Almeida dos Santos, Maria de Fátima de Almeida Marçal e Manoel Messias de Almeida
Foi abençoado pelo Papa no Vaticano, e é freqüentemente reverenciado e homenageado pela sociedade andradinense. Enfim. Euphosino de Almeida é a cara do povo brasileiro.
Diário da Segunda Guerra Mundial por Euphosino de Almeida.
“Saudades dos bambinos , quer dizer das crianças da Itália.”
Lembranças e recordações das montanhas da Itália, dos Bosques e das florestas.
Recordações das cidades da tália.
Nós, soldados brasileiros, quando participamos da II Grande Guerra Mundial, passamos pelas seguintes cidades: Nápoles, e Pompéia, que naquela época tinham 5.500 anos, passamos também em Monte Casino, Roma, Livorno, Pizza, Lucca e Pistóia, cidade onde fica o cemitério em que foram enterrados os soldados brasileiros mortos em combate. Passamos também por Florença, Estáfules, Galeno,Torino, Gênova, Milão, Laspezia, cidade de Pádua, Bolonha e Veneza, cidade que tem uma parte dentro da agua.
Nós, os soldados brasileiros , quando não estávamos no ”front”,tivemos o grande prazer com muito orgulho e respeito, em repartirmos a nossa refeição, o nosso almoço com as crianças da tália.
Na hora que nós íamos almoçar apareciam cerca de 100 a 150 crianças pedindo comida , eles diziam..
“Brasiliano, da mandiare pra bambino, cigarete pra papa e caramelo pra mama.”
Nós, soldados brasileiros tivemos o grande prazer de partir. Eles almoçavam conosco, depois enchíamos um caldeirão de comida que eles levavam para o papai e a mamãe.
Nós, soldados brasileiros, no Vaticano em Roma, fomos homenageados e abençoados pelo Papa.
O Papa falou assim:
“Onde tem soldado brasileiro, as crianças não passam fome.”
Eu já tinha dito anteriormente da cidade de Pompéia: Pompéia antiga foi destruída pelo vulcão Vesúvio . A cidade de Pompéia fica retirada 45km de Nápoles. O povo de Pompéia antiga era um povo muito perverso. Existe a Pompéia antiga e a Pompéia nova que está habitada.
Esta é a história de um soldado brasileiro na II Grande Guerra. A guerra não é vantagem nenhuma. É o maior sofrimento, o maior sacrifício para o homem, para todos os seres humanos e viventes.
Euphosino de Almeida.
II Tenente da Força Expedicionária Brasileira
Créditos ao neto Samora Machel Messias Almeida
PORTAL FEB
Lembranças e recordações das montanhas da Itália, dos Bosques e das florestas.
Recordações das cidades da tália.
Nós, soldados brasileiros, quando participamos da II Grande Guerra Mundial, passamos pelas seguintes cidades: Nápoles, e Pompéia, que naquela época tinham 5.500 anos, passamos também em Monte Casino, Roma, Livorno, Pizza, Lucca e Pistóia, cidade onde fica o cemitério em que foram enterrados os soldados brasileiros mortos em combate. Passamos também por Florença, Estáfules, Galeno,Torino, Gênova, Milão, Laspezia, cidade de Pádua, Bolonha e Veneza, cidade que tem uma parte dentro da agua.
Nós, os soldados brasileiros , quando não estávamos no ”front”,tivemos o grande prazer com muito orgulho e respeito, em repartirmos a nossa refeição, o nosso almoço com as crianças da tália.
Na hora que nós íamos almoçar apareciam cerca de 100 a 150 crianças pedindo comida , eles diziam..
“Brasiliano, da mandiare pra bambino, cigarete pra papa e caramelo pra mama.”
Nós, soldados brasileiros tivemos o grande prazer de partir. Eles almoçavam conosco, depois enchíamos um caldeirão de comida que eles levavam para o papai e a mamãe.
Nós, soldados brasileiros, no Vaticano em Roma, fomos homenageados e abençoados pelo Papa.
O Papa falou assim:
“Onde tem soldado brasileiro, as crianças não passam fome.”
Eu já tinha dito anteriormente da cidade de Pompéia: Pompéia antiga foi destruída pelo vulcão Vesúvio . A cidade de Pompéia fica retirada 45km de Nápoles. O povo de Pompéia antiga era um povo muito perverso. Existe a Pompéia antiga e a Pompéia nova que está habitada.
Esta é a história de um soldado brasileiro na II Grande Guerra. A guerra não é vantagem nenhuma. É o maior sofrimento, o maior sacrifício para o homem, para todos os seres humanos e viventes.
Euphosino de Almeida.
II Tenente da Força Expedicionária Brasileira
Créditos ao neto Samora Machel Messias Almeida
PORTAL FEB
terça-feira, 14 de março de 2017
Flamula do Grupo de Ex Combatente de Bangu
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