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| Comboio da FEB pelas estradas de Toscana, Itália.O caminhão GMC 6x6, com os dizeres "Hilda" e "Deus me Guie" na frente, liderava um enorme fila de jeep. |
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| As condições do front eram muitas duras, acima o Dog WC-52. |
Os Willys MB e Ford GPW eram os veículos mais populares do front. Padronizados, ganharam o nome Jeep. O modelo era o faz-tudo da tropa. Leve e esperto, andava como caranguejo na lama. Mais de 600 mil exemplares foram fabricados até 1945 — 655 destes foram para a FEB.
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| O Jeep era um faz -tudo, usado ao extremo em campo de batalha.O da foto leva um ferido. |
Os Dodge da linha WC (sigla de “weapon carriers”) também eram muito usados pelos expedicionários. Maiores do que os Jeep Willys e com uma traseira larga, foram apelidados de Pata Choca pelos brasileiros. Saíam em várias versões: ambulância, picape, carro comando...
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| Os pracinhas brasileiros levam prisioneiros alemães em um Jeep. |
Mas o veículo mais produzido na guerra foi o GMC 6x6 (ou CCKW). Servia para tudo, de transportador de tropas a oficina e cozinha móvel. Até 1945, foram feitos 812 mil desses caminhões.E uma curiosidade: o soldado da FEB Oswaldo Aranha Filho (Vavau) conheceu o Jeep na Itália. Quando acabou a guerra, ele trouxe a ideia de vender o topa-tudo da Willys para civis brasileiros. Em 1946, o ex-pracinha fundou a Gastal, representante da marca americana no Rio. E, assim, o 4x4 deixou de ser exclusividade militar.
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O caminhão-tanque GMC abastece um P-47
(clique na foto para ampliar) |
Muitos dos pracinhas que foram motoristas das viaturas militares na Segunda Guerra aprenderam a dirigir na Itália.
Quando voltaram ao Brasil muito deles exerceram a profissão como motoristas de ônibus e caminhões, como o ex combatente Wilson Garcia de Lima como caminhoneiro.E muitos outros que davam manutenção como mecânico também exerceram suas atividades na vida cotidiana no pós guerra.
EXTRA
Fotos:Agência O Globo