quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pin da Vitória - F.E.B

Pin antigo do “V” da Vitória usado após o término da Segunda Guerra Mundial pela FEB.Em metal esmaltado, pertenceu ao pracinha FRANCISCO L.CABRAl.
(acervo O Resgate FEB)
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sabato 2 novembre a Pistoia commemorazione dei caduti brasiliani al monumento di San Rocco


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PISTOIA  2 novembre - Avrà luogo presso il Monumento Brasiliano di S. Rocco l’annuale cerimonia per onorare i caduti brasiliani della Seconda Guerra Mondiale.
All’evento in programma per le ore 11:15 saranno presenti le massime cariche cittadine, tra cui il Prefetto, il Sindaco ed il Presidente della Provincia, oltre ai rappresentanti delle Forze dell’Ordine.
A fare gli onori di casa il il nuovo Ambasciatore del Brasile in Italia Ricardo Neiva Taveres, insieme ai rappresentanti delle Forze Armate brasiliane.
L’Ambasciatore Neiva Tavares arriva in Italia proseguendo una carriera diplomatica che lo ha portato in vari angoli del globo e negli ultimi cinque anni è stato Ambasciatore presso la Comunità Europea.
Anche i quadri di rappresentanza delle Forze Armate brasiliane registrano l’arrivo del nuovo Addetto dell’Esercito, il Colonnello Mario Felizardo Medina.
Il programma delle celebrazioni prevede, dopo l’alzabandiera al suono dell’Inno Nazionale Brasiliano, l’ingresso del Gonfalone della F.E.B. ed a seguire la deposizione di corone da parte delle Istituzioni italiane, della rappresentanza diplomatica e delle Forze Armate del Brasile, e di molte Associazioni che intendono rendere omaggio al valore della partecipazione della Forza di Spedizione Brasiliana alla seconda guerra mondiale.
Saranno consegnate alcune onorificenze che arrivano dal Brasile a persone che si sono distinte nel ruolo di divulgatori e preservatori della memoria della F.E.B..Seguirà la Santa Messa, officiata da S.E. Monsignor Mansueto Bianchi, la preghiera dei Caduti di tutte le Guerre.
Sarà inoltre possibile visitare il nuovo Museo creato all’interno dello Spazio Miguel Pereira, l’ufficio-museo da poco creato presso il Monumento.
La popolazione, ed in particolare le nuove generazioni, sono invitate a partecipare per conoscere questa significativa parte di storia locale, legata alla storia internazionale ed al contributo dei Paesi che hanno restituito all’Italia la Libertà e la Democrazia.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Memórias de Soldados: a História da Força Expedicionária Brasileira - LIVRO

"Caros amigos, hoje estou publicando diretamente na internet,(www.clubedeautores.com.br) pelo clube de autores, meu livro sobre a Força Expedicionária Brasileira. Este trabalho é fruto de meu mestrado em história e de 10 anos de pesquisa sobre esse tema. Aqueles que puderem divulgar, meu muito obrigado."

Sinopse


Em "Memórias de Soldados: a História da Força Expedicionária Brasileira", Marcos Antonio Costa apresenta uma face mais humana da campanha brasileira na Segunda Guerra Mundial, pois centra suas análises nos homens que formaram a FEB. O autor parte da concepção política da participação do Brasil naquele conflito, passando pela decisão em enviar uma Força Expedicionária e os reflexos dessa decisão. A convocação, seleção de pessoal, treinamento, batalhas na Itália, o dia a dia na Guerra e o retorno ao Brasil são apresentados de uma forma narrativa, muito explicativa, mas com todo o cuidado científico e metodológico que são exigidos em um livro de História. Ao final da leitura, o leitor terá a certeza que conheceu o soldado brasileiro que lutou na maior das Guerras da Humanidade.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

OVERSEAS BAR da Força Expedicionária Brasileira

Exibidas na manga direita (overseas bar/ tempo de serviço) do uniforme que indica que o soldado serviu em zona de combate.Na Força Expedicionária Brasileira: barreta horizontal, com 45 mm de comprimento e 5 mm de largura, bordada na cor cinza-escuro, indicando, cada barreta, um período de quatro meses em ação. A fração superior a dois meses deve ser considerada como um período. Modelo brasileiro de brim usado pelos expedicionários na Segunda Guerra Mundial.
(acervo O Resgate FEB)
Repare no quadro o  overseas da direita e o modelo brasileiro.Este quadro pertence ao Tenente Pedro Rodrigues (Curvelo -MG) veterano da FEB.
Repare na manga direita do General Mascarenhas de Morais 
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HISTÓRICO
O tempo de serviço  (Overseas bar) é um reconhecimento  do Exército dos Estados Unidos que e exibido como uma barra bordada dourada na posição horizontal na manga direita do uniforme de primeira classe.O conceito original  de um barra no exterior começou na Primeira Guerra Mundial, com que ficou conhecido  como uma CHEVRON OVERSEAS.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Comandei Um Pelotão de Fuzileiros (LIVRO)

O Ten-Cel Ref Tulio Carvalho Campello de Souza 
O Ten-Cel Ref Tulio Carvalho Campello de Souza (1920-2008) foi formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Largo de São Francisco, na turma de 1943. Sua formação militar acorreu no curso de infantaria do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) de São Paulo, onde se formou oficial em setembro de 1941. Apresentou-se como voluntário para a Força Expedicionária Brasileira (FEB) tendo sido convocado para o serviço ativo em 1943, integrando o 6o Regimento de Infantaria de Caçapava, São Paulo, como comandante do 2o Pelotão da 8a Companhia do 3o Batalhão.
Partiu para a Itália no primeiro escalão da FEB, em 2 de julho de 1944.
Chegou a Nápoles em 16 de julho e frequentou o curso de treinamento de combate e liderança do 5o Exército Norte-Americano em Sant’Agatha Dei Gotti, Província de Caserta. Seu “batismo de fogo” acorreu em 16 de setembro de 1944 na região de Lago Massaciucolli.
Lutou em Vecchiano, Borgo a Mozzano e Vale do Rio Serchio, na cidade de Barga. Continuou combatendo na região da Rota 64, no Vale do Rio Reno nos Apeninos, Porretta Therme e outras localidades.
Participou dos três primeiros ataques ao Monte Castelo, em 24, 25 e 29 de novembro de 1944 e na defensiva do inverno em 1944 e 1945. No ataque a Castelnuovo – Soprassasso, em março de 1945, foi ferido por explosão de mina antipessoal, com amputação traumática da perna esquerda. Gravemente ferido foi internado nos seguintes hospitais da Itália: 32o Hospital de Sangue e 10o Hospital de Evacuação, em Pistóia; 7o Hospital em Livorno e 45o Hospital Geral em Nápoles.
Finalmente foi evacuado por via aérea para hospitais dos Estados Unidos da América: Hospital Bushnell General, em Brigham City, Utah e Hospital Fitzsimons General, em Denver, Colorado, no período de abril de 1945 a agosto de 1946. Foi agraciado com a Medalha Sangue do Brasil; Cruz de Combate de Primeira Classe; Medalha de Campanha; Medalha de Guerra; e Cruz de Guerra com Palma, do Governo Francês.
Foi reformado pelo Exército Brasileiro no ano de 1947. Na vida civil advogou desde 1950. Foi um dos fundadores e diretores da Companhia Telefônica de Pindamonhangaba, de 1963 a 1976. Foi vereador e presidente da Câmera Municipal de Pindamonhangaba. Foi um dos fundadores da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, seção de Pindamonhangaba, em 1947. O livro “Comandei Um Pelotão de Fuzileiros” é fruto da entrevista do autor, Eros José Sanches (militar do Exército Brasileiro), com o Ten-Cel Ref Tulio, realizada por carta no período de 2000 e 2001. O material colhido nessas entrevistas de história oral resultou em 67 respostas, coligidas e complementadas com notas amparadas na bibliografia da FEB. O autor buscou uma aproximação mais humanizada com o entrevistado, trazendo luz sobre a questão psicológica do homem em combate e a experiência dos brasileiros internados nos hospitais dos EUA. Tulio Carvalho Campello de Souza contribuiu genuinamente para esse desiderato.


Para quem deseja o seu exemplar, por favor envie pedido para o e-mail: erosanches@hotmail.com

domingo, 13 de outubro de 2013

PIN DA MÃE DO EXPEDICIONÁRIO

Raríssimo pin da mãe do soldado da FEB que algumas recebiam para sinalizar que seus filhos foram lutar na Segunda Guerra Mundial. Material metal esmaltado. 
(acervo O Resgate FEB) 
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 Flâmula da mãe em serviço da FEB, exposta no Museu da FEB de Petrópolis (RJ)
Foto :Rafael Leonardo Fidalgo Zary

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Flâmula Regimento Ipiranga - F.E.B.

Flâmula do cinquentenário do Regimento Ipiranga, (6º Regimento de Infantaria) na moldura de madeira que pertenceu a um sargento da FEB.
(acervo O Resgate FEB) 
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Histórico

O 6º RI - Regimento Ipiranga é uma das unidades de gloriosas tradições da Infantaria Brasileira. O seu nome está inscrito de maneira indelével na História Militar do Brasil.
Criado em junho de 1908, constituído pelos 16º, 17º e 18º Batalhões, de origens históricas dos 27º, 34º e 14º BI, respectivamente, foi instalado em 22 de março de 1909 no quartel do Bairro da Soledade, em Recife, estado de Pernambuco. Transferido, em 07 de junho de 1909, para Curitiba, combateu, entre 1913-1915, os rebeldes na Campanha do Contestado,disputa territorial entre o Paraná e Santa Catarina.
Foi reorganizado, posteriormente, em 08 de fevereiro de 1918, na Avenida Ribeiro da Silva nº 28, Campos Elísios, em São Paulo. Mais tarde, foi transferido para Caçapava/SP, instalando-se na antiga Fábrica de Tecidos da Cia. Industrial Ltda., adquirida pelo Exército.
O primeiro juramento à bandeira dos recrutas, em Caçapava, realizado em 30 de junho de 1918, na Associação Caçapavense, teve como paraninfo Olavo Bilac, patrono do Serviço Militar.
O 6º RI participou da Revolução Paulista de 1924; da Revolução constitucionalista de 1932, em defesa da democracia; debelou focos comunistas que ameaçavam a unidade durante a Intentona Comunista de 27 de novembro de 1935.
Integrou a 1ª D.I.E. - Divisão de Infantaria Expedicionária na Itália durante a 2ª Guerra Mundial. Foi a primeira tropa brasileira a entrar em ação, em 15 de novembro de 1944, e a unidade com maior números de jornadas em combate. Participou de revezes e vitórias de Loma Dissotto, San Quirico, Monte Castelo, Montese e Collecchio, do combate e do cerco de Fornovo di Taro, de 28 e 29 de abril de 1945. Culminou com a Rendição Incondicional da 148ª Divisão de Infantaria Alemã, remanescentes da Divisão da Itália e da 90ª
Divisão Panzer Granadier, brilhante ação que consagrou o 6º RI nos campos da Itália . Foram 14.739 prisioneiros, cerca de 1.500 viaturas, 4.000 canhões e grande estoque 
de armamento e munição.

Fonte - Exército Brasileiro - Adaptado da Revista Verde-Oliva N.º 157 - Setembro/Outubro 1997. 

sábado, 5 de outubro de 2013

Benção do Papa Pio XII para os expedicionários


Muitos expedicionários foram ao Vaticano entre uma batalha e outra pedir a benção do Papa
Pio XII. Estes receberam esse raro documento com a marca d'agua do Papa em alto relevo e
assinatura do Arcebispo Joseph Migone. Este em nome de Antonio Attard, datado de Junho de 
1945, recebido direto das mãos do Papa conforme relatos dele.

Acervo do Adriano Bueno neto do praça Antonio Attard.

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Veteranos da Força Expedicionária Brasileira de Olímpia-SP na Segunda Guerra Mundial.

Relação dos pracinhas da FEB de Olímpia- SP, que estiveram na Itália na Segunda Guerra Mundial. As fotos estão expostas em um mural,  no Museu do Folclore de Olímpia.Dos vinte  pracinhas Olimpienses todos já falecidos.
Ademar Ribeiro Luz, 3º sargento Luz, identidade militar 1G-301-003, unidade de embarque Departamento Pessoal, ,data de embarque 23/11 /44,  unidade de retorno 11ºRI e voltou para o Brasil em 22/08/45.
Adriano Sponchiado,soldado Sponchiado, identidade militar 2G-109-579, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44,unidade de retorno ROAuR e voltou para o Brasil em 22/08/45.
Altino Egídio, soldado Egídio, identidade militar 2G-113-707, unidade de embarque 6ºRI, data de embarque 02/07/44, unidade de retorno 6ºRI e voltou para o Brasil em 18/07/45.
Américo Alves da Cunha,cabo Cunha, identidade militar 4G-115- 714, unidade de embarque Departamento Pessoal, data de embarque 23/11/44, unidade de retorno 11ºRI e voltou para o Brasil em 22/05/45.
Aniceto Cavassana,soldado Cavassana, identidade militar 1G-304-865, unidade de embarque Departamento Pessoal, data de embarque 23/11/44, unidade de retorno 11ºRI  e voltou para o Brasil em 17/09/45.
Antonio Carlos Entreforte,soldado Entreforte,identidade militar 2G-90-897, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAuR e voltou para o Brasil em 22/08 45.
Armando Ribeiro Luz, soldado Luz,identidade militar 1G-288-901,unidade de embarque Policia Militar (MP-Military Police),data de embarque 02/07/44, unidade de retorno MP e voltou para o Brasil em 18/07/45.

Carlos Pippol Raia, soldado Raia,identidade militar 2G- 125-287, unidade de embarque 1º RI, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 1ºRI, e voltou para o Brasil em 22/08/45.
Dirceu da Silva Batista
Eduardo Quessada,soldado Quessada,unidade de embarque 1ºRI, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno EVACUADO e voltou para o Brasil em 06/03/45.
Esperandio Cristofolo,soldado Cristofolo,identidade militar 2G-111-373, unidade de embarque 6ºRI, data de embarque 02/07/44,unidade de retorno 6ºRI e retornou para o Brasil em 18/07/45.
Jeronimo Tomaz da Silva, soldado Silva, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno EVACUADO e voltou para o Brasil em 22/02 45.
João Amigo, soldado Amigo,unidade de embarque Departamento Pessoal, identidade militar 1G-306-059, data de embarque 23/11/44, unidade de retorno 11ºRI, e voltou para o Brasil em 17/09/45.
João Nazareth, soldado Nazareth, identidade militar 2G 90- 879, unidade de embarque 12ºROAuR. data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAUR, e voltou para o Brasil em 22/08/45.
João Sanches,soldado Sanches, identidade militar 2G-90-875, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAuR e voltou para o Brasil em 22/08/45.
Leonídio Porcionato, soldado Porcionato, identidade militar 5G-129-587, unidade de embarque Departamento Pessoal, data de embarque 23/11/44, unidade de retorno Departamento Pessoal e voltou para o Brasil em 30/10/45.
Luiz Cucato, cabo Cucato,identidade militar 2G-90-900, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAuR, e voltou para o Brasil em 22/08/45.
Manoel Argueles, soldado Argueles, identidade militar 2G-90-979, unidade de embarque 12ºROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAuR e voltou para o Brasil em 22/ 08/45.
Osmar Almeida luz
Umberto Balbo, soldado Balbo, identidade militar 2G- 93-745, unidade embarque 12º ROAuR, data de embarque 22/09/44, unidade de retorno 12ºROAuR e voltou para o Brasil em 22/08 45.
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Agradeço a gentileza do vereador Jesus Ferezin em enviar os dados e fotos dos pracinhas Olimpienses para o blog O Resgate FEB para está matéria e resgatar e manter viva a memória da FEB  e seus feitos nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial.
Blog O Resgate FEB

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Homenagem a um herói de guerra da F.E.B

Há 59 atrás, o expedicionário Geraldino Braga tirou a própria vida em um ato de desespero.
Nasceu em 15/ 02/ 1920. Se fosse vivo, estaria com 93 anos.
Nasceu em Duas Barras, Região serrana do Rio de Janeiro.
Meu pai foi no primeiro escalão. Ele voltou com problemas psicológicos, complexo de culpa, com mania de suicídio e se matou com apenas 34 anos em Teresópolis-RJ, onde nós morávamos. Minha mãe ficou com 3 filhos.
Foto foi tirada na Itália em maio de 1945, ele estava com 25 anos.
"Meu pai era carpinteiro, filho do italiano Fortunato Braga e Laura Braga. Ele casou com minha mãe em setembro de 1945 com Júlia Barbeta Braga, mas só viveu 9 anos depois da Guerra. Os nomes dos irmãos são muitos, porque meu avô se casou três vezes. Mas vou dizer alguns: Alberto, Mario , Antônio,Fortunato, João, Madalena, Maria Clara, Vitória, Sotero, Regina Dusolina e Olandino."

Homenagem do Portal FEB e O Resgate FEB para Ilsa Maria Braga.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Apitos usado pela MP da F.E.B

Dois apitos utilizados pela Military Police na Segunda Guerra pela FEB.O da esquerda apito de metal US ARMY fornecido pelos americanos o da direita brasileiro de metal esta no cadernos de encargo da intendência da FEB. (acervo O Resgate FEB)
 Esquerdo o americano e o direito o brasileiro
Apito brasileiro da FEB
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Histórico

A polícia militar (MP do inglês Military Police) segundo o conceito usado internacionalmente - é a corporação que exerce o poder de polícia no âmbito interno das forças armadas, garantindo a segurança, a ordem e a lei no seu seio. Geralmente, a sua ação limita-se apenas às instalações e aos membros das forças armadas.
Em tempo de guerra, além das anteriores missões, a polícia militar também se pode encarregar da defesa imediata de infraestruturas estratégicas, da proteção de altas individualidades militares e civis, da administração dos prisioneiros de guerra, da regulação do tráfego rodoviário e da segurança pública nas regiões sujeitas a administração militar.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

‘Se eles fossem descobertos, seriam fuzilados por alemães’

Por que alguém bota sua família em risco por um sujeito que nunca viu na vida? Meu colega foi abatido, saltou em território inimigo e ficou escondido na casa de uma família italiana. Se eles fossem descobertos, seriam fuzilados por alemães. Não consigo entender. Essa pergunta fica até hoje na minha cabeça: por que eles ajudavam? Porque o fascista não perdoava: ia a família inteira. Anos depois, a Franca, que era a jovem que cuidou do meu amigo, veio nos ver no Brasil. Nós éramos todos jovens e voluntários. Todos.Eu era instrutor de pilotagem da Escola da Aeronáutica quando abriu o voluntariado para o 1.º Grupo de Aviação de Caça. Cumpri 93 missões durante a 2.ª Guerra Mundial. Minha primeira missão foi um passeio. Eu era o número quatro da esquadrilha. Normalmente, o mais novo era o último que mergulhava. Ia sempre atrás do seu líder. É claro que todo mundo sabia que ia levar tiro. Não podia passar pela cabeça de ninguém que você ia para um negócio daqueles (guerra) sem acontecer nada. Mas o tiro a gente não via. Você ouvia o barulho: páááááá. Não dava nenhuma sensação. Naquele momento, sua cabeça estava preocupada com a missão a realizar.
 José Rebelo Meira de Vasconcelos, brigadeiro e piloto de caça
Eu me lembro do dia em que fui atingido. Deve ter sido por uma granada de 20 mm. Num determinado momento, o comandante da esquadrilha disse: "See, atenção, vamos fazer um break para a direita de 90°". O break era uma curva fechada porque estávamos com um campo de vida franca pela frente. Campo de vida franca era um campo de aviação. Era um terror, pois eles eram tremendamente defendidos. Esse break era justamente para sair de lá. Mas me esqueci de que havia uma pista nova nessa base e, quando acabei minha curva, vi na minha frente aquela faixa preta das explosões. Aí eu já levei uma cacetada direto - baaaannnn -, que quase joga o avião no chão. Joguei fora o tanque extra e colei no chão para voar o mais baixo possível e fugir da artilharia antiaérea. O avião (P-47) era um monstro, era uma coisa inacreditável de forte.
Eu voei no último dia da guerra. Tudo já estava praticamente decidido. Sabia-se que ia haver uma parada do alemão. Nesta missão, foram dois pilotos: eu e meu ala. A ordem era fazer reconhecimento armado, como a gente chamava, sem atirar. Só o faríamos se fôssemos alvejados pelo inimigo. Mas, na realidade, quando chegamos estava todo mundo na rua. Todos com lenço, aquela euforia maluca de que a guerra tinha acabado. Milhões de pessoas tinham ido embora, mas o resto estava salvo. Voamos baixo. A gente passava, todos faziam sinal com a mão. Foi como se fosse um 7 de setembro. 
O Estadão