quarta-feira, 30 de maio de 2012

Pin Libertação de Nápoles e pin do 5º exército americano.

Pin do 5º exército americano de fabricação italiana em comemoração a libertação de Nápoles em 1 de outubro de 1943, que junto com a FEB lutaram na Itália.
(acervo O Resgate FEB)
Este pin do 5º exército americano muito trazido pelos pracinhas brasileiros feito na época do conflito.
(acervo O Resgate FEB)

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domingo, 27 de maio de 2012

Homenagem a F.E.B em Belo Horizonte - MG

Monumento à Força Expedicionária emociona pracinhas em BH.Peça de artilharia usada na Segunda Guerra foi instalada na Zona Leste da capital.
Armamento utilizado na Segunda Guerra pela FEB
A inauguração de dois monumentos chamou atenção de quem passou pela Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte, na manhã deste domingo. Trata-se de um obuseiro e uma estátua de soldado, em homenagem à Força Expedicionária Brasileira (FEB), que lutou na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Os dois monumentos foram instalado no jardim central da avenida Fracisco Sales, em frente ao Museu da FEB. O destaque é um obuseiro, uma espécie de canhão utilizado para atingir pontos aleatórios de determinada área durante ação militar. A peça é original da Segunda Guerra, fabricada em 1944, com calibre de 155 mm. 

A inauguração reuniu militares, entusiastas de viaturas militares, veteranos do Batalhão Suez e da Segunda Guerra, os famosos pracinhas. Jeeps e outros carros utilizados no confronto despertaram interesse de quem passava pelo local. A homenagem emocionou quem viveu na pela os horrores da guerra.
"A gente fica triste ao lembrar daquele tempo. Lembro de colegas que morreram com rajadas de metralhadora, gritando para que continuássemos em frente pela pátria, enquanto hojes muitos nem ligam. Mas fico feliz em saber que somos lembrados, já que são poucos agora da nossa geração", comenta o pracinha João Batista Moreira, de 91 anos.
Thiago Ventura - Estado de Minas

Publicação: 27/05/2012 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Baioneta F.E.B / US. Garand baionet M1 10"

Baioneta original do M1 Garand  Rifle de 10",marca do fabricante AFH/US (American Fork Hoe) utilizada pela FEB na Segunda Guerra Mundial. Bainha em fibra.
(acervo O Resgate FEB)

Baioneta exposta na Casa da FEB (RJ)

Repare a baioneta no cinto dos pracinhas.
(clique na foto para ampliar)
HISTÓRIA
Existiram vários tipos de baionetas usadas pelos americanos nos fuzis M1 Garand, sendo o modelo 1905 a baioneta associada ao M1. O modelo 1905 foi fabricada pela Springfield Armory and Rock Island Arsenal de 1906 a 1922. Esta baioneta possui uma lamina de 16" de comprimento, com acabamento original brilhante, devido ao polimento, azulada e parquerizada. O acabamento parkerizado não era feito em arsenal, apenas em contratos comerciais de empresas privadas (Utica Cutlery, Oneida Limited, Wilde Drop Forge and Tool, Pal Blade and Tool, American Fork and Hoe, e Union Fork and Hoe). O modelo 1905E1 era uma baioneta que originalmente possuía lamina de 16", mas que foram encurtadas para 10". Esta modificação foi feita durante a II Guerra por empresas privadas. As baionetas M1 de 10" parkerizadas foram fabricadas de 1943 a 1945 pelas empresas privadas American Fork and Hoe, Oneida Limited, Union Fork and Hoe, Pal Blade and Tool, Utica Cutlery. 
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

OFICIAIS E SOLDADOS DA F.E.B.

Duas realidades contrastantes

A FEB deu origem a dois tipos de veteranos. Enquanto o soldado comum foi enviado de volta para casa, alguns oficiais teriam destacada atuação política

Ao desembarcar no Rio de Janeiro, no início de agosto de 1945, a FEB trouxe os embriões de dois tipos de veteranos. Os que seguiriam no Exército como oficiais, beneficiando-se de suas experiências e participando de articulações dentro e fora dos quartéis, e aqueles que simplesmente seriam rapidamente enviados de volta para casa.
Preocupados com os desdobramentos políticos da presença no País de uma tropa que havia combatido e ajudado a derrubar duas ditaduras em território europeu, os ministros militares de Getúlio Vargas ordenaram a imediata desmobilização da divisão. Aos veteranos, após os três dias de desfiles da vitória, o governo prontificou-se a pagar o soldo correspondente aos 239 dias de engajamento na Itália e a passagem de volta para casa.
Oficiais da FEB no Inverno Italiano.(acervo o Resgate FEB)
A maioria dos veteranos ficou entregue à própria sorte. A partir de 1946, as pensões foram permitidas apenas àqueles que pudessem comprovar incapacidade física decorrente da guerra, o que não era nada fácil. Somente no início dos anos 80, o governo reconheceria o direito a uma pensão para todos os expedicionários, mas muitos dos pracinhas não viveram o suficiente para usufruir desse benefício.
No outro extremo, uma oficialidade média composta por figuras como o então tenente-coronel Humberto de Alencar Castelo Branco, membro do Estado - Maior da FEB na Itália, ou o capitão Golbery do Couto e Silva, integrante do Serviço de Inteligência do Exército na divisão expedicionária, iriam se tornar exemplos dos que alavancariam suas carreiras depois da guerra. Eles traziam a convicção de que somente as Forças Armadas poderiam colocar o Brasil no caminho do progresso material. A convivência com os norte-americanos fizera também boa parte deles entusiastas dos valores anticomunistas.
Nos turbulentos anos que se seguiram ao suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, muitos desses oficiais veteranos da FEB circulariam por instituições e órgãos influentes, como o Clube Militar e a Escola Superior de Guerra. No final de 1963, quando a suposta ameaça comunista, representada pela figura do então presidente João Goulart, se fazia insustentável aos olhos do governo dos Estados Unidos, o coronel Vernon Walters, um antigo oficial de ligação entre o 5º Exército norte-americano e a FEB, seria nomeado adido militar no Brasil. De outubro daquele ano até 31 de março de 1964, Walters retomaria o contato com antigas amizades seladas na Itália. Coincidência ou não, o general Cordeiro de Farias, comandante da artilharia expedicionária durante a guerra, Castelo Branco e Golbery, todos amigos do adido militar, formariam a linha de frente do movimento que derrubaria Goulart e estabeleceria uma ditadura que duraria 21 anos. Castelo Branco iria se tornar o primeiro presidente do novo regime, enquanto Golbery fundaria o Serviço Nacional de Informações (SNI).
 TEXTO: Márcio Sampaio de Castro.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

SOLDADOS DO BRASIL - F.E.B.

Panfleto impresso na Itália em 12 de abril de 1945 pelo V Exército americano, IV Corpo do Exército americano e 1ª Divisão de Infantaria da FEB anunciando a aproximação do fim da guerra assinado pelo General de Divisão João Batista Mascarenhas de Moraes (Cmt da D.I.E).
(acervo O Resgate FEB )
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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Muito violentos e agressivos - F.E.B

Opinião de um soldado alemão sobre as tropas da FEB

Meu colega Francis Hallawey, da BBC, perguntou ao cabo alemão o que ele achava dos soldados brasileiros. O cabo respondeu:

- São muito violentos e agressivos. Lá na nossa frente os tenentes e os sargentos nos avisam diariamente para termos cuidado com os brasileiros.
livro ‘O Inverno da Guerra’
de Joel Silveira

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Medalha souvenir de libertação de Roma

Medalha souvenir da libertação de Roma pelos aliados em 4 de junho de 1944, lembranças trazidas pelos pracinhas brasileiros.
(acervo o Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)
Soldados americanos no Coliseu de Roma em 5 de junho de 1944

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jeeps militares no Brasil. F.E.B

Os jeeps só começaram a chegar ao Brasil em 1942, depois do acordo de assistência militar com os Estados Unidos (chamado Lend-Lease). No momento em que o Brasil declarou guerra contra o Eixo, bases americanas foram montadas em cidades costeiras como Recífe, Natal, ou mais ao Norte, como Belém, na rota aérea para o Norte da África. Logo, uma grande quantidade de material americano começava a chegar para uso de nossas forças armadas, também por via marítima, estando o Jeep entre estes.
Jeeps utilizados pela FEB ma Itália.
Há relatos de alguns raríssimos Willys MA (sem registro) e "Slatt Grill" ("grade de grelha"), raríssimos Ford GP (sem registro) e Bantam BRC-40 (ao menos um exemplar existente), todos estes fabricados em 1941, estarem entre as primeiras unidades que chegaram ao Brasil. Estes modelos da fase de pré-produção, foram enviados para muitos países (Inglaterra, Rússia, China, Brasil).

Todo o material motomecanizado da Força Expedicionária Brasileira - FEB lhe foi entregue pelo Exército Aliado já em solo italiano. Algumas das viaturas recebidas eram “veteranas de guerra”, pois haviam sido utilizadas nas campanhas da Sicília e Norte da África. Um dos principais motivos para a FEB receber algumas viaturas já utilizadas, era a necessidade de remanejamento de material para a operação Overlord no Norte da França (Dia D).
As viaturas recebidas eram de número inferior às necessidades de nossa tropa, e nossos motoristas, após um breve treinamento de direção já em solo italiano, cuidavam delas com muito carinho, como se fossem verdadeiras “damas”. Prova disso, é que todas possuíam nomes pintados em sua lataria, alguns fazendo referência às “pessoas amadas” que ficaram no Brasil. Podemos citar, como exemplo, o Jeep FEB 330 que recebeu o nome DELOURDES e o Jeep FEB 310 com nome de MACACA. Até o Jeep do Gen Mascarenhas
atendia pelo nome de LILIANA, homenagem do Cmt da FEB à sua filha. (Este Jeep foi recuperado e está em exposição no Monumento aos Mortos na 2ª GM – RJ).


Uma curiosidade eram as chaves de ignição das viaturas, solidárias aos painéis para evitar o risco de perdê-las. Outra curiosidade importante, era que nossas
viaturas não possuíam uma numeração catalogada pelo Exército Brasileiro (conhecida por nós pelo “EB” da Viatura) e sim catalogada pelo Exército Americano, o que de certa maneira, dificultava um pouco o controle do material por parte dos escalões responsáveis da FEB. Por outro lado, facilitava em muito o lado dos pracinhas brasileiros, que conseguiam repor rapidamente as viaturas perdidas em combate.
Os americanos, em algumas missões, deixavam suas viaturas encostadas, camufladas e sem ninguém para tomar conta delas; bastava passr por aquele local uma patrulha brasileira que, ao observar a viatura americana sem sentinela para vigiá-la, a “pegava emprestada”, já que a chave de ignição estava no painel.
Ao chegar nos acampamentos brasileiros, a estrela e as inscrições do Exército Americano eram lixadas e pintado, em seu lugar, o nosso Cruzeiro do Sul, o nome FEB e um número qualquer, além, é claro, de um nome brasileiro pelo qual aquela viatura passava a ser conhecida. Quando a patrulha americana voltava, ficava surpresa e sem saber o que aconteceu com sua viatura, retornando aos seus acampamentos à pé.
Jeep ambulância.
Muitos jeeps da produção do período da guerra (de 41 à 45) também foram comprados pelo Brasil nos anos seguintes ao conflito, como excedente de fabricação americana ("war surpluss"). A Força Expedicionária Brasileira (FEB) dispôs na Itália de 655 Jeeps que entraram em combate em muitas missões. 
Jeep utilizado por Mascarenhas de Morais na Itália.
O Jeep do general Mascarenhas, batizado de Liliana, está no Museu Conde de Linhares no Rio, mesmo sem evidências de que é exatamente o mesmo que foi usado na guerra ou uma caracterização. Muitos destes veículos voltaram ao Brasil com o fim da guerra, continuando em atividade nos quartéis do Exército em todo o país. Desmobilizados, após bastante tempo de serviço, vários deles ainda rodam na mão de civis e colecionadores.
Jeep modelo Wyllis
Peso: 1.054 Kgs
Peso Carregado: 1.417 kgs
Comprimento: 3,36 mts
Largura: 1,85 mts
Altura: 1,77 mts
Inclinação: 60%
Motor: Willys MB 2.2 litros in-line de 4 cilindros
Velocidade Máxima: 105 km/h
Alcance: 480 km
Tanque de Combustível: 57 litros

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Chapéu tropical. US

Chapéu modelo tropical usado a partir de 1941 pelos americanos  na Segunda Guerra.O pracinhas usaram o modelo brasileiro "Zé Carioca".Os pracinhas podiam comprar peças da farda americana na Itália
(acervo O Resgate FEB)
O chapéu a esquerda no museu Casa da FEB no Rio de Janeiro.
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sexta-feira, 30 de março de 2012

FREI ORLANDO - Capitão Capelão Antônio Álvares da Silva

Nasceu em um pequeno povoado do interior de Minas Gerais, à margem direita do rio São Francisco, chamado Morada Nova, em 13 de fevereiro de 1913. Batizado, ganhou o nome de Antônio Álvares da Silva. Órfão com apenas um ano de idade, foi criado por família que prezava a religião católica. Depois da primeira comunhão, em 1920, passou a frequentar assiduamente o catecismo. Nele revelou-se nitidamente o pendor para a vida clerical, o apreço pelas coisas da Igreja, a compaixão pelos humildes. Foi assim que, tendo iniciado seus estudos em Divinópolis (MG), seguiu para a Holanda, de onde retornou para sua ordenação como sacerdote. Não era mais Antônio, mas, sim, o frei Orlando.
Frei Orlando
Ordenado frade, frei Orlando foi para São João del Rei, onde lecionou no Colégio de Santo Antônio, um estabelecimento de ensino dirigido pela Ordem dos Franciscanos Menores. Tinha 24 anos de idade. Caridoso, o jovem padre instituiu a "Sopa dos Pobres", uma obra de assistência social que chegou a receber o apoio voluntário de muitos integrantes do 11º Regimento de Infantaria (11º RI). Nessa época, deparou com os preparativos da Força Expedicionária Brasileira (FEB) para a II Guerra Mundial, vendo a cidade em polvorosa com a chegada dos muitos convocados para integrar os contingentes da FEB.
Viu o 11º RI partir e não se conformou em permanecer impassivelmente na cidade. Assim, quando o então comandante do regimento, coronel Delmiro Pereira de Andrade, solicitou a indicação de um religioso para capelão militar ao Comissariado dos Franciscanos em São João del Rei, frei Orlando viu a oportunidade de concretizar um de seus mais acalentados sonhos: o de ser missionário sem fronteiras, ir a qualquer parte do mundo para multiplicar os discípulos de Deus. Integrou-se, então, à FEB, e seguiu para a Europa. Seu primeiro trabalho foi celebrar uma missa na catedral de Pisa para os pracinhas brasileiros.
Naquela manhã de fim de inverno europeu, em meio aos seus colegas, estava Frei Orlando, bravo Capelão do II Batalhão do 11º RI.
Era jovem. Físico de atleta. Cabelos negros. Semblante sempre alegre. Onde ele estivesse, estaria também à alegria. Era assim Frei Orlando. Por todos estimado.
Pelo seu heroísmo e pela sua bravura, granjeou o respeito e a admiração de todos os componentes de 11º RI.
Nos momentos mais cruéis e mais difíceis, quando o fogo da metralha e o arrebatar das granadas castigavam os homens do seu Batalhão, ali estava ele, com um realejo, a tocar para animar os soldados em luta. Para alguns, aquilo poderia parecer uma temeridade, mas não era. Ele, no meio dos soldados, simbolizava, em toda a sua inteireza, a figura do pai extremado junto aos filhos, na hora em que suas vidas corriam perigo.
“Frei Orlando, saia daí, seu lugar é junto ao médico!”. Gritavam-lhe o tenente e o sargento do pelotão. Mas o Capelão ficava. Ficava para encorajar os filhos, animando-os à luta.
Após uma reunião para tratar de assuntos referentes a Capelania, Frei Orlando não tinha viatura para regressar a Riola, onde estava o PC.
Decidiu ir a pé. Ao chegar a trezentos metros de Bombiana, encontrou um capitão do seu Batalhão, que lhe deu uma carona. Depois de percorrer uma boa parte da estrada poeirenta, o jipe esbarra numa pedra e para. Descem os ocupantes. Um “partigiano” que ia na viatura procurou remover o obstáculo, mas fê-lo desastradamente. Com a coronha do fuzil, procurou tirar a pedra de sob o eixo traseiro da viatura. A arma estava carregada, e com o esforço, detonou, atingindo em cheio o coração de Frei Orlando, que exclamou: “Minha Nossa Senhora!” O Capitão veio em socorro. Com o terço na mão, fala ao amigo: “Não há mais jeito, estou ferido”. Rezando, morreu.
Aquelas mãos, agora contraídas no terço da Virgem, foram mãos que tantas vezes abençoaram; que tantas vezes se ergueram aos céus para pedir pelos filhos, que, distantes da Pátria, bravamente lutavam para que o Brasil e o mundo fossem livres.

Fonte: Revista Militar Brasileira 
           Site ANVFEB


sexta-feira, 23 de março de 2012

Patch da Força Expedicionária Brasileira.

Raro patch da FEB (Cobra Fumando) feita pelas bordadeiras italianas tipica da cidade de Florença para os pracinhas brasileiros, pertenceu ao 1º tenente da infantaria morador da cidade do Rio de Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)

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A origem da expressão " A COBRA ESTÁ FUMANDO"  era uma alusão à posição brasileira em relação ao conflito; alguns acreditavam que seria mais fácil fazer uma cobra fumar que o Brasil entrar em guerra. Esta expressão tornou-se o lema da FEB-Força Expedicionária Brasileira. Empregou 25.334 homens que lutaram ao lado dos Aliados da Itália durante a Segunda Guerra Mundial.

segunda-feira, 19 de março de 2012

LUVAS DE INVERNO USADO PELA F.E.B.

Luvas de fabricação americana para temperaturas abaixo de zero no rigoroso inverno de 1944 usadas pela FEB.O nome oficial deste modelo é wool / leather gloves palm ou seja luvas de lã com palmas de couro.
(acervo O Resgate FEB)
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