domingo, 30 de janeiro de 2011

DIPLOMA E MEDALHA DE CAMPANHA DA F.E.B.

Medalha de Campanha da Força Expedicionária  Brasileira da Segunda Guerra Mundial.
Decreto Lei n. 6795 de 17 de Agosto de 1944.Conferida aos militares da ativa, da reserva e assemelhados, que participaram de operações de guerra, sem nota desabonadora.Também foi conferida a militares dos Exércitos das Nações amigas e Alidadas que tenham tomado parte na campanha, incorporados às nossas forças. A medalha é uma Cruz de Malta tendo ao centro da legenda FEB, contornadas por uma coroa de louros, símbolo da glória militar. Sobre os três ramos da cruz, a data 16-VII-1944 – que é a data do desembarque na Europa da Força Expedicionária Brasileira.
(acervo o Resgate FEB)

 Diploma da Medalha de Campanha da FEB concedida ao Sargento Anélio Silva Araújo 
  como integrante da FEB e participado de operações de guerra na Itália.
(clique na foto para ampliar)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

DIPLOMA E MEDALHA SANGUE DO BRASIL-F.E.B


A Medalha de Sangue do Brasil foi criada por intermédio do Decreto-Lei nº 7.709, de 5 de julho de 1945 com o objetivo de a agraciar oficiais, praças, assemelhados e civis, destacados para o teatro de operações na Itália, e que ali tivessem sido feridos em consequência de ação objetiva do inimigo.
 Características:
Anverso: Sabre das Armas da República.Três estrelas vermelhas representando os três ferimentos recebidos pelo General Sampaio, no dia 24 de maio de 1866, na Batalha de Tuiuti e Guerra do Paraguai. Dois ramos de "Pau Brasil", orlando a medalha, lembram a Pátria e as origens de seu nome glorioso. Uma faixa arqueada está inscrita – Sangue do Brasil.
Reverso: esfera da Bandeira Nacional envolvida pelos dois ramos de "Pau Brasil".A fita é de cor vermelha com um friso central, dividido em três partes iguais com as cores nacionais: amarelo, verde e amarelo.
Este Diploma da Medalha de Sangue do Brasil foi entregue ao soldado Francisco de Oliveira do 11º RI, nasceu em Blunemau (SC) em 05/06/1923 ferido em combate em 10/06/1944 em Marrano (Itália) na Segunda Guerra Mundial.

(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)
                                                          

domingo, 23 de janeiro de 2011

Teaser - A Montanha O FILME - F.E.B

“A Montanha” – O Filme


Finalmente teremos um filme sobre os combatentes brasileiros que atuaram nos campos da Itália na luta contra o nazifascismo no período de 1944-1945, digno de ser visto.Seu autor Vicente Ferraz, foge um pouco do viés documentarista,  parte de uma ficção, retratando a tomada de Monte Castello, que dá titulo ao filme, A Montanha. Tal fato na época, se constituiu no maior desafio da tropa brasileira. Logisticamente, o Monte Castello, está situado próximo a Bolonha, cerca de 60 quilômetros,  um baluarte alemão que compunha a Linha Gótica, fortemente armada, com mais de 200 mil minas terrestres, além dos fossos anti tanques, e os fortins guarnecidos por atiradores de elite.
A missão mais importante era tomar esta montanha ,chamada de Fantasma pelos brasileiros. Por ela passava a Estrada 64, que ligava o norte, ao sul da Itália, local preponderante para quem necessitava levar reforços para suas tropas. Por outro lado, os norte americanos, dos quais éramos aliados, precisavam tomar Bolonha, centro nevrálgico no final da guerra. Ao passar a responsabilidade aos brasileiros de tomar esta montanha, a intenção era também dividir as forças nazistas. Da parte brasileira, foram necessárias 5 tentativas para  a conquista do local, tudo sendo iniciado em novembro de 1944, com tropa “fresca” e mal preparada.
Para o pesquisador que se debruça sobre a história dos veteranos brasileiros nesta guerra, dificilmente deixa de encontrar referencias á tomada de Monte Castello, seja em documentos oficiais, bem como em periódicos da época, registrados pelos correspondentes de guerra brasileiros, nos jornais dos batalhões, nas memórias dos pracinhas  ou em seus diários, como o material por mim pesquisado e transformado em livro com o titulo Diários de Guerra, recentemente lançado.
Em relação ao filme de Vicente Ferraz,  embora conduzindo uma ficção,  o autor narra a história de quatro combatentes, que diante de uma ataque surpresa do inimigo em Monte Castello, abandonam seu grupamento, tentam depois retornar às linhas brasileiras, mas caem em um campo minado e diante do comprometimento do  dever e da honra, temem pelo  estigma da deserção.
Na narrativa  que encaminha, sem o comprometimento factual, possivelmente, o autor nos aproxime dos episódios ocorridos do dia 2 de dezembro de 1944. Desde novembro desse ano, vinha a tropa brasileira empenhada na conquista da montanha, sem sucesso.Neste dia, seguindo uma missão de guerra, os soldados do 1º batalhão do 11º. Regimento de São João Del Rey, substituiria outro do Regimento Sampaio. Eram tropas extenuadas, pela acirrada ânsia da conquista em local estrategicamente difícil, sob forte impacto continuo da artilharia alemã. Os recém chegados foram influenciados por noticias desalentadoras que minavam o moral dos soldados, estes, jovens recrutas sem o amadurecimento psicológico para tal enfrentamento.
Diante de fogo pesado da artilharia , os soldados debandam,  na corrida desenfreada, deixam  para trás armamento, equipamentos e munição, perdem os companheiros, e chegam na cidadezinha de Porreta Therme, local do quartel general  brasileiro. Desorientados, com os olhos esbugalhados e sujos de lama, foram vistos com incredulidade e desdém pelos habitantes. Lamentavelmente foram considerados covardes, mas sem julgamento, e nenhum apoio receberam do comandante da infantaria general Zenóbio da Costa. Ainda hoje tal assunto é considerado tabu entre os soldados.
Sobre o filme, trata-se de um grande projeto totalmente  filmado na Itália, desde 2007. Partem agora seus idealizadores para as ultimas tomadas feitas  nos locais ,nos montes nevados onde os fatos aconteceram. Atuam neste filme cerca de 25 atores dentro de um consórcio brasileiro, português  e italiano, a previsão é de  RS 9 milhões nesta produção do longa metragem. Cenas de minas que explodem, em um tempo quase real, foram alguns desafios enfrentados pelos protagonistas, após intenso treinamento com equipes especializadas do Exército Brasileiro. Entre os atores, alguns conhecidos como Richard Sammel de Bastardos Inglórios e Sergio Rubini .
Vimos um trecho do filme no teaser, chamou a nossa atenção pela beleza das imagens, em um cenário pouco conhecido dos brasileiros. Acreditamos que o filme seja um marco e motivação para o conhecimento de fatos ligados  à participação  brasileira na 2ª Guerra Mundial, retratando a saga de 25 mil brasileiros nos momentos vibrantes desta história tão pouco valorizada em nosso meio.
PDF com os dados do filme e produtora: http://www.primofilmes.net/pdf/montanha.pdf
Carmen Lúcia Rigoni
Historiadora.
Rua Carlos de Carvalho, 2435
Curitiba Paraná 
PESQUISA : SAITE PORTAL DA FEB.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CINTO EUB/F.E.B

Cinto EUB (Estados Unidos do Brasil) da decada de 30/40 com marca do fabricante na fivela, o mesmo utilizado pela FEB antes e durante, versão uniforme de campanha.
(acervo O Resgate FEB)
              
 Repare o febiano o primeiro da esquerda esta com o cinto EUB, versão uniforme de campanha.
                                                               (clique na foto para ampliar)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

SENTA A PUA - F.A.B

Pilotos da Senta Pua
Simbologia do Emblema
Faixa externa verde-amarela - o Brasil
avestruz - velocidade e maneabilidade do avião de caça e o estômago dos pilotos, que aguentava qualquer comida.
quepe do avestruz - piloto da Força Aérea
escudo - a robustez do P-47 e proteção ao piloto.
fundo azul e estrelas - o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul
pistola - poder de fogo do Thunderbolt
nuvem - o espaço aéreo
fumaça e estilhaços - a artilharia antiaérea inimiga
fundo vermelho - o sangue derramado pelos pilotos na guerra
frase "Senta a Pua" - o grito de guerra

O  grito que ecoava pela Base Aérea de Suffolk, em Long Island, Estados Unidos, intrigava os locais. Era em português, confabulavam. Mais do que isso, não sabiam. Realmente, era difícil para os homens do 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, que ali travavam conhecimento com o sensacional Republic P-47-Thunderbolt, explicar aos americanos o significado da expressão. Bem mais difícil do que pilotar o mais moderno avião de caça da Força Aérea dos Estados Unidos da América - motivo pelo qual os brasileiros, em junho de 1944, estagiavam no estrangeiro. Ao final do curso, que completaram com louvor, pilotos e pessoal de apoio estavam aptos a entrar em ação. Na colação, em uníssono, berraram uma derradeira vez o enigmático estribilho: "Senta a pua!"

 Os 19 pilotos que foram aos EUA buscar os novos P-47 incorporados à FAB após a 2ª Guerra Mundial - Em pé (esq p/ dir): Correia Netto, Goulart, Keller, Torres, Lima Mendes, Eustórgio, Nero Moura, Motta Paes, Rui, Perdigão, Lagares, Kopp e Horácio. Agachados: Neiva. Meira, Assis, Paulo Costa, Joel e Pessoa Ramos.
Foto: Sentando a Pua

Porto de Norfolk, Virgínia, EUA - 20.09.1944 (Quarta) - Aqui inicia-se a história do avestruz de quepe. Pronto para embarcar para o Teatro de Operações, com o grito de guerra em todas os gargantas, faltava ao Grupo um emblema. Coube ao Capitão Aviador Fortunato Câmara de Oliveira, o Comandante da Esquadrilha Azul, artista cuja característica é a criatividade de impacto, desenhá-lo, o que foi feito a bordo do navio USAF Colombie, que transportou a Unidade do Porto de Norfolk. Virgínia, EUA, ao porto de Livorno. Apareceu, então, pela primeira vez, a figura atlética do Avestruz do 1º Grupo de Caça, que nunca escondeu a cabeça diante do perigo, como reza a tradição dos seus primos.
Ao contrário, os que o levaram em suas missões de guerra, pintado na carenagem do motor dos Thunderbolts, foram condecorados por atos de bravura pelo Governo dos Estados Unidos, por proposta do Comandante da 12ª Força Aerotática da USAF, a quem o 1º Grupo de Caça estava subordinado operacionalmente no Teatro de Operações do Mediterrâneo.
O Avestruz Guerreiro do "Senta a Pua!" foi para a FAB o que representa o emblema "A Cobra Está Fumando" para o Exército, através das batalhas de Monte Castelo, Montese e outras, sustentadas e vencidas pelos heróicos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira.O 1 º Grupo de Aviação de Caça, na Itália, 1944-1945
Durante os treinamentos ainda nos Estados Unidos, faleceu em um acidente,  O Tenente DANTE ISIDORO GASTALDONI

PESQUISA: Blog - Memória da Segunda Guerra Mundial.
                   A história da aviação Militar Brasileira na Segunda Guerra Mundial-1943/1945.

domingo, 9 de janeiro de 2011

FIRST AID KIT - PRIMEIROS SOCORROS -.F.E.B-US

Kit individual de primeiros socorros (FIRST AID KIT U.S.) usado pela FEB/USA na Segunda Guerra Mundial.Ficava preso ao cinto NA e era utilizado pelo próprio combatente em caso de ferimento.Estojo da marca WLMC.INC de 1944.
(acervo O Resgate FEB)
   
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Cartões postais de um pracinha na Itália. F.E.B.

Saudades de um pracinha na Itália de seus familiares no final da guerra.
(acervo O Resgate FEB)

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domingo, 19 de dezembro de 2010

Bota de Combate US - Segunda Guerra.

 Bota de combate americana (shoe pac 12 inches M 1944) da Segunda Guerra Mundial tamanho 11 apesar da idade está em perfeitas condições.A FEB não utilizou esta bota na Itália apesar de aparecer expostas em alguns museus expedicionários.
.(acervo O Resgate FEB)

                 
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Batalhão de Saúde da F.E.B

AMBULÂNCIAS DODGE WC-54 4x4 DO
BATALHÃO DE SAÚDE DA FEB
Itália 1944 – 1945


          A Força Expedicionária Brasileira (FEB), que lutou no teatro de operações da Itália na Segunda Guerra Mundial, em 1944/45, empregou ambulância motorizadas de diversos modelos e tipos no seu Batalhão de Saúde.
          O modelo mais comum e considerado o padrão utilizado no Exército norte-americano, ao qual a FEB estava agregada, foi a DODGE WC-54 4x4, categoria ¾ toneladas.
Ambulâncias Dodge WC-54 do Exército Americano na fábrica prontas para serem enviadas às frentes de combate. Crédito da foto: U.S.Army
          O Batalhão de Saúde recebeu 30 (trinta) destes modelos, que ajudaram a salvar a vida de muitos combatentes brasileiros, transportando-os desde a frente de batalha até os hospitais na retaguarda. Após o fim da guerra, todas vieram para o Brasil e foram incorporadas ao Exército.
          A famosa série WC (W = ano 1941 e C = capacidade carga ¾ toneladas) foi renomeada após o sucesso de seu emprego pelos ingleses no Norte da África, mantendo o WC como a nova designação de WEAPONS CARRIER (Transportador de Armas). A partir de 1942, a Dodge produziu 26 mil unidades até o final da guerra.
          Seu chassi foi usado para a confecção de diversas versões, todas com motor a gasolina Dodge T-24, de seis cilindros com válvulas laterais e refrigerados a água. A força motriz era transmitida desde o câmbio por meio de um curto eixo de transmissão até a caixa de redução, e daí por eixos até as rodas dianteiras e traseiras. A força propulsora podia atuar sobre as quatro rodas ou somente nas traseiras. O câmbio possuía quatro marchas à frente e uma à ré. O sistema elétrico era de 6 a 8 volts, seu peso na ordem de marcha era 2.685 quilos e a velocidade máxima de 88,5 km/h em estradas.
          Sua identificação era muito fácil e visível a grande distância, pois ela possuía uma grande cruz vermelha sobre fundo branco nas laterais, teto e traseira, além de duas pequenas acima do pára-brisa, tendo no centro a inscrição em branco “Ambulance”. Algumas chegaram a ter o emblema pintado na grade frontal. A versão brasileira tinha, além destas marcações, o cruzeiro do sul dentro de um círculo branco nas laterais da porta e marcações no pára-choque dianteiro, onde à direita estava a palavra FEB, seguida do número 710 (número de todos os veículos do Batalhão de Saúde), mais letra K (Destacamento de Comando). Podia ter também as letras A, B e C (1ª, 2ª e 3ª Cia de Evacuação, respectivamente) ou ainda a letra D (Cia de Tratamento), seguido de um pequeno emblema do cruzeiro do sul e o número do veículo (1 a 30), nas laterais, no alto, atrás das portas dianteiras e no lado direito da porta traseira, no alto. No traseiro, apenas não existe o logo do cruzeiro do sul.
Detalhe do emblema da FEB na porta desta ambulância. Notar ainda o pneu estepe (Museu do 1º Esq. Rec. Mec)Ambulância Dodge WC-54 do Batalhão de Saúde da FEB sendo consertada. (Museu do 1º Esq.Rec.Mec)
Quatro Ambulâncias Dodge WC-54 do Batalhão de Saúde da FEB na Itália 1944/45. Notar as marcações e emblemas. (Museu Cap. Pitaluga -1º Esq.Rec.Mec)
Detalhe da traseira de duas ambulâncias Dodge WC-54 da FEB. (Museu Cap. Pitaluga - 1º Esq.Rec.Mec. Valença - RJ)
 A carroceria era todo construída em metal, muito robusta, com uma grade na parte frontal, característica da série destes veículos. A capacidade era a de poder levar com relativo conforto quatro feridos deitados em macas ou sete sentados, além do motorista e ajudante. O pneu estepe, atrás da porta do motorista e num compartimento apropriado, conferia grande charme ao modelo. Do outro lado, na mesma direção, havia um conjunto de ferramentas com pá, picareta e machado.
          Os operadores destas ambulâncias não levavam uma vida muito tranqüila, visto que algumas chegaram a ser alvejadas por rajadas de metralhadoras, além de terem que trafegar por estradas estreitas, às vezes lamacentas, o que exigia o uso de correntes nos pneus, e com grandes penhascos, onde qualquer erro poderia ser fatal.
Ambulância Dodge WC-54 do Batalhão de Saúde da FEB toda crivada de balas nos vidros dianteiros e capota, ainda em uso num Hospital de Campanha. (Museu Cap. Pitaluga - 1º Esq. Cav. Mec. Valença - RJ)
Vista lateral de uma WC-54 da FEB - Batalhão de Saúde. Notar o número 4 na lateral e na porta traseira, bem como correntes nas rodas. (Museu Cap. Pitaluga.)
WC-54 número 27 próximo a um Hospital de Campanha da FEB na Itália - 1944/45. (Museu Cap. Pitaluga)Outra WC-54 do Batalhão de Saúde estcionada junto a uma barraca do Hospital de Campanha da FEB. (Museu Cap. Pitaluga -1º Esq. Cav. Mec. Valença - RJ)
          Estes veículos foram largamente empregados por vários países no mundo. No Brasil foram utilizados até meados dos anos 80, quando deram lugar a ambulâncias de fabricação nacional. Algumas foram vendidas a particulares e outras sucateadas, poucas preservadas.
WC-54 número 20. Notar a posição do número de identificação. (Museu Cap. Pitaluga - 1º Esq.Cav.Mec.- Valença - RJ)
Pausa para manutenção e uma boa faxina. Notar o cpacete alemão enfeitando a grade frontal. (Museu Cap. Pitaluga - 1º Esq. Cav. Mec. Valença - RJ)

FICHA TÉCNICA
País: Estados Unidos
Nome: Ambulância Dodge ¾ tonealdas
Modelo: WC-54
Fabricante: Dodge Caminhões – Divisão da Chrysler Corporation – Detroit
Classificação no Exército: Viatura Transporte Especializado
Finalidade: Transportar doentes e feridos
Guarnição: 2 homens
Carga útil: 04 pacientes deitados ou 07 sentados
Capacidade de Combustível: 113,6 litros de gasolina
Consumo médio: 3,4km/l
Raio de ação: 386km
Velocidade máxima: 87km/h
Rampa máxima: 52%
Motor: Dodge T-214, 6 cilindros, refrigerado a água
Sistema elétrico: 6 volts
Comprimento: 4,940m
Altura: 2,296m
Largura: 1,975m
Pneus: aro 6.50 x 16 – tamanho 9.00 x 16”
Peso do veículo completo: 2.685kg.

 
  PESQUISA:Expedito Carlos Stephani Bastos. Pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de  Juiz de Fora(MG).expedito@editora.ufjf.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

COBERTOR USADO PELA F.E.B.

Cobertor de pura lã foi usado pelo 1º tenente Felix Bartholini Cáccavo na campanha na Itália, entrando para a reserva como Coronel.Raro de encontrar.
(acervo O Resgate FEB)

Sobre um Dodge, o soldado Isaltino Ribeiro da Silva e o cabo Eduardo Ramos de Oliveira se cobrem do frio durante a campanha da FEB, na Itália
                                                                    
Repare no ombro o cobertor na ocasião do embarque para Itália.
                                                                   (clique na foto para ampliar)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Braçadeira de veteranos da F.E.B.

Braçadeira do Clube dos Veteranos.
(acervo O Resgate FEB)

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