domingo, 26 de janeiro de 2020

A tristeza de uma mãe.

Uma das várias faces tristes de uma guerra. A mãe esquecida pelo tempo  indo receber o atestado da morte do filho na Segunda Guerra Mundial. 
Foto da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército.

V de Vitoria
A bandeira da mãe ou bandeira de serviço era exposta por parte das famílias que tinham filhos que serviam ao Brasil durante o período da Segunda Guerra na Itália, a prática de exibir a bandeira de serviço tornou-se muito difundido.
(acervo O Resgate FEB)

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Pracinhas curvelanos na Segunda Guerra Mundial

Lista dos filhos de Curvelo (Minas Gerais) veteranos (12) na campanha da Itália na Segunda Guerra e ex- combatentes (2) da Força Expedicionária Brasileira.
Com muito orgulho e honra apresento uma lista de curvelanos que lutaram na Itália, foram anos de pesquisas resgatando os veteranos da FEB nascidos em Curvelo, acredito que possa faltar algum, mas depois de 74 anos e muito difícil de resgatar todos.
Sem dados no Arquivo Publico ou Tiro de Guerra eles simplesmente foram esquecidos como a grande maioria dos pracinha brasileiros, no pós guerra voltando para suas vidas cotidianas, trabalhando e alguns com sequelas de guerra e tudo que o esquecimento e abandono ocasiona no decorrer dos anos.
As dificuldades são tantas para achar,  como falecimentos, mudanças de endereço, parentes que foram embora, e uma verdadeira investigação e ate mesmo os próprios familiares não gostam de voltar ao passado.
Tive ajuda de um veterano curvelano tenente Pedro Rodrigues (falecido em 2017) que com sua boa memória sua ajuda foi fundamental e sua filha Mariula Rodrigues que foi fantástica nas nossas andanças,  pesquisas em arquivos do jornal de época (Curvelo Notícias).
Dias andando, batendo em portas, alegrias de saber de uma pista e a frustração de não ter esperança de achar e sem menos esperar a alegria de saber de mais um.
Nascido em Belo Horizonte mas pioneiro de Brasília que vim com meus pais curvelanos no principio da construção da nova capital, mas me considero curvelano de coração.
Valeu muito ter resgatado a memoria de cada um deles, estive com alguns de seus parentes e a gratificação de falar da importância dos seus sacrifícios quando ainda jovens saíram de sua terra natal no interior para combater na Segunda Grande Guerra Mundial ou protegendo nosso imenso litoral.
Os heróis nunca morrem !                                               
   Veteranos:                                                          
José Raimundo dos Santos Machado (Jaó)
Francisco Perreira dos Santos
José Pires de Freitas
Pedro Rodrigues
José Félix da Rocha  (Bajojo)
Eurípedes Ribeiro Guimarães (Pinduca)
Quirino Henrique de Freitas (padioleiro)



Leonardo De Léo (sopoador)
Rui Lopes Ribeiro (Morto em Combate)

Ex-combatentes

Raimundo Olavo
Corbelino Ezequiel de Carvalho

Matéria e pesquisa O Resgate FEB

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

General Plínio Pitaluga.

General Plínio Pitaluga.
Filho do Major Octávio Pitaluga e Maria Nina Moreira Pitaluga, casou-se com Maria Terezinha Vaz Pitaluga. Iniciou a carreira militar ingressando na Escola Militar de Realengo em 1928. Foi declarado Aspirante a Oficial da Cavalaria em 1934 atingiu o generalato em agosto de 1968. Todas as promoções, a partir do posto de Major, foram por merecimento.
Integrante da Força Expedicionária Brasileira, onde comandou o 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado (1944). A 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária teve no Esquadrão de Reconhecimento uma unidade à altura das responsabilidades nesta campanha da Itália, em que participaram vitoriosamente as Armas Brasileiras. Unidade de escolta, atuou com galhardia nas operações divisionárias desenvolvidas nos Apeninos, do Reno, ao Panaro e, depois, no vale do Pó, cujo rio atravessou em cumprimento de missão, finalizando a Campanha no sopé das Cordilheiras Alpinas, em ligação com as forças francesas que operavam a noroeste da importante cidade de Turim.
O General Pitaluga era detentor de muitas medalhas e condecorações nacionais e estrangeiras: Cruz de Combate da 1ª Classe, Medalha de Campanha e de Guerra, Ordem do Mérito Tamandaré, Ordem do Mérito Santos Dumont, Medalha do Mérito Humanitário de 1ª Classe, Medalha do Tempo de Serviço Militar de Ouro, Ordem do Mérito Militar - Itália, Ordem do Mérito Militar - Argentina, Cruz de Combate com Palma - França, Medalha de Valor Militar - Itália e Medalha de Bronze - Estados Unidos.
Desempenhou o cargo de Adido Militar na Argentina, entre 1967 e 1969. Depois, entre 1969 e 1972, comandou a 4ª Divisão de Cavalaria, quando passou para a reserva.
Eleito, desde 1972, Presidente do Conselho Nacional da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, defendeu os interesses dos ex-integrantes da F.E.B. Integrou a Comitiva Presidencial por ocasião das Comemorações do 50º Aniversário do término da 2ª Guerra Mundial, realizada em Londres.
Em sua homenagem, o 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Escola), comandado por ele entre 1964 e 1966, possui a denominação histórica de "Regimento General Pitaluga". Os formandos da Escola de Sargentos das Armas de 2005 e os da Escola Preparatória de Cadetes do Exército de 2011 o homenagearam intitulado seu nome: Turma General Plínio Pitaluga.
Em Valença/RJ foi criado o Museu Capitão Pitaluga, homenagem realizada quando ainda era presidente do Conselho Nacional, tendo sido inaugurado em 13 de novembro de 2002, durante a XXIXª Convenção Nacional do Conselho Nacional da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, sediado em Valença-RJ. Sua criação foi resultados dos esforços em conjunto da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil - Seção Valença e o 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, na época comandado pelo Major Douglas, e principalmente pelos esforços pessoais do então Sgt Brandão, Cb Brandão (militares da unidade citada) e da Senhorita Elen Cristiane Guida Vasconcellos(historiadora da AECB-SV).
Faleceu no Rio de Janeiro-RJ em 17/12/2002 aos 92 anos de idade (e próximo de completar 93 anos em 13/01/2003).

Fonte: wikipedia.
Imortais Combatentes da FEB
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

FIRST AID KIT U.S - FEB

Alguns kits de primeiros socorros utilizados na Segunda Guerra, todos exclusivos para o exercito americanos e aliados, os mesmos entregues e usados pelos pracinhas na Itália.Kit individual de primeiros socorros (FIRST AID KIT U.S.) usado pela FEB  na Segunda Guerra Mundial. Ficava preso ao cinto padrão NA (Norte Americano) e era utilizado pelo próprio soldado em caso de ferimento.Cada soldado era portador de um kit individual de primeiros socorros em combate; o kit de primeiros socorros era também, para o próprio companheiro usar na pessoa  ferida de modo que possas se socorrer a si próprio ou a outra, até a chegada de ajuda de um padioleiro ou socorrista.Na Segunda Guerra uma simples bolsa pressa no cinto de cada soldado continha compressas, gases para tentar controlar hemorragias e saquetes com um pó de sulfanilamida para combater infecções.Só este pequeno passo conseguiu diminuir substancialmente a taxa de mortalidade em toda a Segunda Guerra.Já os padioleiros (socorristas) alem destes itens, adicionavam em seus bornais ferramentas preciosa, tais como penicilina, morfina, plasma e pequenos instrumentos cirúrgicos.
(acervo O Resgate FEB)
Matéria O Resgate FEB

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domingo, 24 de novembro de 2019

“Notas de um Expedicionário Médico” Alípio Corrêa Netto

Estamos acostumados a ler muitas matérias sobre batalhas, táticas, armamentos, relatos etc… Mas é muito difícil ler sobre os médicos e sobre historias dos hospitais de campanha. Segue abaixo um texto extraído do livro “Notas de um Expedicionário Médico” de Alípio Corrêa Netto
Esperamos que esse texto possa mostrar um pouco do sentimento dos médicos, enfermeiros e soldados em geral passado nos hospital de campanha da FEB em Valdibura – Itália.
No dia 04/12/1944 ocorreram dois acontecimentos que marcaram esta data: um é triste e o outro auspicioso.
O primeiro está ligado ao rapazola operado anteontem. Já perfeita­mente bem, sem temperatura pouco elevada, respiração tranquila, embora queixoso de muita dor. Pela manhã sentiu ansiedade respiratória. O enfer­meiro nada nos comunicou, uma vez que eram bons o pulso e a pressão arterial. Ao passarmos pela enfermaria, antes mesmo de ir ao refeitório para a primeira refeição, notamos a dispnéia do nosso ferido; preocupamo-nos, corremos para providenciar a aspiração traqueal, por parecer-nos certo que o sangue coagulado nos seus brônquios o sufocaria rapidamente. Não houve mais tempo num minuto morria, sereno, suavemente, conservan­do ainda a fisionomia inocente e meiga de um meninão em repouso. Pedro Laurindo Filho deu sua vida em defesa de um ideal, as suas feições pare­ciam indiferentes ao supremo sacrifício. O herói tombou desconhecido, o esquecimento pesará sobre seu túmulo.
Um soldado é nada quando a inconformidade leva os povos às lutas fratricidas, mas muitos corações enlutaram-se bem longe da cena dramática e as lágrimas correram também em silêncio.
O outro caso foi o reverso da medalha. Baixou ao hospital pelas 16 horas um sargento do 11.° R.I. (11.° Regimento de Infantaria), gravemente atingido por estilhaço de granada na região cervical, produzindo grande hemorragia. O ferido permaneceu no campo de batalha durante muitas horas, antes de ser recolhido. Ao chegar encontrava-se pálido, palidez ma­cilenta da morte, sem pulso, sem movimentos respiratórios, não se sentia, nem ouvia o seu coração. O médico norte-americano, que o atendeu na enfermaria de choque, registrou na sua papeleta; “Rac. 16h25min hr-3.12.44 Pulse and cardiac impulse not perceptible, occasional shallow respiration. Received artificial respiration, inhalation 02, intracardiac adrenaline (2cc). Expired — 16:40 hr a R.B.” (Recebido às 16:25 de 3.12.1944. Pulso e batimento cardíacos imperceptíveis. Respiração superficial ocasional. Rece­beu respiração artificial, inalação de oxigênio, adrenalina intracardíaca (2cc). Morreu às 16:40h)’.
Estava tudo terminado. Mais um a figurar na galeria dos heróis igno­rados. Mas assim não quis o destino, que anda pelo mundo a fazer-nos sur­presas, ora amargas, ora felizes. Ao voltarmos do jantar, aí pelas 16h45min horas um dos nossos colegas teve a curiosidade de conhecer a fisionomia do “morto”, já que vestia farda brasileira e poderia ser algum conhecido. Levantou a coberta que velava o rosto do “cadáver”, nesse exato momento o paciente emitiu fraquíssimo esforço inspiratório, desses que assinalam os últimos indícios de vida. Esperou atento alguns segundos e o tênue sinal vital repetiu-se, embora mais fracamente, mas perfeitamente apreciável; também a ligeira coloração rósea da face se tornava indicativa de alguma circulação sanguínea. Foi chamado de novo o colega americano que no momento estava de serviço; a ele entregou-se a fundo à “milagrosa” tarefa de “ressurreição”. Não era possível pensar em encontrar uma veia nos membros, tão rapidamente como exigiam as circunstâncias para a trans­fusão. Esta foi iniciada pelo corpo cavernoso. Limpeza da garganta e apli­cação de oxigênio sob pressão através de cânula metida na traqueia. A seguir, dissecaram-se duas veias no braço e perna, e dois aparelhos bem instalados vertiam, para dentro do sistema circulatório, duas correntes con­tínuas de sangue. E o líquido generoso foi abrindo, através daqueles tecidos enregelados, já quase dominados pelo frio da morte, a estrada maravilhosa da vida. O pulso surgia como por encanto, a respiração restabeleceu-se, o doente pode ser radiografado.
Às 20 horas depois de três horas de luta com a morte, estava o nosso sargento redivido com a pele quente e já em plena consciência. Operamo-lo a seguir. Ele suportou o longo ato cirúrgico, saindo da sala, três horas de­pois, em pleno equilíbrio metabólico.
O nome dado à enfermaria de choque “ressuscitation ward” não esta­va muito longe da realidade, pela tradução literal “enfermaria de ressur­reição”. Este ferido morreu num hospital, teve atestado de óbito, passado, aliás, por um bravo lutador no tratamento de estado de choque, o capitão R. B. é, quase, portanto, verdadeira ressurreição.
Durante o tempo que o homem estava sob os nossos cuidados passou bem, embora mentalmente confuso. Não temos certeza se a confusão era consequência da isquemia cerebral devida à gravidade de sua afecção ou se não era um pouco de mistura da magnificência que entrevira no além com o terra-a-terra do nosso mundo. Jamais tivemos ânimo de indagar. Res­peitamos a paz espiritual que o nosso sargento muito merecia.
Blog Ecos da Segunda Guerra

domingo, 17 de novembro de 2019

Medalha de Serviços de Guerra com 1 estrela de prata


Instituída em 13 de dezembro de 1943 pelo Decreto 6095 a Medalha de Serviços de Guerra era concedida aos militares das Marinhas de Guerra Nacional e Aliadas, da ativa, da reserva ou reformados e aos Oficiais e tripulantes dos navios mercantes nacionais e aliados, que tenham prestado valiosos serviços de guerra quer a bordo dos navios quer em comissões em terra. Em bronze, no anverso: – uma âncora clássica ao centro, tendo na curva superior a inscrição – Serviços de Guerra – e no exergo – Marinha do Brasil – separadas por duas pequenas estrelas e as palavras, entre si, por pontos. Reverso tendo na parte central, em baixo-relevo, uma divisão de três contra-torpedeiros navegando a 3/4 de frente. Fita em seda chamalotada, de azul-marinho, com uma faixa central em cinza-azul-pérola, e dois frisos laterais junto às orlas (da mesma cor da fita). Na fita da medalha poderiam exibir uma, duas ou três estrelas de acordo com o tempo de serviço.
(acervo O Resgate FEB)

Medalha primeiro modelo
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domingo, 10 de novembro de 2019

A alegria do retorno dos pracinhas nos navios brasileiros

Dois navios de bandeira brasileira que ajudaram no transporte dos pracinhas de volta para casa.
Alem dos conhecidos navios americanos,  USS General W.A. Mann (AP- 112) e USS General M.C. Meigs (AP-116) da Marinha Americana que transportaram também no embarque para Itália. O navio SS Mariposa e o USAT James Parker (AP-46) com um hospital improvisado a bordo, ajudaram no retorno para casa.
Navio D.Pedro II

O navio de passageiros D. Pedro II, do Lloyd Brasileiro. fazia a linha da Europa, depois passou para a navegação da cabotagem. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, auxiliou no retorno para o Brasil de integrantes da FEB - Força Expedicionária Brasileira. 

 Navio Duque de Caxias



H i s t ó r i c o
O Navio de Transporte Duque de Caxias - U 11, ex-USS  Orizaba - SP 1536/AP 24, foi o segundo navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Patrono do Exercito Marechal Luís Alves de Lima e Silva. Originalmente pertencia ao armador Ward Line, antes de ser incorporado a Marinha dos Estados Unidos como Navio Transporte. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 16 de julho de 1945, em Tampa, Florida, EUA. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Fragata Raul Reis Gonçalves de Sousa.
1945
Em 28 de agosto, partiu de Nápoles (Itália) transportando 1801 homens do 3º Escalão da FEB sob o Comando de Cel.Mario Travasso, de volta para o Brasil, l saindo de Nápoles dia 28 de agosto, chegando pela primeira vez ao Rio de Janeiro em 19 de setembro d 1945, com escala em Funchal (Ilha da Madeira). Depois embarcou material das forcas americanas que tinham base no Brasil e se dirigiu para New York, chegando em 10 de novembro. No retorno repatriou feridos em combate que estavam em recuperação nos EUA.
DATAS
Lançamento: 26 de fevereiro de 1918
Incorporação (USN): 27 de maio de 1918
Baixa (USN): 4 de setembro de 1919
Incorporação (USN): 4 de junho de 1941
Baixa (USN): 23 de abril de 1945
Incorporação (MB): 16 de julho de 1945
Baixa (MB): 13 de abril de 1959

Pesquisa:
Maux Hone Page
saite Marinha do Brasil
Matéria: blog O Resgate FEB

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Cinto de couro e fivela em aço de um soldado LUFTWAFFE

ADVERTÊNCIA: Esse blog pode conter a suástica em algumas peças aqui mostradas, no entanto, são itens de coleção genuínas e são expostas como artefatos históricos - NÃO SE TRATANDO DE APOLOGIA AO NAZISMO OU À IDEOLOGIA DO III REICH. 
Fivela  fabricada em uma peça em aço estampado. Desgaste por atrito nas bordas e alto relevos devido a uso intenso. Cinto de couro original, com a ponta metálica padrão para fixação na fivela.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Amargo regresso dos pracinhas


"A recepção foi eufórica, fazendo dos veteranos da FEB pessoas muito prestigiadas. Contudo, essa euforia durou pouco, e aos pracinhas restou uma rotina penosa de readaptação à realidade da vida civil, nem sempre possível para muitos. Traumas psicológicos de todo tipo e a rotina da luta pela sobrevivência no mercado de trabalho dificultaram o retorno de milhares de brasileiros que estiveram nos campos de batalha à vida normal. As primeiras leis de amparo aos ex-combatentes só foram aprovadas em 1947. Além disso, na ânsia de se livrarem da FEB, tida como politicamente não-confiável pelo presidente Vargas, os pracinhas foram rapidamente desmobilizados sem que tivessem se submetido a exames médicos, que mais tarde seriam fundamentais para que obtivessem pensões e auxílios no caso de doenças ou ferimentos adquiridos no front. Para provar incapacidade decorrente do serviço na linha de frente e, assim, receber as pensões, os pracinhas tiveram de se submeter a todo tipo de vexames e sacrifícios, os quais seriam dispensáveis se sua desmobilização tivesse ocorrido de forma racional e planejada"

Fotos:V da Vitória

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Lurdinha MG 42

Parte da sinta da munição da MG 42, junto com o cartucho e a bala, inertes.
O cartucho de 1943, uma relíquia histórica da Segunda Guerra.
(acervo O Resgate FEB)
A MG 42 (abreviação da língua alemã: Maschinengewehr 42) é uma metralhadora de calibre 7.92 x 57 mm desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial pela Alemanha com a intenção de substituir a MG 34, com processo de fabricação mais simples.Seu batismo de fogo ocorreu na União Soviética e no norte da África, sendo um sucesso absoluto. Durante a campanha da FEB na Itália, a MG 42 foi apelidada de "Lurdinha" pelos pracinhas devido à rápida cadência de tiro, que lembrava o jeito de falar da noiva ciumenta de um deles (outra versão diz que o apelido se deve ao fato de que a namorada de um dos soldados era costureira e o som da MG 42 se assemelhava ao de uma máquina de costura)
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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Hora do rancho

Hora de repor as energias,  soldados da FEB fazendo uma refeição. 
Fotos, V de Vitória

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