terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Cartão italiano

Cartão impresso na Itália com os distintivos da FEB e 5° Exército Americano, um dos modelos entregues aos soldados no front italiano.
(acervo O Resgate FEB)
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Soldados negros e brancos formaram a FEB

Brasil ajudou a pôr fim a segregação racial  no exército dos EUA.
Negros e brancos lutaram lado a lado na FEB, o mesmo não ocorreu no exército dos Estados Unidos que mantinham separados brancos e negros.Uma das unidades negras americanas 92º Divisão que lutou ao lado dos brasileiros na Itália.Seus oficiais superiores eram todos brancos, "os americanos diziam que nossos negros eram diferentes, que os deles não eram bons" conta o General Octávio Costa.
Uma de suas marcas era não segregar racialmente seus soldados, o que não significava a ausência de racismo individual. “A irrestrita camaradagem entre brasileiros de diversas etnias chamou a atenção de correspondentes dos jornais americanos que eram ligados aos movimentos dos direitos civis. Havia nos EUA a chamada campanha do double V, a vitória no front da guerra e no dos direitos civis em casa. Já que soldados negros estavam arriscando suas vidas em combates, a campanha pregava ser inadmissível que eles não desfrutassem de direitos de cidadania em seu país”, observa César 
Campiani Maximiano. Um jornalista americano, fascinado ao avistar brasileiros, brancos e negros, juntos num café, pediu a um grupo de pracinhas que definisse o seu Exército. “Só existe um Exército brasileiro e ele é composto de brasileiros”, foi a resposta. Num encontro entre soldados brasileiros e americanos, os últimos perguntaram aos febianos se os “negri brasiliani sono buoni”. O brasileiro respondeu que eram todos excelentes companheiros, ao que os americanos retrucaram: “Negri americani non buoni”. “Nada chocou mais os soldados brasileiros do que essas mostras de racismo. É certo que as notícias sobre a FEB revigoraram o questionamento do sistema de segregação da sociedade americana e deram um impulso adicional ao movimento negro dos EUA”, diz César. Antes de um desfile de tropas, Zenóbio da Costa teria emitido uma determinação de isolar ou retirar os expedicionários negros das colunas, ordem que foi amplamente ignorada pelos oficiais da FEB.

A FEB parte para a Itália e soldados se despedem de suas famílias, em foto de abril de 1944

No livro " Barbudos, sujos e fatigados" o historiador César Campiani Maximiano mostra que o bom exemplo brasileiro repercutiu em jornais dos EUA que lutavam por direitos civis dos negros. Logo depois o Presidente Henry Truman aboliu o segregacionismo no exército americano, mandando tropas mistas a Guerra da Coreia (1950-1953).
Membros da artilharia da FEB
Tomada de Montese
Pracinha Francisco de Paula

Pesquisa o Informante
Força Terrestre
Ilustração Henrique Moura

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Medalha de Campanha do Atlântico Sul


A medalha de campanha do atlântico sul foi Criada pela Lei nº 497, de 28 de novembro de 1948, e regulamentada pelo Decreto nº 26.550, de 4 de abril de 1949.
A “Medalha da Campanha do Atlântico Sul” foi entregue a militares da ativa, da reserva e reformados e civis que se distinguiram na prestação de serviços relacionados com a ação da Força Aérea Brasileira no Atlântico Sul, no preparo e desempenho de missões especiais confiadas pelo Governo e executadas no período de 1942 a 1945.
Uma das condições essenciais para o agraciado receber essa medalha é ter cooperado na vigilância do litoral, no transporte aéreo de pessoal e material necessário ao sucesso da campanha, nos serviços relativos à segurança de voo e à eficiência das operações dos aviões comerciais e militares
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(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O PRIMEIRO TIRO DA ARTILHARIA DA FEB

Em 31 de agosto de 1942 o Brasil declarou a existência do estado de guerra com a Alemanha e a Itália. Nesse contexto, foi criado, em 1943, o 1º Regimento de Obuses Auto-Rebocado (1º ROAuR), composto por dois grupos de obuses a três baterias de 105 mm cada.
O 2º Grupo de Obuses, (2º Grupo, do 1º Regimento de Obuses Auto-Rebocado – II/1º ROAuR), foi então formado com o pessoal e o material do 1º Grupo de Artilharia de Dorso – 1º GADo , aquartelado no Forte Nossa Senhora do Campinho. Em seguida, foi incorporado à Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária.
O Grupo, com 510 homens e comandado pelo Coronel Geraldo Da Camino, embarcou para a Itália no primeiro escalão, dia 1º de julho de 1944, sendo a primeira Unidade de artilharia brasileira a cruzar o Atlântico. A tropa, embarcada no transporte americano General William A. Mann chegou à Itália, mais especificamente na baía de Nápoles, no dia 16 de julho, sendo, em seguida, deslocada para a região de Livorno, precisamente em Vada, onde foi incorporada ao V Exército Norte-Americano. Nessa mesma região, a Unidade recebeu materiais novos, como material de comunicações, viaturas e obuseiros. Passou-se, assim, aos exercícios de reconhecimento, escolha e ocupação de posição e, por fim, ao treinamento do emprego conjugado do Grupamento Tático, composto pelo Grupo e pelo 6º Regimento de Infantaria, caracterizado como o último exercício antes de entrar em operação.
Em 12 de setembro, finalmente, o V Exército decidiu empregar o Escalão Avançado da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) em linha de frente, como força diretamente subordinada ao Comando do IV Corpo de Exército.
 Soldado Francisco de Paula
O Grupo estava em apoio direto ao Destacamento do qual faziam parte o 6º Regimento de Infantaria (6º RI), um pelotão de carros americanos e um pelotão de reconhecimento brasileiro, que tinham por missão ocupar ou conquistar a linha Massarosa – Bozzano – Marti -La Certosa – Via del Pretino – Santo Stefano.
Na noite de 15 para 16 de setembro de 1944, o Grupo iniciou o deslocamento, em total escuridão, para ocupar posição nas encostas do Monte Bastione. Não realizou regulação de tiro para não denunciar a progressão do 6º RI, que estava substituindo tropas norte-americanas. A Unidade aguardou em posição durante toda a madrugada. O Comandante da 1ª Bateria de Obuses era o Capitão Mário Lobato Valle; o Comandante da Linha de Fogo, 1º Ten R/2 Alceu Grisolia e o Chefe da 2ª Peça (peça diretriz), Sargento Miguel Ferreira de Lima. Durante toda a manhã do dia 16, a Bateria, entre tensa e ansiosa, aguardava os primeiros comandos de tiro. Mesmo com muita dificuldade para determinar as posições do inimigo, o 2º Tenente RamiroMoutinho enviou, do Posto de Observação em Torre di Nerone, sua mensagem de tiro e, às 14 horas, a Central de Tiro encaminhou o comando de tiro à Linha de Fogo.
Precisamente às 14 horas e 22 minutos foi lançado contra o inimigo nazista o primeiro tiro da artilharia brasileira fora do continente sul-americano, atingindo com precisão o objetivo previsto: Massarosa. Era o primeiro dos milhares de tiros disparados pela nossa Artilharia Expedicionária no Teatro de Operações da Itália.
 Guarnição de artilharia da FEB. O soldado Francisco de Paula aparece ao fundo, o terceiro da esquerda para a direita, de frente para a foto, já ocupando a posição padrão do C3 – Sd carregador da peça
A foto do C3 (soldado carregador) Francisco de Paula, prestes a municiar o obuseiro 105mm com uma granada onde está escrito“A Cobra está Fumando”, foi estampada na capa de diversos jornais brasileiros, lhe rendendo a fama involuntária de ser o “autor” do primeiro tiro de artilharia da FEB. Mas a matéria transcrita nos jornais nacionais foi provavelmente mal traduzida da cobertura de uma equipe de reportagem norte-americana, criando um equívoco que durou muito tempo.
Num obuseiro 105mm, sob o comando de um sargento Chefe de Peça, os serventes cumprem missões específicas: o C1 (cabo apontador) realiza a pontaria em direção; o C2 (soldado atirador) registra a elevação e dispara a peça; o C3 (soldado carregador) municia o obuseiro, etc. O final desse processo resulta na ordem de FOGO! com o simultâneo e brusco puxão na corda do mecanismo de disparo, efetuado pelo C2.
Em momento cercado de grande emoção, às 14 horas e 22 minutos do dia 16 de setembro de 1944, o Cabo Adão Rosa da Rocha, C2 (atirador) da 2ª peça, disparou contra o inimigo nazista, nos contrafortes dos Montes Apeninos, o primeiro tiro da Artilharia brasileira fora do continente sul-americano, atingindo com precisão o objetivo previsto, Massarosa.
O Grupo prosseguiu em combate até o final da guerra e participou ativamente das conquistas de Camaiore, Monte Prano, Fornacci, Monte Castelo, Monte Belvedere, Gorgolesco, Abetaia, La Serra, Belvedere, Monte della Torracia, Montese, Vignola e Levizzano. No total, foram cumpridas 2.995 missões de tiro e disparadas mais de 55.000 granadas. A nossa poderosa Artilharia fez a diferença na Itália.
Muitos dos que partiram com a Unidade não retornaram. Deram suas vidas à Pátria. Todos aqueles bravos merecem o nosso respeito e eterna gratidão.

Pesquisa de Sérgio Pinto Monteiro. O autor é historiador e 2º Tenente R/2 de Artilharia. É presidente do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil e autor do livro “O Resgate do Tenente Apollo” (Ed. CNOR, 2006)
Francisco Miranda -Blog

domingo, 22 de janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

Lourival Clementino dos Santos: o herói Rio-Verdense

UM  PARAIBANO  CONSIDERADO  CIDADÃO  RIO-VERDENSE  LUTOU  NA  PIOR GUERRA  DE  TODOS  OS  TEMPOS,  E  VOLTOU  PARA  CONTAR  SUA   HISTÓRIA DE PATRIOTISMO  E  BRAVURA.
Um Paraibano considerado rio-verdense que participou da Segunda Guerra Mundial momento decisivo da História do mundo.
O Sr. Lourival Clementino dos Santos, nascido em 6 de Julho de 1922 em Natal – RN, sobreviveu ao frio, às rajadas e bombardeios das forças Alemães e fascistas Italianos, e outras provações do front durante quase 8 meses para dar seu testemunho ao mundo a importância de ser um patriota e lutar pela liberdade.
Ele foi incorporado no Exército em 4 de outubro 1943, então com 22 anos. O Sr. Lourival conta que recebeu a notícia na roça, enquanto colhia algodão junto de seu pai. “Estava escrito no ofício que eu deveria me apresentar em Natal no outro dia até as 4 horas da tarde, senão seria considerado insubmisso, ou seja, desertor” , ele conta.
Como seu pai não recebeu com satisfação a notícia que seu filho estava sendo obrigado a ir para guerra, o ex-pracinha relembra o breve diálogo que ambos tiveram:

“meu pai disse que o mundo estava em guerra, e que eu iria para morrer. A obrigação do indivíduo é defender a pátria onde vive, nasceu e se criou, se morrer, morreu.
Ele lembra ainda que os efeitos da notícia em sua mãe foram ainda mais desagradáveis, levando-a inclusive a deixar de se alimentar, mas isso não abalou sua convicção de patriota:
“Todo mundo está sujeito a qualquer coisa, ainda mais numa ocasião dessa. Já que me escolheram eu tinha que ir.”
Seguindo de jipe na companhia de um tenente, o jovem Lourival começou a receber instruções militares em um quartel em Natal, capital do Rio Grande do Norte, seu estado de origem.
“Eram muitos que estavam lá, que foram comigo. Depois foram tirando um pouco, aqueles que eram baixinhos ou que tinha qualquer defeito ou doença, não iam de jeito nenhum, mas eu era muito sadio,” recorda.
Enviado para uma ilha próxima, o recruta passou 9 meses acampado, numa rotina diária de marcha nas matas e manejos de armas como canhões 75 mm, metralhadoras, morteiros, bazucas e pistola 45mm, entre outras instruções de combate.
Logo veio a ordem para seguirem ao Rio de Janeiro, onde ficaram alguns dias na vila militar, de onde ele e mais cerca de 5 mil infantes embarcaram a bordo de um encouraçado em direção a Nápoles, cidade da Itália, numa viagem de cerca de 13 dias em alto-mar. Seu Lourival lembra, com bom humor, que adoeceu durante a viagem devido à maresia, assim como muitos outros soldados.
Ele lembra que durante a viagem muitos dos infantes cantavam e brincavam entre eles, mas em alguns momentos eles paravam e ficavam em silencio imaginando o que iria encontrar do outro lado do oceano, lembra que a temperatura no interior do navio era muito quente. Recorda com um olhar que parecia que ele estava ali, lembra também que ao chegar próximo de atravessar no estreito de Gibraltar entre a Espanha e Marrocos, a esquadrilha dos os navios pararam em posição e ali ficaram por algum tempo, quando todos avistaram 2 aviões que ele não soube dizer de que Pais eram, veio sobrevoando da direita para a esquerda e logo atingiram 9 submarinos alemães.
A primeira impressão que teve ao chegar à Itália foi a quantidade de mastros de navios bombardeados no porto que insistiam em permanecer fora d’água e a cidade deserta. Tão logo desembarcou, recebeu o aviso dos aliados que ocupavam a cidade:
“Vocês  tomem cuidado, ainda tem muita gente ruim aqui”, que na verdade eram próprios italianos fascistas aliados aos nazistas alemães que resistiam no território.
A sua tropa instalou-se primeiramente num antigo colégio, e após várias viagens de trem, navio e caminhão pela Itália, finalmente levantaram acampamento nas proximidades de cidade de Pizza, onde receberam fardamento norte-americano, mais apropriado ao clima extremamente frio do país.
Em seu breve relato, percebe-se que o frio está presente em várias delas.
“Fiquei 8 meses como se estivesse enterrado numa pedra de gelo, com 18 graus abaixo de zero todos os dias que Deus nos dava”, ele conta que durante o banho, eram muitos banheiros ao lado um do outro e que durante o banho ele tremia tanto de freio que tinha que segurar nas paredes de lona.
Por outro lado, ele recorda com satisfação das botas, as “galochas” americanas, que aqueciam bem os pés, “nossas pernas se enterravam até os joelhos enquanto caminhávamos na neve, muitas vezes, a gente precisava da ajuda dos outros para sair”, e que ele não foi ferido, que o frio era tanto que “tenho certeza que muitos eram feridos e por causa do frio, mau sentia dor”, ele conta, e dos cigarros norte-americanos, que segundo ele, “dava para sentir o cheiro de longe.” E que ainda sente saudades daqueles cigarros.
Quanto às dificuldades no front, ele comenta o fato de os alemães terem envenenado um riacho local, numa tentativa de privar os aliados de água potável, o que foi resolvido com perfuração de um poço artesiano pelos norte-americanos. ”Os passarinhos bebiam água lá, e morriam no barranco”, observa Seu Lourival.
Ele comenta que fez parte da segurança do quartel general do General Mascarenhas de Moraes e que sempre eram lançados paras as patrulhas onde tinha o contato com os alemães e italianos fascistas.
Para dificultar ainda mais, o frio congelava o encanamento improvisado, o que os forçava muitas vezes a usar gelo para satisfazer suas necessidades de água.
“O negócio lá não era brincadeira não”, ele comenta sobre tais dificuldades.
Ele relata que o seu numero de guerra 44.818 é uma assinatura que ele carrega até nos dias hoje, quanto às armas que usou, ele se recorda do mosquetão, “batuta de bão, bom para acertar tiro”, e dos morteiros, os quais operou várias vezes. Os canhões americanos que as bombas explodiam no ar e atingiam os aviões de qualquer maneira, conta.
Segundo ele, o maior perigo que havia na Itália eram as minas explosivas enterradas.
“Eu já vi muitas explodirem, a 100 metros, qualquer estilhaço vazava direto, de noite e de dia a gente escutava (as explosões)”.
O ex-pracinha passou por momentos de extremo perigo, como no dia em que foi alvejado na perna em um vilarejo a 32 quilômetros da cidade de Pizza. Enquanto andava pelas ruas entres casas em escombros, ouviu um tiro e sentiu “a pancada na canela”, ferimento que não teve maiores complicações.
“Fizeram curativo, eu não senti nada não, em pouco tempo melhorou”, conta.
O soldado Lourival nunca soube quem fez o disparo. Segundo ele, poderia ter sido um alemão ou um italiano.
“Tinha uma parte da Itália que era contra e outra a favor de Hittler, e eles eram contra os aliados brasileiros e americanos”, ele explica.
Ao retornar ao Brasil ele não desfilou na avenida Brasil no Rio de Janeiro, ele pediu baixa e quis retornar a sua família, ele conta que ficou esperando um navio que iria para Natal, ele comprou uma passagem para ele e o seu amigo JOÃO FERREIRA DE MELO, ao chegar em Natal ele despediu do seu amigo que tomou um trem para Recife e que nunca mais a viu, conta com muita saudade.
Após retornar para Natal, em 1945, o veterano Lourival foi para o Ceará, e finalmente, chegou em Rio Verde, onde está há 50 anos.
Ao chegar, encontrou trabalho na propriedade rural da família Vaiano, às margens do Ribeirão Lage. Após várias colheitas de arroz, segundo o veterano, “precisava arrumar um emprego, dar jeito na vida”, e então escreveu uma carta ao presidente da República, que respondeu-lhe em uma semana, sugerindo que fosse a capital Goiana e procurasse a sede local do Ministério da Agricultura, onde teria uma vaga à sua espera. Seu Lourival trabalhou no órgão público por 12 anos.
Ele conta que ao chegar em Rio Verde ele encontrou outros 6 colegas que também foram a Itália e que aqui moravam, entre eles o José Martins (Zé Pretinho), Paulo Campos, Agostinho e outros “Saudades” conta.
Hoje ele faz parte a Associação dos Veteranos de Goiás e conta que existem ainda outros pracinhas vivos nas cidades vizinhas, mas não sabe informar, “as famílias poderiam ajudar a divulgar” conta.
Como saldo de sua experiência de defender o país em um momento tão importante da história, 
LSeu Lourival declara, sem hesitar:
“Valeu a pena. Me sinto feliz de ter ido”.
O veterano faz questão de se recordar das palavras que ouviu de familiares e amigos quando foi convocado para a FEB, advertindo-o de que morreria caso fosse, e que se fossem convocados em seu lugar se recusariam. Estas foram suas palavras em resposta:
“não é homem, não é patriota, o patriota é obrigado a defender o país em qualquer ocasião”.
Hoje, com vários netos e bisnetos, saudável e lúcido, esse legítimo herói brasileiro resume assim sua vida depois de ter servido com bravura e patriotismo o nosso país, e também o mundo:
“Me sinto bem, voltei com vida, atendi o pedido da nação. Hoje vivo aqui, vou levando a vida e torcendo para o meu time de coração que é o Corinthians.”
leo Marques (Portal FEB)


domingo, 8 de janeiro de 2017

Pracinhas filhos de Vina

Foto dos "filhos de Vina", aparentando ser cinco irmãos sendo dois pracinhas da FEB que embarcaram no primeiro escalão para Itália.
(acervo O Resgate FEB)
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Lembrança de inauguração do Memorial aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.

Rara lembrança de 1960 da inauguração do Memorial aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, um estojo com o emblema da Senta a Pua,  contendo um pente e um espelho.
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 25 de dezembro de 2016

Arqueologia Militar em Monte Castelo


Um pouco da arqueologia militar na região de Monte Castelo na qual a FEB travou batalhas importantes na Segunda Guerra, onde ainda se acha objetos de uso pessoal e artefatos bélicos como cartuchos,  granadas e etc.
Estes objetos foram encontrados agora no final de 2016 com detector de metal pelo Lorenzo Sulla.

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O Resgate FEB

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016