domingo, 14 de julho de 2019

Fotos do acidente no translado com o avião com os retos mortais dos pracinhas

Mais fotos do acidente no translado com o avião em que Cordeiro de Farias trazia para o Brasil os restos mortais dos pracinhas sepultados em Pistoia-Itália.
Fonte:
CPDOC/FGV.


Acidente
Nos meados de 1960 quando uma comissão liderada pelo General Cordeiro de Farias para repatriar os restos mortais de nossos pracinhas então enterrados no cemitério de Pistóia – Itália. Na viagem para o Brasil seria feito uma escala em Lisboa-Portugal, mas um grave acidente com um dos três aviões fez com que a comissão tivesse um atraso. Esse acidente foi justamente no avião onde estava o viajando o General Cordeiro de Farias.Segundo relatos do General o piloto errou ao pousar, o avião derrapou pela pista rodando pela pista, perdeu uma asa e incendiou, o General estava na avião com mais dois soldados, ele se lembra de ter muita fumaça no interior da aeronave e algumas explosões em seu interior e do lado de fora também, relata o General que em instinto de se salvar, viu uma clareira na parte de traz do avião, para chegar a única alternativa era passar por cima das urnas onde estavam os restos mortais dos pracinhas, ele o fez rastejando até chegar ao outro lado e saindo da aeronave, conta também no relato que não lembra de como desceu  e nem onde estava os amigos que o acompanhavam. Quando chegou fora o General viu seu amigo Edmundo da Costa Neves que já tinha saído, já o outro pracinha já estava no hospital.O General teve que entrar em contato com o governo brasileiro para pedir um novo avião para terminar a viagem e seguir com os corpos para o Brasil onde foi feita solenidade no dia 22 de dezembro de 1960.
Fonte:
Meio Século de Combate – Diálogo com Cordeiro de Farias – Aspásia Camargo / Walder de Góes

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Lembrança da inauguração

Antiga xícara de café da inauguração do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial no Rio de Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Ten. Manoel Genito do Carmo

Não podemos deixar de mencionar os extraordinários acontecimentos que se passaram com o Ten. Manoel Genito do Carmo, comandante do 2º Pelotão da 7ª Cia., do 1º RI, durante o ataque ao Monte Castelo, no dia 12 de dezembro. A marcha para a base de partida do ataque foi iniciada às três horas da madrugada, na mais completa escuridão, com chuva e frio, num terreno lamacento. Para seus homens não se desgarrarem, o Ten. Genito ligou todos por meio de uma corda e marchou à frente, orientando-se pela bússola fosforescente. Às sete e trinta o Pelotão se achava à frente do primeiro objetivo, o Monte Fornelo, trezentos metros aquém do Monte Castelo e pouco adiante de Cá Vitelline. Às oito horas, quando o Pelotão penetrou num campo limpo, preparado para cultura, a cerração, que antes era densa dissipou-se ràpidamente. Os atacantes são apanhados pelas vistas de Fornelo, em pleno descampado. O Ten. Genito dá ordem para seus homens atravessarem o campo, já sob forte tiroteio inimigo, e se abrigarem no terreno pedregoso à frente. De Cá Vitelline também partem tiros de metralhadoras, ficando assim o pelotão entre dois fogos. A situação era desesperadora. O soldado Toledo Dias, especialista em tiros com luneta, embora ferido, consegue acertar um metralhador alemão, calando assim uma "lourdinha", em Cá Vitelline. Outras armas automáticas porém continuam a castigar o terreno, impedindo a progressão. Vários homens feridos pediam socorro. O Ten. Genito a custo reúne os Sargentos Aires da Silva Dias e João Batista Ferreira, comandantes dos grupos, e determina: "Estamos no fogo e dele vamos sair queimados; não devemos morrer encurralados, sem demonstrar nossa ação. O Sarg. Aires vai deslocar seu grupo um pouco para a esquerda, sobre aquele ponto do terreno e bater com sua metralhadora o inimigo de Cá Vítelline. O Sarg. Ferreira coloca sua arma um pouco à frente e bate a posição de Fornelo, para onde vou pedir fogos de morteiros. Recebida a ordem, o Sarg. Aires prontamente se desloca para cumprir sua missão. O Sarg. Ferreira, mais afoito, quer avançar sobre Fornelo e propõe: "Tenente, meu desejo é avançar sobre a posição de Fornelo e, se eu conseguir chegar até lá, eles vão ter um leão pela frente". O Ten. Genito procura conter a impetuosidade do Sarg. Ferreira, aconselhando-o a esperar os tiros de morteiro, antes de assaltar. Pelo aparelho portátil de rádio pede ao Comte. de Cia. tiros sobre Fornelo. Ao terminar a comunicação uma bala de metralhadora estilhaça o fone, junto à sua boca, Inutilizando o aparelho, sem feri-lo. O Sargento Aires é apanhado por uma rajada de metralhadora e morre poucos metros adiante. Seu metralhador também atingido, fica no local, gravemente ferido. O Ten. Genito rasteja até o telefone, que se achava próximo e tenta de novo se comunicar com seu Cmte. de Cia. O soldado telefonista, ao passar-lhe o fone, é mortalmente atingido. O Sarg. Ferreira, diante da situação cada vez mais aflitiva, grita para o Ten. Genito: "Tenente, meus soldados estão morrendo e eu vou avançar sobre Fornelo, vou pegar à unha os bandidos!" Reúne seus homens ainda em condições de prosseguirem e avança, para cair ferido uns trinta metros adiante. O soldado metralhador Álvaro Gomes Santiago Sobrinho, um dos mais arrojados, cai morto ao lado do Sargento Ferreira. O Ten. Genito liga-se pelo telefone com o Cmte. de Cia., conta-lhe o que se passa, pede-lhe socorro para retirar seus homens e tenta mais uma vez localizar as metralhadoras, para orientar os tiros de morteiro. Neste momento recebe um tiro de fuzil que lhe atravessa de lado a lado o capacete de aço, produzindo profundo ferimento no couro cabeludo, sem entretanto atingir a parte óssea. Com a pancada violenta da bala e com o sangue a escorrer pela face, Genito nada mais vê e procura apenas se abrigar. Para isso resolve sair dali, dando ràpidamente dois lances para a esquerda e nesse momento é de novo atingido por uma rajada de metralhadora, que lhe rasga o uniforme, sem feri-lo, entretanto. Após várias peripécias consegue sair da zona de combate, sendo socorrido por uma família italiana, donde foi encaminhado ao Posto de Socorro do Regimento Sampaio e daí para o Hospital de Evacuação de Pistóia, onde foi operado. Recuperou-se em poucos dias e voltou ao seu Regimento, onde prosseguiu até o fim da campanha. A história do Ten. Genito do Carmo, esse valente paraense, que milagrosamente escapou vivo daquele inferno de fogo, que foi o ataque ao Monte Castelo, em 12 de dezembro, e a de seus heróicos companheiros, dizem bem do valor guerreiro de nossa gente. Foram homens dessa têmpera, que depois de feridos continuavam a lutar com mais denodo e, depois de exaustos, ainda faziam um derradeiro esforço, até serem ceifados pela morte; cuja serenidade e sangue frio não se perturbavam diante dos estrondos do canhoneio; homens que disputavam um lugar na vanguarda e partiam satisfeitos para desafiar o inimigo em suas tocas; foram homens dessa fibra que dobraram a resistência alemã e contribuíram de modo decisivo para a conquista da vitória aliada. Se numa guerra são indispensáveis os recursos materiais, entretanto é inegável que o elemento humano continua a ser o fator predominante. A mecanização dos meios de combate não chegou ainda a prescindir das qualidades morais do homem. A metralhadora mais moderna de nada vale se não tiver um pulso para manejá-la e uma vontade para dirigi-la. Após os grandes bombardeios de aviação e de artilharia, são ainda a coragem e a tenacidade que vencem no terreno. E felizmente essas qualidades morais não faltaram aos nossos homens, como vimos nas citações acima. O Brasil pode orgulhar-se dos filhos que o representaram no grande conflito mundial, lutando nos campos de batalha europeus. Eles se mostraram dignos herdeiros de seu passado militar e acrescentaram novas glórias à História de nossa Pátria.
Fonte: A Epopéia dos Apeninos - José de Oliveira Ramos
História da FEB ORG (Thiago Scherer)


domingo, 23 de junho de 2019

Homenagem da FEB a Santos Dumont

Antigo chaveiro da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Juiz de Fora (MG) em homenagem ao centenário do Santos Dumont em 1973.
(acervo O Resgate FEB)

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domingo, 16 de junho de 2019

Carta contando para a mãe do Sargento Max Wolf Filho sobre a morte dele em combate.

Carta enviada pelo Comandante da Infantaria da FEB, Zenóbio da Costa, contando para a mãe do Sargento Max Wolf Filho sobre a morte dele em combate.
Diz o texto:
Alessandria, Itália, 26 de Maio de 1945
Ilma. Senhora Etelvina Wolff
Respeitosos cumprimentos
Acabo de receber o vosso telegrama em que me solicitais informações sobre seu filho, Segundo Sargento Max Wolff.
É, verdadeiramente contristado, que vos participo que o vosso filho, quase ao terminar a guerra, tombou como um verdadeiro bravo em defesa do nosso querido Brasil.
Podeis, dele, vos orgulhar. Ninguém o ultrapassou em lealdade, desprendimento, destemor e espírito de sacrifício. Pedia, a miúde, para ser incluído nas patrulhas que, altas horas da noite, iam em busca do contato com o inimigo. Portou-se, sempre, como um verdadeiro soldado. Nada o demovia do cumprimento do dever: nem o frio inclemente, nem o inimigo rancoroso e destemido. Dentre as Citações de Combate, conferida a vários Oficiais e Praças, a sua se projetará na história da nossa Pátria.
Apresentando-vos ,pois, em meu nome e da Infantaria Expedicionária, as nossas sinceras condolências, eu vos afirmo que o vosso pranteado filho, à semelhança dos Pinheiros de vossa Terra Natal, viveu, pelas suas qualidades morais, sempre na vertical e caiu deixando um vazio cheio de saudades entre os componentes da Força Expedicionária Brasileira.

General Euclydes Zenóbio da Costa
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Foto: Wikipedia
V da Vitória

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Lembrança do Memorial aos pracinhas no Rio De Janeiro

Raro chaveiro antigo de 1960,  lembrança do Memorial Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Cabo Edson Dias Soares

Edson Dias Soares nasceu em 23 e fevereiro de 1919, em São João de Vila  Nova distrito da Vitória da Conquista, no estado da Bahia.Primeiro dentre os vinte e um filhos de Laurinha Rosa Soares e de Rozel Dias Soares. No vilarejo de origem, Edson cursou o ensino elementar e de lá permaneceu até o começo de sua juventude. Em 1941 ingressou como voluntário no Exército da capital do estado (Salvador), Décimo Nono Batalhão de Caçadores, situado no bairro Cabula.
Embarcou para Itália em 20 de novembro de 1944 .Com o título de" Acontecimentos durante a viagem do Rio a Itália do Cabo Edson", o do soldado Edson Dias Soares, apreciador de literatura e afeito a atividade de escrita, redigiu um diário registrando os acontecimentos, desde a saída da Bahia e o embarque par a Itália, a rotina nos campos de batalha italianos, durante os nove meses de combate até seu retorno ao Brasil.O Soldado Edson Dias Soares, além de enviar regularmente telegramas para seu pai, escreveu também cartas a familiares e amigos, descrevendo sua vida nos campos de batalhas.
Foi instrutor de tiros e ensinava sobre ataques e defesas, o manejo correto de maquinas e instrumentos de destruição e morte. Retornando para o Brasil no quarto escalão sob o comando de Cel Delmiro Perreira Andrade, efetivo de 5.342 expedicionários no navio americano General Mann as 6 horas do dia 4 de setembro de 1945.
Para o soldado baiano Edson Dias Soares, a prática de escrita se converteu numa forma de tornar suportável as tensões vividas no campo de batalha.

Cabo Edson Dias Soares segurando morteiros nas mãos.
Cabo Edson o quarto da esquerda para direita com colegas na Itália.
 Diário da Segunda Guerra Mundial escrito por Edson Dias Soares na Itália.
Presente do amigo Antônio Ernesto Viana Soares, filho do Cabo Edson Dias Soares, um belo livro que recomendo a todos apreciadores de uma boa leitura e admiradores da Força Expedicionária Brasileira.
Fotos: Arquivo da família.
(O Resgate FEB)


domingo, 26 de maio de 2019

MEDALHA MONUMENTO AOS MORTOS DA II GUERRA MUNDIAL FEB – 1960


Medalha de 1960 do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, que marca a chegada dos corpos trasladados do Cemitério de Pistoia na Itália. Apresenta a inscrição: “Construído no governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Em bronze. Cunhada na Casa da Moeda. 
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Vesúvio visto pela FEB

Escalão da FEB partindo para o Brasil do Porto de Nápoles. Ao fundo o vulcão Vesúvio
V de Vitória

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Chaveiro da ANVFEB - Brasilia.

Chaveiro antigo da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Brasilia.
(acervo O Resgate FEB)
Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios Beneficente 
Tal participação militar no fundo fez com que a CAPEMA alterasse sua razão social para CAPEMI (Caixa de Pecúlio dos Militares).

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segunda-feira, 22 de abril de 2019

SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO


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SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista. (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.
Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista.


Matéria:
Sheldon Freitas-4  BE Cmb-Pontoneiros da Mantiqueira.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Lembrança do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial

Raro prato porta cartão do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial de 1960, do fabricante D.Pedro.
(Acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)