segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Expedicionário DIVALDO MEDRADO

Em 11 de Dezembro de 1944 a unidade do 3º Sargento Divaldo Medrado, 1º Grupo de Combate (GC), do 2º Pelotão, da 1ª Companhia do I Batalhão do 11º RI, foi encarregada de encontrar e anular as resistências do trajeto para o ataque a Monte Castello. Em 12 de Dezembro seu pelotão encontrou dificuldades em transpor o terreno enlameado, que atolavam os soldados até o joelho. Chovia muito e a temperatura era baixíssima. Ao encontrarem uma posição alemã o pelotão do 3º Sargento Medrado foi fustigado por tiros de metralhadora MG-42, a mortífera “Lurdinha”, paralisando o avanço de seus soldados, que se viram obrigados a se refugiar em um córrego congelado. Depois de intensa troca de tiros e granadas o Sargento Medrado conseguiu avançar para uma casa mais próxima da posição inimiga. Enquanto sinalizava para que seus homens se aproximassem da nova posição foi alvejado por uma rajada da metralhadora “Lurdinha”. Recebeu os primeiros-socorros paralisando a hemorragia. Mesmo gravemente ferido o Sargento Medrado ainda permaneceu com seu GC por mais de duas horas motivando seus companheiros a prosseguirem no cumprimento da missão. O comandante do pelotão, Tenente Aloísio, ao aproximar-se percebeu a gravidade dos ferimentos do Sargento Medrado e deu ordem para que ele fosse evacuado imediatamente para a retaguarda por homens do próprio GC, pois devido a intensidade dos combates os padioleiros não conseguiam chegar a posição. O bravo Sargento pediu para ir sozinho, para que a tropa não ficasse desfalcada do engajamento do combate. Durante seu retorno sozinho cambaleava e perdia o equilíbrio seguidamente. Ao chegar no posto de saúde perdeu os sentidos. Foi internado no hospital de emergência em Livorno. Em Março, foi evacuado para o Brasil e internado no Hospital Central do Exército. Em Junho, foi julgado incapaz para o Serviço do Exército. Em outubro, o Diário Oficial publicou a sua reforma no posto de 2º Sargento. Os Diários Oficiais de 29 de março de 1947, de 22 de abril de 1957 e de outubro de 1973, publicaram respectivamente suas promoções a 2º Tenente, 1º Tenente e Capitão. Dentre as condecorações que lhe foram outorgadas, por sua participação na Segunda Guerra Mundial, destacam-se: Cruz de Combate de 1ª Classe, Medalha Sangue do Brasil, Medalha de Campanha e Medalha de Guerra.Demonstrou coragem, abnegação, responsabilidade, vontade, senso de cumprimento do dever e espírito de corpo
Fonte:ANVFEB-BH

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

"Dia da Vitória" de 8 de maio de 1974,

Impresso do "Dia da Vitória" de 8 de maio de 1974, com a colaboração oficial do Estado de São Paulo.
Contendo a Canção do Expedicionário e Canção da Vitória, versos exaltando a vitória dos brasileiros na Segunda Guerra.
Distribuídos por ocasião do regresso da FEB a São Paulo em 1945.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Embarque do Segundo Escalão da FEB

Fotos do embarque do Segundo Escalão da FEB para a Itália em 21/22 de setembro 1944. Chegaram à Itália em 06 de outubro de 1944. 
Fotos V de Vitória
 Embarque da FAB junto com Pracinhas para a Itália. 
Vargas se despedindo dos Pracinhas.
Dom Jayme de Barros Câmara, arcebispo do Rio de Janeiro faz a benção ao navio e aos Pracinhas rumo à Itália
Pracinhas retiram cartão de embarque antes de subir para o navio

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Moedas alemãs cunhadas durante o regime nazista


Lembranças de um pracinha, era normal trazer como souvenir para casa.

(acervo O Resgate FEB)
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A moeda nazista oficial era o Reichsmark
A antiga moeda alemã, o Papiermark, se encontrava absolutamente desvalorizada após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A região passava por um período de hiperinflação. Por isso, o Reichsmark é introduzido em 1924 como uma tentativa de estabilização da moeda.
A famosa moeda nazista começa a ser produzida a partir de 30 de agosto de 1924.
A Alemanha sofre uma falta de certos metais assim que a guerra começa. Na emergência, são emitidas diversas moedas em zinco (1, 2, 5 e 10 pfennigs) e em alumínio (50 pfennigs).
Havia diversas casas de cunhagem espalhadas pela Alemanha. É possível identificar o local de cunhagem de cada peça, pois elas trazem um símbolo próprio.
A - Berlim – Capital da Alemanha
B - Viena – Capital da Áustria


D - Munique – Capital da região da Bavária
E - Dresden
F - Stuttgart – Capital da região de Wüttenberg
G - Karlsruhe – Capital da região de Baden
J - Hamburgo

ADVERTÊNCIAEsse blog pode conter a suástica em algumas peças aqui mostradas, no entanto, são itens de coleção genuínas e são expostas como artefatos históricos - NÃO SE TRATANDO DE APOLOGIA AO NAZISMO OU À IDEOLOGIA DO III REICH.


domingo, 19 de agosto de 2018

Expedicionário Sérgio Bernardino

O Humilde Herói de Montese


Filho único, Sérgio Bernardino morava com a mãe viúva num modesto bangalô perto da Santa Casa na rua que hoje leva o seu nome. Alfabetizado e sem nenhum preparo militar, ele foi inscrito na FEB sob número 
1G-307.210.
Integrante do 6º Regimento de Infantaria Expedicionária, ele avançou pelas colinas da região de Montese, vizinhas das províncias de Modena e Bolonha, área cheia de rios com rica vegetação, bosques e castanhais antigos que rodeiam os povoados medievais.
A meta da missão era desalojar os alemães escondidos em casamatas e trincheiras. Sérgio Bernardino, entretanto, foi atingido mortalmente pela artilharia inimiga no cair da tarde, quando os nazistas desencadearam um forte bombardeiro de artilharia com cerca de 2.800 tiros.
O militar avareense tombou durante a primeira grande vitória obtida exclusivamente pelos brasileiros na Itália, porém a mais sangrenta: a conquista de Montese. Essa batalha marcou o início da chamada “Ofensiva da Primavera” que contribuiu para o completo desmantelamento do dispositivo alemão e o fim da 2ª Guerra menos de um mês mais tarde.
Agraciado postumamente com as Medalhas de Campanha, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe, Sérgio Bernardino teve o seu corpo sepultado no Cemitério de Pistoia, na Itália, junto de outros soldados brasileiros.
Em 1960, os despojos do expedicionário avareense foram trasladados para o Rio de Janeiro. Em meados dessa mesma década, a pedido de sua mãe, suas cinzas foram trazidas para Avaré e inumadas em pequena urna no monumento ao Pracinha, no Largo São João, pelas mãos da poeta Anita Ferreira de Maria.


FONTE
 Do livro “Avaré em memória viva – volume II”, de Gesiel Júnior, Editora Gril, 2011.

Gesiel Júnior
Portal FEB

domingo, 12 de agosto de 2018

A Voz Do Mundo

Jornalzinho inglês de 1944, "A Voz Do Mundo",  impresso no Brasil pela Editora Leammert Limitada.Esta edição traz na capa a foto do primeiro escalão da FEB ao desembarcar em Nápoles em 1944.
(acervo O Resgate FEB) 
(clique na foto para ampliar)

domingo, 5 de agosto de 2018

Fredolino Chimango o soldado desconhecido !

Nascido em Passo Fundo, RS, no dia 19/04/1921, filho de Edmundo Chimango e Gabriela Francisca da Silva Chimango, Fredolino foi um dos heróis brasileiros mortos em combate durante a Segunda Guerra Mundial. Integrando a Força Expedicionária Brasileira, Fredolino Chimango teve sua vida tirada na Batalha de Montese, a mais sangrenta travada pelos nossos pracinhas.
Fredolino era da região do Rio do Peixe, onde hoje é Tapejara, na época fazendo parte da cidade de Passo Fundo. Foi um dos tantos passofundenses a lutar contra o totalitarismo do Nazi-Fascismo na Itália.
Mesmo não tendo idade suficiente para o serviço militar, Fredolino se apresentou no Quartel do 8º RI (8º Regimento de Infantaria) de Passo Fundo, que futuramente seria transferido para Quaraí, de Quaraí para São João Del Rei, e de São João Del Rei para o Rio de Janeiro. Depois de completar cerca de um ano na então capital nacional, Fredolino decide retornar e se juntar a sua família, começando a trabalhar na localidade de Água Santa, nos Engenhos Scheleder e Busquirollo.
Com a entrada do Brasil na guerra, Fredolino foi convocado, integrou o 11º RI (11º Regimento de Infantaria), o conhecido Lapa Azul, que protagonizou a Tomada a Monte Castello. Além de Monte Castello, Fredolino também lutou nas batalhas de Castelnuovo e Montese, onde tombou por sua pátria.
Conta o Tenente Delsi Branco da Luz, então Cabo, amigo de Fredolino na Itália, que ficou sabendo de seu desaparecimento no dia 16 de abril de 1945, no retorno dos soldados que combateram em Montese, por um companheiro de batalha de Chimango, contava esse que havia caído em sua metralhadora uma granada de artilharia, causando dessa forma o falecimento do Cabo, porém existe outra versão, de que Fredolino foi atingido por uma rajada de metralhadora.
Elogio dado ao Cabo Fredolino Chimango depois de sua morte pelo seu Capitão Olegário de Abreu Memória:
“Maio de 1945: a 09 foi elogiado pelo Cmt da Cia nos seguintes termos: como Cmt da Peça teve ação saliente no ataque. Na mesma data foi destacado dentre os outros Cabos da Cia pelo seu Cmt nos seguintes termos: que com a sua Peça de Mtr conseguiu heroicamente atingir e neutralizar uma casamata inimiga que ameaçava seriamente o flanco esquerdo da Cia, apesar da reação do inimigo o Cb Chimango só deixou de atirar quando a sua arma foi atingida em cheio por uma granada de artilharia que lhe levou a vida.”
Existem duas versões sobre os restos mortais do soldado passofundense. Alguns dizem que Fredolino foi achado por um civil italiano e enterrado pelo mesmo em sua casa. Muitos dizem que o corpo do combatente da FEB achado décadas depois na Itália, é o Cabo Fredolino Chimango, porém, nunca houve uma confirmação, sendo este conhecido como o "Soldado desconhecido", símbolo da Força Expedicionária Brasileira. Segundo o Sr. Mário Pereira, atual administrador do Cemitério de Pistóia, o soldado, pode ou não, ser Fredolino Chimango, falou também que com as tecnologias de hoje, através de exames de DNA, seria possível revelar a identidade do pracinha, porém, perderia a magia e o significado que o "Soldado desconhecido" tem, sendo o maior mártire do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
Como dito antes, existem duas versões para o paradeiro do Cabo Fredolino Chimango.
Descrição da descoberta do corpo de Fredolino Chimango pelo livro "Luzes sobre Memórias" do Marechal Floriano de Lima Brayner.
"E, aos cinco metros de profundidade foi encontrado sob as vistas de inúmeras pessoas, e farta documentação fotográfica. Reunidos os restos mortais num caixote, foram levados para o Cemitério de Montese, onde eu os revistei minuciosamente, não encontrando a placa de identificação. Na arcada dentária dos maxilares superior e inferior faltavam alguns dentes. No hemitorax esquerdo havia uma ogiva de morteiro, 60 alemão. Através pequenos objetos; botões, fio, foi por mim reconhecido como brasileiro, ficando a identidade para ser apurada mais tarde. [...] ao mesmo tempo que envidavam-se esforços para se obter a identificação do “Pracinha Desconhecido de Montese”, através das unidades em que servia.[...] Dois outros, do III Bat. do 11º R.I., foram encontrados em sepulturas fora dessa área e levados para o Cemitério de Pistóia, devidamente identificados. Um deles, Rubens Galvão, tinha a placa de identidade no pescoço; outro, não a possuía, mas, na mesma sepultura ao lado do corpo estava uma garrafa, e dentro dela um papel em que se lia o nome, Júlio Nicolau o número e a unidade daquele combatente. Quem escreveu nunca se ficou sabendo, pois o autor deve ter ficado com a placa. O terceiro extraviado, publicado no Boletim da Unidade de 16 de abril de 1945, chamava-se Fredolino Chimango, natural de Passo Fundo, Rio Grande do Sul."
Na cidade de Passo Fundo - RS, o Cabo Fredolino Chimango é patrono de uma Escola Municipal e de um Estádio, e na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, existe uma rua com seu nome, que é localizada no Bairro Santa Luzia.



Matéria ANVFEB

domingo, 29 de julho de 2018

Primeiro Encontro de Veteranos da FEB

Caneca antiga do Primeiro Encontro de Veteranos da FEB em Petrópolis de 13 a 14 de março de 1976.
(Acervo O Resgate FEB)

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domingo, 22 de julho de 2018

‘Fiz a guerra do começo ao fim. Ela é uma selvageria’

Meu nome? Sou Boris Schnaiderman, com "sch". Nasci em 1917 em Úman, na Ucrânia, vim para o Brasil em 1924 e lutei no 2.º Grupo de Artilharia. Fui para a guerra porque queria ir. Era pacifista, mas achava absolutamente necessário lutar contra a Alemanha de Hitler. Fui convocado na véspera do embarque à Itália. Tudo foi em segredo. Tomamos o trem - luzes apagadas - e fomos ao porto. A viagem à Europa foi inesquecível. Enquanto viver, vou lembrar: foi terrível.


Boris Schnaiderman, escritor e tradutor

Na Itália, fui calculador de tiro. Eu era o controlador vertical, calculava o deslocamento do tubo-alma. O tubo do canhão se chama tubo-alma e eu calculava seu deslocamento vertical - havia outro sargento que media o horizontal. O primeiro tiro da artilharia brasileira fui eu que calculei. Atirei muito em cima de Monte Castelo. Inclusive vi de longe a nossa aviação em voo picado, descendo sobre as posições das metralhadoras alemãs. Depois, vi o chão estremecer com o bombardeio em Montese.
Dormíamos junto da central de tiros, caso fosse necessário atirar à noite. E tinha medo. Não há quem não tenha. Recebíamos bombardeio de artilharia. Caía a primeira granada e a gente sabia que o inimigo estava regulando o tiro. Ouvíamos o zunido e nos jogávamos no chão.
Mas é preciso frisar que havia uma diferença muito grande entre a nossa condição, na artilharia, e a do soldado de infantaria. Tanto é que eles nos chamavam de "saco B". Eles passavam de caminhão e nos chamavam: "Ô, saco B!" Sabe por quê? Porque havia o saco A e o saco B. O A nós carregávamos nas costas em qualquer mudança de posição, com os objetos de uso imediato. O B era para objetos de reserva...
No dia da vitória, nós estávamos entrando na cidade de Stradella, na Lombardia, e eu desci do caminhão. Aí veio um italiano barbudo, bigodudo. Ele me agarrou, me deu um beijo na face e disse: "Eu estava te esperando. Faz 20 anos que eu te espero e só agora você chegou".
Fiz a guerra do começo ao fim. Ela é uma selvageria, mas naquela guerra todos tínhamos de nos unir. Se a Alemanha vencesse, o que seria de nós, não é? Uma coisa terrível. Eu era de uma família de judeus completamente assimilados. Eu não tinha nenhuma formação de tradição judaica. Não falava iídiche, mas com a guerra ficou o sentimento de que pertencia a uma comunidade perseguida. Sentia-se o antissemitismo mesmo no Brasil. Eu lembro de tudo... e, às vezes, ainda tenho pesadelos com a guerra." 

MARCELO GODOY (TEXTO) e EVELSON DE FREITAS (FOTO)
Fonte O Estadão

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Creme de barbear da Segunda Guerra

Raro creme de barbear (Molle Brushless Shaving Cream), da época da Segunda Guerra Mundial,  original na caixa.Caixa marcada como "Pacote de Serviço Especial, apenas para as Forças Armadas".O mesmo utilizados pelos pracinhas na Itália.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pracinha Pedro Rodrigues


Tenente Pedro Rodrigues natural de Curvelo (MG), fez parte da Força Expedicionária Brasileira, casado com D. Laurinha Santos Rodrigues e tiveram oito filhos.Serviu ao Exercito Brasileiro em 1940 no 10 RI, em 1941 foi convocado para fazer parte da FEB onde fez parte do 11 RI de São João Del Rei, onde seguiu para treinamento no Morro da Capistana (RJ) onde ficou preparando para a guerra até 1944.
fazendo parte do primeiro escalão da FEB, partiu no Navio transporte de tropas USS General Meigs onde desembarcou em Nápoles ma Itália, sendo incorporado ao 6 Ri de São Paulo, onde fizeram treinamentos com equipamentos americanos em Pompeia e logo após foram para o front.Participando de vários combates na linha Gótica, onde foi seu batismo de fogo, fazia parte das patrulhas onde mais baixas sofreram a FEB.Era homem de frente, muitas vezes passava dias nas trincheiras.Ferido em combate em Zocca no dia 20 de abril de 1945, atingido pelo deslocamento de ar e estilhaços de morteiro, ficando alguns dias no hospital.
Recebendo o diploma de ferido em combate das naos do Comandante da FEB, General Mascarenhas de Morais.No dia 8 de maio de 1945 a guerra acabou no continente europeu.Regressando para Curvelo depois de vários desfiles pelo Rio de Janeiro, voltou a trabalhar, mas na Secretaria de Saúde até aposentar.Depois de aposentado dedicou a cultivar e vender plantas e flores.Foi condecorado com a Medalha de Campanha e Sangue do Brasil (ferido em combate) que não recebeu e o diploma de ferido em combate.Faleceu em Curvelo algum minutos antes do dia 8 de maio de 2017, onde se comemora o Dia da Vitória no Brasil e no mundo inteiro.
O Herói nunca morre !

(O Resgate FEB)

 
Diploma da Medalha de Combate

Diploma de ferimento em ação, assinado e entregue pelo Comandante da FEB, Marechal Mascarenhas de Morais

segunda-feira, 25 de junho de 2018

IX Convenção Nacional dos EX Combatente.

Bela xícara de café de recordação do IX Convenção Nacional dos Ex Combatentes do Brasil realizado em Curitiba dia s 15 a 19 de novembro de 1962.
(O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)