segunda-feira, 18 de junho de 2018

Fotografias do correspondente de guerra Horário Coelho


Fotos tiradas pelo correspondente de guerra Horário Coelho no rigoroso inverno de 1945 na Itália durante a Segunda Guerra.
Fotos :V de Vitória.
Chegada de suprimentos aos Pracinhas no inverno de 1945. 
Clássica foto de posição de atirador da FEB no inverno de 1945
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domingo, 10 de junho de 2018

Conjunto de acessórios, utilizado pela MP(Military Police)

Conjunto de acessórios, utilizado pela MP(Military Police) brasileira na Segunda Guerra.
Coldre US de 1942, Cinto brasileiro padrão NA (Norte Americano), apito US Army e braçadeira americana MP.
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 3 de junho de 2018

Preparação de um avião da Senta a Púa para uma missão na Segunda Guerra


Sequência de fotos da visita de Horácio Coelho à base da Força Aérea Brasileira - FAB (Senta a Puá).
O fotógrafo da FEB que mais registrou os feitos dos brasileiros na Itália. As fotos são da família Coelho e foram mandadas pelo neto, Mário Emílio para o V de Vitória.

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Limonada na Segunda Guerra

Embalagens usadas e encontradas em Monte Castelo de envelopes de Limonada ou pó de laranja,  em embalagens de alumínio, do fabricante Miles Laboratories. Inc,  vinha na ração C.
Um pó de suco de fruta com sabor de laranja foi introduzido no final de 1943.
O suco de frutas foi considerado necessário, porque era o único meio de fornecer uma necessidade diária de vitamina C (60 miligramas de ácido ascórbico) .
(acervo o Resgate FEB)
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domingo, 20 de maio de 2018

Bandeira do QG da FEB na Itália

Bandeira brasileira que pertenceu ao Quartel General do comando da FEB durante a campanha da Itália.
Doada ao Museu Histórico Nacional em 24 de janeiro de 1946 pelo General Mascarenhas de Morais.


O Resgate FEB

domingo, 13 de maio de 2018

Sabão da Segunda Guerra

Raro sabão americano utilizado na Segunda Guerra, entregue aos pracinhas na Itália.
(Acervo o Resgate FEB)
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domingo, 6 de maio de 2018

Vira Mundo - M 8 Greyhound

Nas comemorações da tomada de Monte Castelo no Batalhão da Polícia do Exercito, em Brasília, fez parte da solenidade um veiculo veterano que a FEB utilizou e fez história na Itália o M 8 Greyhound"Vira Mundo", em excelente estado, bem conservado e funcionando perfeitamente, fica exposto na entrada do Batalhão da PE.
O M 8 foi desenvolvido em 1941 pela Ford Motors para o Exército Americano como um veículo caça-tanques com tração nas seis rodas. Armado com um canhão de 37 mm, uma metralhadora .30 e uma .50.
Com a criação da Força Expedicionária Brasileira em 1943, foram criadas unidades para o teatro de operações italiano. Entre elas o 1º Esquadrão de Reconhecimento, parte da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária.
A FEB operou ao todo 13 Greyhounds na Campanha italiana.Todos sendo entregues na Itália, onde os pracinhas que iriam operá-los tiveram apenas uma semana para se familiarizar com o veículo para enfim entrar em operação.

O bastante Curioso é o Vira Mundo, provavelmente o único sem emblemas na torre, tendo os emblemas do Cruzeiro do Sul, nas laterais, acima das portas minas e acima deles o seu nome na parte frontal possuía  o numero 6, entre as duas escotilhas, e prova que ele foi pintado na Itália pelo menos duas vezes.
Fotos do Greyhound, Vira Mundo do BPE de Brasília.
O Resgate FEB
O Vira Mundo em Montese
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Foto tirada da internet



domingo, 29 de abril de 2018

Escova de dente Segunda Guerra

Uma das marcas de escova de dente usada pelos americanos na Segunda Guerra, a FEB saiu do Brasil com sua escova de dente, mas com o tempo de uso eram substituídas pelas americanas.
(acervo O Resgate FEB) 
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

'Patrulha era jogar com a vida'

Nasci em Caçapava, em São Paulo. Meu nome é Enéas Sá de Araújo. Eu servi no 6º Regimento de Infantaria, onde comandei um grupo de combate. Ah... vocês não sabem o que era a patrulha... A patrulha era... era jogar com a vida. Eu fiz duas patrulhas perigosíssimas e não dei nenhum tiro.Então é sorte, é sorte... é sorte, né? Não houve encontro, não houve nada. Em nosso primeiro combate chegou era um sargento muito meu amigo. Ele estava com o rosto tudo cheio de sangue e chorava dizendo que estava cego. Limpei bem os olhos dele e disse: "Você não está cego, não". Ele pegou a bala - a bala ricocheteou e pegou bem aqui de lado no rosto. Saiu muito sangue e escorreu por cima dos olhos dele.
Quem fazia a patrulha era o grupo de combate. Um pelotão, por exemplo, são trinta e tantos homens quase quarenta. Ele servia para um ataque, mas não para fazer patrulha. Patrulha eram dez homens, a facilidade de locomover e de se esconder, é muito mais fácil em uma patrulha de grupo de combate do que em um pelotão
Depoimento: Enéas Sá de Araújo, capitão
Passei dois meses e meio na frente de combate até ser ferido em um lugar chamado Torre di Nerone (Montes Apeninos).
Entramos em combate no dia 15 de setembro de 44. Foi quando o comandante da 5ª Companhia de Fuzileiros, o capitão Manoel Inácio de Souza Junior, reuniu todos os sargentos e oficiais num lugar e mostrou a vista. "Nesta noite, nós vamos já atacar os alemães. Eles devem estar naquela altura", ele disse.
Mas quando começamos a nos deslocar, quase tudo acontecia com o primeiro pelotão, que ia na frente. Chegou um lugar lá que só passava um homem. Ficamos um atrás do outro. De repente, saímos numa estrada. Não tinha um tiro, não tinha nada, nem parecia que estava na guerra.
Ouvimos uns tiros no lado da quarta companhia. Alguma coisa devia estar acontecendo nos lados da quarta companhia. E lá fomos nós. Passamos mais de semana se deslocando. Chegávamos, abríamos o buraco e ficávamos ali, mas não havia um tiro. Não tinha nada. Assim foi até chegarmos a Fiano, quando aconteceu o primeiro combate.
Fonte O Estadão

domingo, 8 de abril de 2018

Embalagem de café encontrada em Monte Castelo

Embalagem aberta de café encontrada em Monte Castelo, datada de 1945.O café solúvel fabricado pela Nestlé em envelopes de alumínio, vinha na ração C.
(acervo O Resgate FEB)
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domingo, 1 de abril de 2018

Desfile dos pracinhas em 1945

Desfile de retorno dos Pracinhas, na Central do Brasil, no Rio de Janeiro em 1945. 
Fotos: V de Vitória

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