segunda-feira, 29 de abril de 2019

Chaveiro da ANVFEB - Brasilia.

Chaveiro antigo da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Brasilia.
(acervo O Resgate FEB)
Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios Beneficente 
Tal participação militar no fundo fez com que a CAPEMA alterasse sua razão social para CAPEMI (Caixa de Pecúlio dos Militares).

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segunda-feira, 22 de abril de 2019

SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO


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SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista. (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.
Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista.


Matéria:
Sheldon Freitas-4  BE Cmb-Pontoneiros da Mantiqueira.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Lembrança do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial

Raro prato porta cartão do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial de 1960, do fabricante D.Pedro.
(Acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Atleta Mário Márcio Fontanilas da Cunha expedicionário da FEB

Volta do atleta Mário Márcio Fontanilas da Cunha. Ele era 2º Tenente da FEB, observador da Companhia de Obuses do 11º Regimento de Infantaria. Uma granada de tempo o pegou (detona depois de alguns segundos).Tentou jogar de volta e foi ferido, escreveu o jornalista Rubem Braga. Antes da guerra era atleta do Fluminense, campeão dos 400 m com barreiras no Campeonato Sul-americano de Atletismo de 1941. Essa foto é de 10 de maio de 1945. A imprensa registrou. Em sua homenagem foi criada uma taça, que recebia 20 provas em oito dias. Foi para a Reserva do Exército em 28.03.1945 por conta dos graves ferimentos. Não competiu mais profissionalmente. 
V de Vitória

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Cartão postal de um veterano, VALETIM CARVALHO MACHADO

Cartão postal de um veterano, 1º tenente VALETIM CARVALHO MACHADO do 1º Batalhão de Saúde, enviado da Itália para seus familiares em 12 de novembro de 1944.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 25 de março de 2019

Inauguração da "CASA DO EXPEDICIONÁRIO"

Em 1951 foi Inaugurado a "CASA DO EXPEDICIONÁRIO" em Curitiba pela Legião Paranaense do Expedicionário (LPE).
Postagem: Primeiro Tenente Lino
Credito das fotos:Museu do Expedicionário.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Vigilia da Saudade

Antigos cartões convidando para "Vigília da Saudade" no Memorial aos Mortos da Segunda Guerra no Rio De Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)
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segunda-feira, 11 de março de 2019

VICENTE GRATAGLIANO - FEB



“O Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil concede a Cruz de Combate de Primeira Classe ao Soldado Vicente Gratagliano, por ter, na região de Boscaccio, após um contra-ataque alemão que obrigou o retraimento da tropa amiga que ocupava as posições, sido um dos elementos que, com seu comandante de grupo e sargento auxiliar, se destacou, demonstrando uma resistência física fora do comum, aliada a bravura pessoal e coragem, subindo a íngreme encosta que dava acesso às posições abandonadas e as ocupando em tempo oportuno para perceber uma patrulha alemã de infiltração, atirando e matando dois dos seus componentes que já se encontravam a 20 metros de distância. No dia 5 de março de 1945, no ataque ao Soprassasso, mais uma vez demonstrou coragem e sangue-frio, tendo localizado uma resistência inimiga que atirava na sua direção, lançou-se resolutamente para frente, debaixo de serrado bombardeio de artilharia e , posto seu FM em posição, metralhou a arma que hostilizava a progressão do seu pelotão, permitindo assim que prosseguisse o movimento.”( Citação da Medalha Cruz de Combate de 1ª Classe de Vicente Gratagliano).
Por vários atos de extraordinário heroísmo, Vicente Gratagliano, do 6° Regimento de Infantaria, recebeu a medalha Silver Star das mãos do Gen. Clark"
Museu da FEB BH - ANVFEB BH

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Mapa Histórico


Raro poster, O Brasil E A II Guerra Mundial, do Jubileu de Prata da Vitória de 8 de maio de 1970.
Um breve resumo com dados e fotos da participação da FAB, Marinha do Brasil e FEB.
(acervo O Resgate FEB)

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

TENENTE AMARO - Esquadrão de Reconhecimento da FEB


Amaro Felicíssimo da Silveira nasceu dia 4 de maio de 1914 e faleceu em combate em Gaggio Montano,Itália, no dia 20 de novembro de 1944.
Combateu com o Esquadrão de Reconhecimento da FEB, durante a Segunda Guerra Mundial. Tombou em cumprimento do dever comandando uma patrulha, na região de Montilloco nas encostas do maciço Belvedere La Torraccia a 20 de Novembro de 1944.
O Decreto Nº 20.060, de 17 de agosto de 1949 dá a denominação de “Esquadrão Tenente Amaro” ao 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado, em consideração às destacadas ações militares realizadas nos campos da Itália e em memória ao 2º Tenente Amaro Felicíssimo da Silveira.

 Um pouco mais sobre o Herói Tenente Amaro
Visitei o Esquadrão de Reconhecimento e acabei dormindo por lá. Pela manhã, antes da instrução, todos os homens que não estavam dando serviço de patrulha ou vigilância, formaram em um pátio debaixo de algumas árvores, e o comandante, capitão Plínio Pitaluga, falou:
“Ante-ontem, dia 4 de abril, fui a Pistóia com um tenente e 12 praças assistir ao sepultamento do tenente Amaro Felicíssimo da Silveira. Todos vocês conheceram o tenente Amaro e sabem como ele morreu. Ele veio para a FEB como voluntário. Afastado da relação de embarque, fez tudo para ser incluído. Aqui. Trabalhando como meu auxiliar na Manutenção, ele insistiu em ir para um Pelotão. Queria as missões mais difíceis, queria estar com vocês nas horas e nos momentos de maior perigo. Morreu a frente de um patrulha, no cumprimento do dever. Que a sua morte, e a morte de tantos outros companheiros da FEB, não seja em vão. O tenente Amaro era um verdadeiro democrata. Era um homem que odiava o nazismo e toda a espécie de fascismo, e achava de seu dever lutar por um mundo melhor. Que a sua morte sirva para ajudar a criação, para nós ou nossos filhos, de um mundo melhor, um mundo de justiça e de solidariedade. Despedindo-me dele à beira do túmulo, eu disse, em nome de nós todos, que a lembrança do seu exemplo há de nos encorajar na luta, vem nos trazer mais um motivo para lutar, com todas as forças, contra o nazismo, pela liberdade. Em homenagem ao tenente Amaro, um minuto de silêncio!”
Depois o capitão continuou dizendo que o Esquadrão foi elogiado como unidade da FEB em que o material está mais bem cuidado e conservado, e lembrando que aqueles carros de reconhecimento, as viaturas e armas fornecidas pelos americanos serão pagos pelo povo do Brasil – “O nosso povo tão pobre que terá de pagar isso, e vocês, que são homens desse povo, têm o dever de conservar com o maior cuidado esse material e essas armas. Muito breve receberemos missões de importância, e então tudo deve estar funcionando da melhor maneira para que possamos matar mais nazistas perdendo menos homens.”
Não é mais “Desaparecido”
Só agora o nome do tenente Amaro passa da lista oficial dos “desaparecidos” para a dos mortos, mas há muito no Esquadrão, ninguém tinha dúvidas sobre a sua morte.
No dia 20 de novembro de 1944 ele foi incumbido de fazer a sua primeira patrulha. Às 3 horas da tarde partiu de Gaggio Montano, uma linda e singular aldeia, com uma espécie de penedo no meio, que os homens do Esquadrão tinham ocupado na véspera. Um pouco acima, em Montilocco, divisou uma casa onde, de acordo com informações dos “partigiani” deveria haver nazistas. Amaro dispôs os seus homens e avançou até cerca de 50 metros da casa. A patrulha foi então alvejada por fogo de armas automáticas. O tenente deslocou-se um pouco para a direita, em companhia dos cabos Alzemiro Nunes e Dorcelino da Silva. Ia se abrigar atrás de uma árvore quando foi atingido por uma rajada, e caiu.
A princípio o sargento Jesus Campos, que estava com alguns homens um pouco mais a direita, julgou que o tenente houvesse deitado para se abrigar. Como porém ele não desse nenhum sinal, mandou até lá um homem. Esse homem foi o bagageiro do tenente, o soldado Vicente Bernardino de Souza. (“Sei que Vicente estará ao meu lado na hora de maior perigo”, escrevera dias antes o tenente em seu diário”).
Vicente deu um lance e se aproximou do tenente, vendo então que ele estava morto. Quis puxar o seu corpo, mas os alemães abriram fogo novamente. Depois de algumas tentativas, e verificando que o tenente estava mesmo morto, Vicente retirou-se, entre rajadas de metralhadora.

E pouco depois o sargento Jesus dava ordem de retrair. A patrulha cumprira sua missão, mas perdera o seu comandante.
Estudante e Funcionário
Amaro era da reserva de 2ª classe. Fez o CPOR na Faculdade de Medicina, que cursou até o quarto ano. Era funcionário da Prefeitura, e casado com Ruth Albuquerque da Silveira, residente à Rua Anchieta, 24 em Copacabana.
Como o simples depoimento de Vicente não podia, do ponto de vista oficial, servir como prova de morte, Amaro foi considerado como “desaparecido”. Sua família, até tempos atrás, alimentava esperança de que ele tivesse caído prisioneiro. O capitão Franco Ferreira, que a princípio comandava o Esquadrão e há tempos foi para o Rio, em virtude de doença, deve ter feito sentir à família de Amaro que ela não devia alimentar muitas 
Algum tempo depois da patrulha, Montilocco foi ocupado, mas o corpo não foi encontrado. É que os alemães o tinham transportado uns 50 metros e enterrado atrás da casa. Os homens que ocupavam aquela posição pouco iam naquele lado da casa, pois o inimigo dominava uma elevação próxima. Depois veio o inverno, e cobriu tudo de neve. Nossa linha avançou muito além de Montilocco, e os italianos que residiam ali voltaram para sua casa. Só agora, quando fazia uma limpeza no quintal, uma velhinha italiana descobriu a sepultura rasa em que estava Amaro, e deu aviso a um “partigiano” que avisou aos brasileiros.
FONTE: Do livro “Com a FEB na Itália” de Rubens Braga
FOTOGRAFIAS: 1º Esquadrão de Cavalaria Leve – Esquadrão Ten Amaro
Matéria Blog Ecos da Segunda Guerra.


domingo, 10 de fevereiro de 2019

Chaveiro de 1985 da Legião Paranaense do Expedicionário.

Antigo chaveiro comemorativo da Legião Paranaense do Expedicionário dos 40 anos do fim da Segunda Guerra Mundial.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Destruição de Montese


Em 15 de abril de 1945. A batalha por Montese continuava. Quando acabou, este foi o estado da cidade: das 1.121 casas, 833 estavam no chão ou bastante avariadas.
Fotos dos livros “Battaglie sul Crinale”, de Walter Bellisi com auxílio Marília Cioni e de “Fratelli Sulla Montagna” de Daniele Amicarella e Giovanni Sulla.
V de Vitória