segunda-feira, 10 de junho de 2019

Lembrança do Memorial aos pracinhas no Rio De Janeiro

Raro chaveiro antigo de 1960,  lembrança do Memorial Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Cabo Edson Dias Soares

Edson Dias Soares nasceu em 23 e fevereiro de 1919, em São João de Vila  Nova distrito da Vitória da Conquista, no estado da Bahia.Primeiro dentre os vinte e um filhos de Laurinha Rosa Soares e de Rozel Dias Soares. No vilarejo de origem, Edson cursou o ensino elementar e de lá permaneceu até o começo de sua juventude. Em 1941 ingressou como voluntário no Exército da capital do estado (Salvador), Décimo Nono Batalhão de Caçadores, situado no bairro Cabula.
Embarcou para Itália em 20 de novembro de 1944 .Com o título de" Acontecimentos durante a viagem do Rio a Itália do Cabo Edson", o do soldado Edson Dias Soares, apreciador de literatura e afeito a atividade de escrita, redigiu um diário registrando os acontecimentos, desde a saída da Bahia e o embarque par a Itália, a rotina nos campos de batalha italianos, durante os nove meses de combate até seu retorno ao Brasil.O Soldado Edson Dias Soares, além de enviar regularmente telegramas para seu pai, escreveu também cartas a familiares e amigos, descrevendo sua vida nos campos de batalhas.
Foi instrutor de tiros e ensinava sobre ataques e defesas, o manejo correto de maquinas e instrumentos de destruição e morte. Retornando para o Brasil no quarto escalão sob o comando de Cel Delmiro Perreira Andrade, efetivo de 5.342 expedicionários no navio americano General Mann as 6 horas do dia 4 de setembro de 1945.
Para o soldado baiano Edson Dias Soares, a prática de escrita se converteu numa forma de tornar suportável as tensões vividas no campo de batalha.

Cabo Edson Dias Soares segurando morteiros nas mãos.
Cabo Edson o quarto da esquerda para direita com colegas na Itália.
 Diário da Segunda Guerra Mundial escrito por Edson Dias Soares na Itália.
Presente do amigo Antônio Ernesto Viana Soares, filho do Cabo Edson Dias Soares, um belo livro que recomendo a todos apreciadores de uma boa leitura e admiradores da Força Expedicionária Brasileira.
Fotos: Arquivo da família.
(O Resgate FEB)


domingo, 26 de maio de 2019

MEDALHA MONUMENTO AOS MORTOS DA II GUERRA MUNDIAL FEB – 1960


Medalha de 1960 do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, que marca a chegada dos corpos trasladados do Cemitério de Pistoia na Itália. Apresenta a inscrição: “Construído no governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Em bronze. Cunhada na Casa da Moeda. 
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Vesúvio visto pela FEB

Escalão da FEB partindo para o Brasil do Porto de Nápoles. Ao fundo o vulcão Vesúvio
V de Vitória

(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Chaveiro da ANVFEB - Brasilia.

Chaveiro antigo da Associação Nacional dos Veteranos da FEB, seção Brasilia.
(acervo O Resgate FEB)
Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios Beneficente 
Tal participação militar no fundo fez com que a CAPEMA alterasse sua razão social para CAPEMI (Caixa de Pecúlio dos Militares).

(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO


A imagem pode conter: 1 pessoa

SARGENTO JOAQUIM VIEIRA PINTO (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista. (29/10/1923 - 05/11/1977)
Filho de Aristides Vieira Pinto e de D. Cecília Bernardina de Jesus. Nasceu em Delfim Moreira, porém considerava itajubá como seu berço adotivo, pois aqui passou quase o tempo todo de sua vida. Teve boa formação colegial. Estudou no Seminário de Pirassununga, SP, e terminou os preparatórios secundários, com o 3º ano Científico, em Itajubá.Ingressou no Exército, no 4º Batalhão de Engenharia de Combate (então denominado 1º Batalhão de Pontoneiros), e, no início da 2ª Grande Guerra, partiu para a ilha de Fernando de Noronha, participando da guarnição de defesa do arquipélago. De regresso ao Batalhão, foi incluído na FEB (Força Expedicionária Brasileira), e seguiu para a Itália, para entrar em fogo contra as hostes de Adolfo Hitler. E o Sargento Joaquim Vieira Pinto demonstrou seu espírito de brasilidade e seu heroísmo, seu destemor de militar cônscio dos deveres patrióticos que dignificam a farda que vestia. Participou de lutas em Camaiore, Monte Prano, Monte Castello, Castelnuovo, Montese e Colecchio. Esteve em Porreta Terme, Formigene e Alessandria. Trouxe honrosas medalhas, citações de combates e elogio do comandante do 5º Exército dos Estados Unidos.
Em 1945, voltando da guerra, após desligar-se do Exército que ele gloriosamente serviu, ingressou na Fábrica de Armas, pela qual se aposentou. E como funcionário civil, Joaquim continuou prestando seus bons serviços às Forças Armadas, trabalhando, com o mesmo espírito de civismo, de ordem, de patriotismo e de honestidade, tomando-se o auxiliar competente e disciplinado da Fábrica que vem produzindo armas para a defesa da Pátria, essa defesa que ele soube exaltar, com o desassombro de soldado brasileiro, nos cenários das pelejas em terras de Itália. No ano seguinte ao de seu ingresso na F.I em 19-12-1946, casou-se com D. Wanda Maria Santana, natural de Cataguases, MG, filha de Jorge Santana e de D. Aída Guarzoni Santana, e foi pai de sete filhos: Régis Mauro Vieira Pinto, funcionário da Petrobrás; Walter Luiz Vieira Pinto, oficial do Exército (reformado como Capitão); Mana Stella Vieira Mazoni, professora; Vânia Maria Vieira Pinto, engenheira mecânica diplomada pela Efei com a turma de 1978; Dayse Vieira Pinto, economista; Alexandre Maurício Vieira Pinto, diplomado em Ciências Contábeis; e Carlos Alberto Vieira Pinto, contabilista.


Matéria:
Sheldon Freitas-4  BE Cmb-Pontoneiros da Mantiqueira.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Lembrança do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial

Raro prato porta cartão do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial de 1960, do fabricante D.Pedro.
(Acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Atleta Mário Márcio Fontanilas da Cunha expedicionário da FEB

Volta do atleta Mário Márcio Fontanilas da Cunha. Ele era 2º Tenente da FEB, observador da Companhia de Obuses do 11º Regimento de Infantaria. Uma granada de tempo o pegou (detona depois de alguns segundos).Tentou jogar de volta e foi ferido, escreveu o jornalista Rubem Braga. Antes da guerra era atleta do Fluminense, campeão dos 400 m com barreiras no Campeonato Sul-americano de Atletismo de 1941. Essa foto é de 10 de maio de 1945. A imprensa registrou. Em sua homenagem foi criada uma taça, que recebia 20 provas em oito dias. Foi para a Reserva do Exército em 28.03.1945 por conta dos graves ferimentos. Não competiu mais profissionalmente. 
V de Vitória

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Cartão postal de um veterano, VALETIM CARVALHO MACHADO

Cartão postal de um veterano, 1º tenente VALETIM CARVALHO MACHADO do 1º Batalhão de Saúde, enviado da Itália para seus familiares em 12 de novembro de 1944.
(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 25 de março de 2019

Inauguração da "CASA DO EXPEDICIONÁRIO"

Em 1951 foi Inaugurado a "CASA DO EXPEDICIONÁRIO" em Curitiba pela Legião Paranaense do Expedicionário (LPE).
Postagem: Primeiro Tenente Lino
Credito das fotos:Museu do Expedicionário.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Vigilia da Saudade

Antigos cartões convidando para "Vigília da Saudade" no Memorial aos Mortos da Segunda Guerra no Rio De Janeiro.
(acervo O Resgate FEB)
(Clique na foto para ampliar)

segunda-feira, 11 de março de 2019

VICENTE GRATAGLIANO - FEB



“O Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil concede a Cruz de Combate de Primeira Classe ao Soldado Vicente Gratagliano, por ter, na região de Boscaccio, após um contra-ataque alemão que obrigou o retraimento da tropa amiga que ocupava as posições, sido um dos elementos que, com seu comandante de grupo e sargento auxiliar, se destacou, demonstrando uma resistência física fora do comum, aliada a bravura pessoal e coragem, subindo a íngreme encosta que dava acesso às posições abandonadas e as ocupando em tempo oportuno para perceber uma patrulha alemã de infiltração, atirando e matando dois dos seus componentes que já se encontravam a 20 metros de distância. No dia 5 de março de 1945, no ataque ao Soprassasso, mais uma vez demonstrou coragem e sangue-frio, tendo localizado uma resistência inimiga que atirava na sua direção, lançou-se resolutamente para frente, debaixo de serrado bombardeio de artilharia e , posto seu FM em posição, metralhou a arma que hostilizava a progressão do seu pelotão, permitindo assim que prosseguisse o movimento.”( Citação da Medalha Cruz de Combate de 1ª Classe de Vicente Gratagliano).
Por vários atos de extraordinário heroísmo, Vicente Gratagliano, do 6° Regimento de Infantaria, recebeu a medalha Silver Star das mãos do Gen. Clark"
Museu da FEB BH - ANVFEB BH