sábado, 19 de fevereiro de 2011

Diploma e Medalha de Guerra do Brasil - F.E.B.


Decreto nº 6.795, de 17 de agosto de 1944, regulamentado pelo Decreto nº 16.821, de 13 de outubro de 1944.
Finalidade: premiar os oficiais da ativa, da reserva e reformados, e civis que tenham prestado serviços relevantes de qualquer natureza, referentes ao esforço de guerra, preparo de tropa, ou desempenhado missões especiais confiadas pelo Governo, dentro ou fora do País. Foi também outorgada a militares dos Exércitos das Nações Amigas ou Aliadas que colaboraram no esforço de guerra nacional.
Características:
Anverso: é uma cruz do templo com um dístico central onde se encontra o Cruzeiro do Sul (das Armas Nacionais). A cruz se acha sobreposta numa coroa de louro e de carvalho (símbolo do valor militar e do valor cívico).
Reverso: em alto-relevo, está gravada a data de 22-VIII-1942, que é a data da Declaração de Guerra do Brasil;
fita: de seda chamalotada, de cor amarela, com bordadura de cor verde nos lados. 


Diploma da Medalha de Guerra entregue ao 2º Sargento Gastão Schefer por ter participado no esforço de guerra do Brasil. O Sargento Gastão Schefer participou da campanha na Itália.

Medalha de Guerra do Brasil
Acervo O Resgate FEB
acervo O Resgate FEB

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DIPLOMA DA CRUZ DE COMBATE - F.E.B



Tumulo de João Maria no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (Rio de Janeiro) 
(clique na foto para ampliar) 
João Maria da Silveira Marques, faleceu em combate em 26 de Novembro de 1944 em Porreta, Itália e foi sepultado no Cemitério Militar de Pistoia na Quadra C Fileira numero 8 Sepultura 89 .Foi agraciado com a Medalha de Campanha ,Sangue do Brasil e Cruz de Combate (foto) 2ª classe.A dois tipos de CC, a primeira quando o ato foi por bravura é o militar sobreviveu a ação e a segunda quando o militar foi morto em ação,  foram ortogados mais de 1 ano depois após o regresso para o Brasil da FEB.
(acervo O Resgate FEB)
Fotos Henrique Moura                                                                                                                    

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ESTRADA DAS LÁGRIMAS - F.E.B.

Gostaria que os moradores da Estrada das Lágrimas no bairro de São João Clímaco no Município de São Paulo,segundo comentários, soubessem o porquê do nome dado a ela, ou seja, a história da referida Estrada.
Em 1944, os Pracinhas partiam de uma árvore que até hoje existe no início da Via Anchieta (SP), As mães deses Pracinhas ficam ao longo da Estradas das Lágrimas pa ase despedirem de seus filhos e, naturalmente, não podiam conter as lágrimas, daí o nome ESTRADA DAS LÁGRIMAS, trecho a uma outra estrada que ia até o início da Estrada Velha de Santos - SP
PESQUISA: Blog Comentando a Hisória.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Coldre de lona - F.E.B

Coldre brasileiro da pistola Colt 45.ACP semi-automático usado durante toda a campanha na Itália, feito de lona.
(acervo O Resgate FEB)
clique na foto para ampliar   

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Brasileiro - Povo sem Memória

¨Quando leio um texto como este, fico imaginando como pode um povo não ter memória, e ver que é este o grande motivo da situação do nosso País.
Dedico este humilde site aos Pracinhas brasileiros que lutaram bravamente e se sacrificaram pelo sonho de um mundo melhor e mais humano¨

Brasileiros não reconhecem participação dos pracinhas na Segunda Guerra
A falta de oportunidades para relatar suas experiências e falar sobre a guerra aumentou a amargura dos pracinhas, que sofrem com o esquecimento da sociedade sobre sua história
O Brasil não soube reconhecer o sofrimento suportado pelos pracinhas durante a Segunda Guerra Mundial, tampouco o empenho por eles empreendido nas batalhas. O país também não deu voz para que os veteranos pudessem contar suas experiências. A avaliação é do historiador Cesar Campiani Maximiano, que passou seis anos realizando entrevistas e coletando material sobre a experiência de guerra dos soldados brasileiros que sobreviveram aos combates na Europa, entre 1944 e 1945.
Munidos de fuzis e do idealismo típico da juventude, cerca de 25 mil brasileiros embarcaram para as frentes de combate italianas e arriscaram suas vidas para derrubar os regimes nazi-facistas europeus. "Eles acreditavam que, lutando contra Hitler e Mussolini, dariam sua contribuição para a construção de um mundo melhor", explica Cesar, que defendeu tese de doutorado na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH) da USP.
Segundo o historiador, o reconhecimento reclamado pelos veteranos não são superproduções cinematográficas sobre a guerra nem grandes paradas militares - típicas dos norte-americanos. Cesar diz que os pracinhas gostariam apenas que a Força Expedicionária Brasileira (FEB) - nome que se deu à divisão de infantaria do exército brasileiro enviada à Itália sob comando de Washington - fosse mais lembrada pela população e também melhor estudada nas escolas.
"Os pracinhas acreditavam que, lutando contra Hitler e Mussolini, dariam sua contribuição para a construção de um mundo melhor"
O esquecimento, continua Cesar, ocorre principalmente porque os ex-combatentes da FEB não tiveram a oportunidade de relatar suas experiências de guerra. "Os veteranos não tiveram voz, provavelmente porque eram pessoas simples, em sua maioria trabalhadores e operários sem muito estudo, cuja opinião não costuma ser ouvida pela sociedade brasileira", explica Cesar.
Lado humano da guerra

Um dos principais motivos que levaram Cesar a estudar o tema foi a pouca informação que se tem sobre a experiência e a vivência dos soldados brasileiros nas frentes italianas. Para ele, a história produzida sobre a participação do Brasil na guerra peca por ser desequilibrada - ou possui um caráter laudatório ou depreciativo.
Escutar o que os veteranos têm a dizer, segundo Cesar, foi um dos pontos mais complicados da pesquisa devido à dificuldade de comunicação que se impõe sobre pessoas que passaram por experiências completamente distintas. "É extremamente difícil para uma pessoa que sempre viveu em situações de paz entender o que um soldado sente durante a guerra."
Além disso, os veteranos costumam ser pessoas fechadas, que carregam consigo grande carga de recordações traumáticas. Dentre elas, o historiador enumera transtornos psicológicos chamados "neuroses de guerra" - que levaram muitos a cometerem suicídio após retornarem da Europa. A proximidade e a convivência com a morte também é uma das recordações mais lembradas pelos pracinhas.
"Eles matavam e viam gente morrendo o tempo todo. Muitas vezes também tinham de se alimentar e dormir ao lado de cadáveres. Essa situação brutalizava os soldados, tornando ainda mais complexa sua readaptação à sociedade", explica Cesar.


FONTE: Site da USP

domingo, 30 de janeiro de 2011

DIPLOMA E MEDALHA DE CAMPANHA DA F.E.B.

Medalha de Campanha da Força Expedicionária  Brasileira da Segunda Guerra Mundial.
Decreto Lei n. 6795 de 17 de Agosto de 1944.Conferida aos militares da ativa, da reserva e assemelhados, que participaram de operações de guerra, sem nota desabonadora.Também foi conferida a militares dos Exércitos das Nações amigas e Alidadas que tenham tomado parte na campanha, incorporados às nossas forças. A medalha é uma Cruz de Malta tendo ao centro da legenda FEB, contornadas por uma coroa de louros, símbolo da glória militar. Sobre os três ramos da cruz, a data 16-VII-1944 – que é a data do desembarque na Europa da Força Expedicionária Brasileira.
(acervo o Resgate FEB)

 Diploma da Medalha de Campanha da FEB concedida ao Sargento Anélio Silva Araújo 
  como integrante da FEB e participado de operações de guerra na Itália.
(clique na foto para ampliar)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

DIPLOMA E MEDALHA SANGUE DO BRASIL-F.E.B


A Medalha de Sangue do Brasil foi criada por intermédio do Decreto-Lei nº 7.709, de 5 de julho de 1945 com o objetivo de a agraciar oficiais, praças, assemelhados e civis, destacados para o teatro de operações na Itália, e que ali tivessem sido feridos em consequência de ação objetiva do inimigo.
 Características:
Anverso: Sabre das Armas da República.Três estrelas vermelhas representando os três ferimentos recebidos pelo General Sampaio, no dia 24 de maio de 1866, na Batalha de Tuiuti e Guerra do Paraguai. Dois ramos de "Pau Brasil", orlando a medalha, lembram a Pátria e as origens de seu nome glorioso. Uma faixa arqueada está inscrita – Sangue do Brasil.
Reverso: esfera da Bandeira Nacional envolvida pelos dois ramos de "Pau Brasil".A fita é de cor vermelha com um friso central, dividido em três partes iguais com as cores nacionais: amarelo, verde e amarelo.
Este Diploma da Medalha de Sangue do Brasil foi entregue ao soldado Francisco de Oliveira do 11º RI, nasceu em Blunemau (SC) em 05/06/1923 ferido em combate em 10/06/1944 em Marrano (Itália) na Segunda Guerra Mundial.

(acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)
                                                          

domingo, 23 de janeiro de 2011

Teaser - A Montanha O FILME - F.E.B

“A Montanha” – O Filme


Finalmente teremos um filme sobre os combatentes brasileiros que atuaram nos campos da Itália na luta contra o nazifascismo no período de 1944-1945, digno de ser visto.Seu autor Vicente Ferraz, foge um pouco do viés documentarista,  parte de uma ficção, retratando a tomada de Monte Castello, que dá titulo ao filme, A Montanha. Tal fato na época, se constituiu no maior desafio da tropa brasileira. Logisticamente, o Monte Castello, está situado próximo a Bolonha, cerca de 60 quilômetros,  um baluarte alemão que compunha a Linha Gótica, fortemente armada, com mais de 200 mil minas terrestres, além dos fossos anti tanques, e os fortins guarnecidos por atiradores de elite.
A missão mais importante era tomar esta montanha ,chamada de Fantasma pelos brasileiros. Por ela passava a Estrada 64, que ligava o norte, ao sul da Itália, local preponderante para quem necessitava levar reforços para suas tropas. Por outro lado, os norte americanos, dos quais éramos aliados, precisavam tomar Bolonha, centro nevrálgico no final da guerra. Ao passar a responsabilidade aos brasileiros de tomar esta montanha, a intenção era também dividir as forças nazistas. Da parte brasileira, foram necessárias 5 tentativas para  a conquista do local, tudo sendo iniciado em novembro de 1944, com tropa “fresca” e mal preparada.
Para o pesquisador que se debruça sobre a história dos veteranos brasileiros nesta guerra, dificilmente deixa de encontrar referencias á tomada de Monte Castello, seja em documentos oficiais, bem como em periódicos da época, registrados pelos correspondentes de guerra brasileiros, nos jornais dos batalhões, nas memórias dos pracinhas  ou em seus diários, como o material por mim pesquisado e transformado em livro com o titulo Diários de Guerra, recentemente lançado.
Em relação ao filme de Vicente Ferraz,  embora conduzindo uma ficção,  o autor narra a história de quatro combatentes, que diante de uma ataque surpresa do inimigo em Monte Castello, abandonam seu grupamento, tentam depois retornar às linhas brasileiras, mas caem em um campo minado e diante do comprometimento do  dever e da honra, temem pelo  estigma da deserção.
Na narrativa  que encaminha, sem o comprometimento factual, possivelmente, o autor nos aproxime dos episódios ocorridos do dia 2 de dezembro de 1944. Desde novembro desse ano, vinha a tropa brasileira empenhada na conquista da montanha, sem sucesso.Neste dia, seguindo uma missão de guerra, os soldados do 1º batalhão do 11º. Regimento de São João Del Rey, substituiria outro do Regimento Sampaio. Eram tropas extenuadas, pela acirrada ânsia da conquista em local estrategicamente difícil, sob forte impacto continuo da artilharia alemã. Os recém chegados foram influenciados por noticias desalentadoras que minavam o moral dos soldados, estes, jovens recrutas sem o amadurecimento psicológico para tal enfrentamento.
Diante de fogo pesado da artilharia , os soldados debandam,  na corrida desenfreada, deixam  para trás armamento, equipamentos e munição, perdem os companheiros, e chegam na cidadezinha de Porreta Therme, local do quartel general  brasileiro. Desorientados, com os olhos esbugalhados e sujos de lama, foram vistos com incredulidade e desdém pelos habitantes. Lamentavelmente foram considerados covardes, mas sem julgamento, e nenhum apoio receberam do comandante da infantaria general Zenóbio da Costa. Ainda hoje tal assunto é considerado tabu entre os soldados.
Sobre o filme, trata-se de um grande projeto totalmente  filmado na Itália, desde 2007. Partem agora seus idealizadores para as ultimas tomadas feitas  nos locais ,nos montes nevados onde os fatos aconteceram. Atuam neste filme cerca de 25 atores dentro de um consórcio brasileiro, português  e italiano, a previsão é de  RS 9 milhões nesta produção do longa metragem. Cenas de minas que explodem, em um tempo quase real, foram alguns desafios enfrentados pelos protagonistas, após intenso treinamento com equipes especializadas do Exército Brasileiro. Entre os atores, alguns conhecidos como Richard Sammel de Bastardos Inglórios e Sergio Rubini .
Vimos um trecho do filme no teaser, chamou a nossa atenção pela beleza das imagens, em um cenário pouco conhecido dos brasileiros. Acreditamos que o filme seja um marco e motivação para o conhecimento de fatos ligados  à participação  brasileira na 2ª Guerra Mundial, retratando a saga de 25 mil brasileiros nos momentos vibrantes desta história tão pouco valorizada em nosso meio.
PDF com os dados do filme e produtora: http://www.primofilmes.net/pdf/montanha.pdf
Carmen Lúcia Rigoni
Historiadora.
Rua Carlos de Carvalho, 2435
Curitiba Paraná 
PESQUISA : SAITE PORTAL DA FEB.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CINTO EUB/F.E.B

Cinto EUB (Estados Unidos do Brasil) da decada de 30/40 com marca do fabricante na fivela, o mesmo utilizado pela FEB antes e durante, versão uniforme de campanha.
(acervo O Resgate FEB)
              
 Repare o febiano o primeiro da esquerda esta com o cinto EUB, versão uniforme de campanha.
                                                               (clique na foto para ampliar)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

SENTA A PUA - F.A.B

Pilotos da Senta Pua
Simbologia do Emblema
Faixa externa verde-amarela - o Brasil
avestruz - velocidade e maneabilidade do avião de caça e o estômago dos pilotos, que aguentava qualquer comida.
quepe do avestruz - piloto da Força Aérea
escudo - a robustez do P-47 e proteção ao piloto.
fundo azul e estrelas - o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul
pistola - poder de fogo do Thunderbolt
nuvem - o espaço aéreo
fumaça e estilhaços - a artilharia antiaérea inimiga
fundo vermelho - o sangue derramado pelos pilotos na guerra
frase "Senta a Pua" - o grito de guerra

O  grito que ecoava pela Base Aérea de Suffolk, em Long Island, Estados Unidos, intrigava os locais. Era em português, confabulavam. Mais do que isso, não sabiam. Realmente, era difícil para os homens do 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, que ali travavam conhecimento com o sensacional Republic P-47-Thunderbolt, explicar aos americanos o significado da expressão. Bem mais difícil do que pilotar o mais moderno avião de caça da Força Aérea dos Estados Unidos da América - motivo pelo qual os brasileiros, em junho de 1944, estagiavam no estrangeiro. Ao final do curso, que completaram com louvor, pilotos e pessoal de apoio estavam aptos a entrar em ação. Na colação, em uníssono, berraram uma derradeira vez o enigmático estribilho: "Senta a pua!"

 Os 19 pilotos que foram aos EUA buscar os novos P-47 incorporados à FAB após a 2ª Guerra Mundial - Em pé (esq p/ dir): Correia Netto, Goulart, Keller, Torres, Lima Mendes, Eustórgio, Nero Moura, Motta Paes, Rui, Perdigão, Lagares, Kopp e Horácio. Agachados: Neiva. Meira, Assis, Paulo Costa, Joel e Pessoa Ramos.
Foto: Sentando a Pua

Porto de Norfolk, Virgínia, EUA - 20.09.1944 (Quarta) - Aqui inicia-se a história do avestruz de quepe. Pronto para embarcar para o Teatro de Operações, com o grito de guerra em todas os gargantas, faltava ao Grupo um emblema. Coube ao Capitão Aviador Fortunato Câmara de Oliveira, o Comandante da Esquadrilha Azul, artista cuja característica é a criatividade de impacto, desenhá-lo, o que foi feito a bordo do navio USAF Colombie, que transportou a Unidade do Porto de Norfolk. Virgínia, EUA, ao porto de Livorno. Apareceu, então, pela primeira vez, a figura atlética do Avestruz do 1º Grupo de Caça, que nunca escondeu a cabeça diante do perigo, como reza a tradição dos seus primos.
Ao contrário, os que o levaram em suas missões de guerra, pintado na carenagem do motor dos Thunderbolts, foram condecorados por atos de bravura pelo Governo dos Estados Unidos, por proposta do Comandante da 12ª Força Aerotática da USAF, a quem o 1º Grupo de Caça estava subordinado operacionalmente no Teatro de Operações do Mediterrâneo.
O Avestruz Guerreiro do "Senta a Pua!" foi para a FAB o que representa o emblema "A Cobra Está Fumando" para o Exército, através das batalhas de Monte Castelo, Montese e outras, sustentadas e vencidas pelos heróicos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira.O 1 º Grupo de Aviação de Caça, na Itália, 1944-1945
Durante os treinamentos ainda nos Estados Unidos, faleceu em um acidente,  O Tenente DANTE ISIDORO GASTALDONI

PESQUISA: Blog - Memória da Segunda Guerra Mundial.
                   A história da aviação Militar Brasileira na Segunda Guerra Mundial-1943/1945.

domingo, 9 de janeiro de 2011

FIRST AID KIT - PRIMEIROS SOCORROS -.F.E.B-US

Kit individual de primeiros socorros (FIRST AID KIT U.S.) usado pela FEB/USA na Segunda Guerra Mundial.Ficava preso ao cinto NA e era utilizado pelo próprio combatente em caso de ferimento.Estojo da marca WLMC.INC de 1944.
(acervo O Resgate FEB)
   
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