segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CINTO F.E.B.

Este cinto de oficial  e o mesmo usado pelos brasileiros nos uniformes de passeio, antes, durante e pós guerra.Esse cinto e fivela fabricado no Brasil (RJ) tem o carimbo e a marca do fabricante. (M.Numes RJ)  (acervo O Resgate FEB)
(clique na foto para ampliar)
Uniforme de passeio de oficial da FEB
                                                                                                                     

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Polainas F.E.B.

Essas polainas ou perneiras americanas foram usadas pela FEB na campanha na Itália, para proteção das canelas e do frio e fixava as calças na bota.(acervo O Resgate FEB)

                                 Repare nos pés dos pracinhas alguns estão usando as polainas.                                                                                                 (clique na foto para ampliar)                            

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Museu Expedicionário de Curitiba (PR) - F.E.B.

O Museu do Expedicionário de Curitiba é o mais completo. Com um acervo espetacular, muito bem exposto e conservado, mantêm viva a memória da mais bela página da nossa história, a Força Expedicionária Brasileira. Nessa primeira parte, mostrarei imagens de manequins com uniformes usados pela FEB na Segunda Guerra Mundial!
O Museu do Expedicionário  fica aberto de terça à sexta - feira das 10:00 às 12:00 e de 13:00 às 17:00 hs. Aos sábados e domingos das 13h às 17h Endereço:Praça do Expedicionário s/n , Alto do XV,Tel: (41)3362-8231(Genilda) e portaria (41)3264-9931. 
Faxada do museu, P 47 Thunderbolt o mesmo usado pela FAB (Senta Pua) na campanha da Itália.    
Barraca de campanha e utensílios diversos.
Uniforme de combate e armamentos
Uniforme de passeio      
Uniforme feito no Brasil
Uniforme de combate para a neve ,uma parka reversível  lado branco
Uniforme para o frio com parka lado verde 
Uniforme para o frio  rigoroso do inverno de 1944
 Agradeço ao amigo José Carlos Reis ,curitibano (ABCL Laser) pela gentileza de fotografar o Museu Expedicionário da FEB para divulgar e perpetuar a memória da FEB. 
  
                              
                                                                                                               
                                                                   

domingo, 21 de novembro de 2010

LUVAS DA BROWNING 50 - F.E.B

Luvas usada  pelos soldados (USA/FEB) na segunda guerra feita de couro, pano e revestida (interior) com um tecido tipo feltro para proteção das mãos com encaixe para os dedos polegar e indicador.Era usada para metralhadora Ponto -50.(acervo O Resgate FEB)
                                                                                                        
                                                                                   

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CARTÕES POSTAIS DE UM PRACINHA- F.E.B .

 Cartões postais de um pracinha na Segunda Guerra na Itália para seus familiares no Brasil.(acervo  O Resgate FEB)


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terça-feira, 16 de novembro de 2010

JIPE AMBULÂNCIA NA F.E.B.

JIPE AMBULÂNCIA NA FEB
Itália  1944 - 1945


       
        A Força Expedicionária Brasileira (FEB) criada pelo Brasil para participar da Segunda Guerra Mundial, e enviada para o teatro de operações da Itália, onde operou no período de julho 1944 a junho de 1945 com um efetivo total de 25.334 homens, destes 451 morreram e 2.722 foram feridos.
       
O equipamento era essencialmente de procedência norte-americana, e a quase totalidade foi recebida na Itália onde lutou como parte integrante do 5º Exército Norte-Americano.
        Dentre os veículos que operou cabe destacar as 655 viaturas 1/4 de tonelada, mais conhecidas como Jipe (Jeep), sendo que 09 deles operaram como ambulância transportando feridos até os hospitais de campanha com muito boa eficiência, no Batalhão de Saúde, junto a outros tipos de veículos. Nas demais unidades da FEB, junto ao destacamento de saúde, existiram jipes ambulâncias, na maioria das vezes apenas um por unidade.
        Barrie Pitt, autor de diversos livros sobre assuntos militares assim o definiu:

        ..."Ele possuía também qualidades práticas que nenhum outro veículo apresentava. Podia carregar seis homens, percorrer a 80km/h enormes distâncias e desembarcar seus passageiros em um segundo, ao parar ( a menos que a capota estivesse levantada, é claro, quando ele então deixava de ser um jipe). Saltava-se simplesmente por cima. Se viesse a atolar em areia fofa ou num pântano, quatro homens podiam tira-lo apenas rolando-o, depois de retirar o pára-brisas e o volante (embora se perdesse um pouco de gasolina no processo). Outra vantagem era o capô, que por ser plano permitia a leitura de mapas, fazer refeições e a barba, ou prender os confortos extras que a gente realmente não tinha o direito de levar. Mais tarde, verificamos que também podíamos transportar feridos deitados nele.
        Em ação, o desempenho do jipe era tão bom quanto seus usuários esperavam que fosse, e talvez melhor do que seus projetistas sonhavam"...
  
    
Muitos veículos militares podiam ser convertidos em transportes de pacientes com ligeira modificação ou não da estrutura, mas a viatura Jipe de 1/4 tonelada e seu reboque  faziam parte do equipamento padronizado das seções do batalhão de saúde e de muitas outras unidades do Exército norte-americano e seus aliados. Quase sempre estavam ao alcance e eram adaptados facilmente para transportar feridos ou doentes.
        É comum encontrarmos fotos de diversos Jipe da FEB em sua versão ambulância em plena atividade. O próprio exército norte-americano elaborou manuais de campanha onde na parte de Saúde é possível observarmos o transporte de doentes e feridos, manual este conhecido pelo código C-8-35 também adotado no Exército Brasileiro nos pós-guerra.
       
Diversas montagens foram elaboradas para a versão do Jipe Ambulância, como a de poder levar dois pacientes sem alterar o veículo original, colocando uma padiola atravessada na parte detrás da viatura com os punhos assentados nas laterais do veículo, e a segunda ao longo do lado direito do veículo com seus punhos apoiados na primeira padiola e no pára-brisa deitado. (foto 1 e 2 - Arquivo Histórico do Exército)
       
        Outra opção era a construção de uma armação com varas ou galhos verdes que permitia o transporte de dois pacientes em padiolas colocadas longitudinalmente na retaguarda do veículo. Esta armação era feita com quatro varas, galhos verdes ou tábuas, imitando grosseiramente uma escada de mão com dois degraus, a qual é amarrada nas alças laterais do jipe e no arco que suporta a capota, com cordas ou correias. As padiolas são colocadas com as cabeças dos pacientes voltadas para a frente. Nada impedia que esta armação fosse feita com material mais durável. (foto 3 e desenho 1- Coleção do autor)
       
        Foram ainda desenvolvidos pelo fabricante  porta padiolas feitos inteiramente de metal, fornecido para converter um Jipe em ambulância, onde o pneu estepe é colocado no centro do veículo entre as duas padiolas, podendo ser recobertos com uma capota de lona, proporcionando um melhor transporte para os feridos (foto 4, 5 e 6 – Coleção do autor).
               
        Também foi utilizado o reboque do Jipe para transportar feridos, colocando-se duas padiolas longitudinalmente sobre o reboque com os estribos para dentro prevenindo assim a quebra das padiolas. Os punhos da padiola são amarrados nos pequenos ganchos existentes nos lados do reboque. (foto 7 – Coleção do autor)

Outra forma de transportar quatro  feridos no jipe consistia em construir de madeira uma armação para transportar duas padiolas sobre o capô do motor e duas na parte traseira. (foto 8 e desenho 2 – Museu do 1º Esq. Rec. Mec. e Coleção do autor ).
       
        Existiam ainda outras adaptações, mas as aqui mencionadas eram as mais freqüentes.  Esta é mais uma das grandes qualidades deste veículo o famoso Jipe Willys MB ou Ford GPW usado com grande sucesso durante e após a segunda guerra mundial.
  
     Vale ressaltar que todos os Jipes do Batalhão de Saúde possuíam a matrícula FEB 710, seguido do emblema do Cruzeiro do Sul e o número do carro 1 a 9, mais os emblemas da cruz vermelha em fundo branco. Os emblemas eram alocados no parachoque dianteiro, laterais e capô e a matrícula FEB 710 no parachoque dianteiro junto com o número do carro  e nos dois traseiros. É possível encontrar fotos de jipes ambulâncias com outras matrículas, como FEB 100, seguido  do número  do veículo,  pertencente ao  Quartel  General da D.I.E.
  
     (1ª Divisão de Infantaria Expedicionária), ou 330G do destacamento de saúde do 11 RI. (foto 9 e 10 – Arquivo Histórico do Exército)
       
        O Jeep impressionou muito os soldados brasileiros, muito embora ele tenha chegado ao Brasil em dezembro de 1941, nas versões Bantan e GP, eles causaram muito boa impressão quanto ao seu desempenho na Itália, tanto que num relatório ele é assim descrito:
        “É leve e resistente. Em Colma rodaram ininterruptamente em terreno completamente desfavorável ou seja montanhoso e lamacento. Ainda em Granaglione tiveram que enfrentar mais um adversário que é a neve fofa e passaram por mais esta incólumes. É de fácil reparação e manutenção. É uma viatura econômica”.

DADOS TÉCNICOS
País: USA
Fabricante: Willys Overland (MB) e Ford  Motors (GPW)
Modelo: Transporte não especializado l/4 t 4x4
Nome vulgar: Jeep
Guarnição: 4 homens
Motor: Willys  442  “Go Devil” de 4 Cilindros  a gasolina, 60hp
Peso: 110kg
Carga útil: 362Kg qualquer terreno
, 544Kg em estrada
Altura de engate: 533mm
Sistema elétrico: 6 volts
Capacidades:   reservatório de combustível: 56 litros (gasolina)
                        motor: 3,78 litros
                        caixa de mudança: 0,71 litros
                        caixa de transmissão múltipla: 1,42 litros
                        diferencial dianteiro/traseiro: 1,18litros
Desempenho:   rampa máxima: 58%
                        raio de curva (direita/esquerda) 5486/5638mm
                        vau: 635mm
                        consumo médio de combustível: 8km/l
                        raio de ação médio: 458km
                        velocidade máxima: 88km/h.

BIBLIOGRAFIA:
Amiden, Jamil. Êles não voltaram. Gráfica Riachuelo Editora, Rio de Janeiro, 1960;
Branco, Manoel Thomaz Castello. O Brasil na II Grande Guerra. Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1960;

Denfeld D. & Fry M. Jipe o indestrutível. Coleção História Ilustrada da  2ª Guerra Mundial, Armas 13, Editora Renes   Ltda, Rio de Janeiro, 1976;
Ellis, Chris. Bishop, Denis. Military Transport of World War II. Blandford Press, London, 1975;
Moraes, J.B. Mascarenhas de. A F.E.B. pelo seu comandante. Instituto Progresso Editorial S/A, São Paulo, 1947;
Ramos, José de Oliveira. A Epopéa dos Apeninos. Gráfica Laemmert Limitada. Rio de Janeiro, 1947 (?);
C-8-35  Manual de Campanha - Saúde - Transporte de Doentes e Feridos. Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1949;
T9-2800 Manual Técnico - Características Gerais das Viaturas Automóveis do Exército. Ministério do Exército, 2º edição, Brasília, 1981;
Revista do Exército Brasileiro – diversos números.
Blog de Expedito Carlos  Stephani Bastos.(UFJF - MG)
 


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MÁSCARA DE GÁZ- Segunda Guerra Mundial.

Capa da máscara de gás da Segunda Guerra de uso civil.(acervo O Resgate FEB)

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

III Reich-Envelope

ADIVERTÊNCIA:Esse blog pode conter a suástica em algumas peças aqui mostradas, no entanto são itens de coleção genuínas e são expostas como artefatos históricos.Não se tratando de apologia ao nazismo ou à ideologia do III Reich.
Um raro envelope alemão com carimbo comemorativo ao aniversário do Hitler (Gesburstag) carimbados em 20/IV/1942 e o selo da região da Boêmia Morávia(ocupada).Várias cidades emitiam esses carimbos em sua homenagem.(acervo O Resgate FEB)


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domingo, 7 de novembro de 2010

Dinheiro Militar Segunda Guerra.

Dinheiro  Militar Aliado  que circulava na Itália durante a 2ª guerra, série de1943 no valor de 10 Lire.Uma lembrança dos  pracinhas da campanha da Itália (acervo O Resgate FEB)
Na Segunda Guerra Mundial circularam moedas militares especiais para fornecer a estabilidade econômica ao dólar dos EUA nos países ocupados durante e pós guerra,  como na Itália. Esta moeda especial denominada Moeda do País Ocupado, foi utilizado pelas tropas aliadas (FEB)  e pela população italiana.

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Medalha de Mérito do ex- combatente ( F.E.B, SENTA A PUA , MARINHA)

Medalha de Mérito do Ex- Combatente (Conselho Nacional) acervo O Resgate FEB
                                                                                                                                      

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

MUSEU DA F.E.B - BELO HORIZONTE (MG)

Essas fotos foram tiradas por min durante a  visita à Associação Nacional  dos Veteranos da FEB (seção regional de Belo Horizonte) na AV.Francisco Sales, 199 , Bairro Floresta-Belo Horizonte MG. CEP:30.150.220.
Telefones:(31)32249891, Fax: (31)32228021.Aberto ao público de segunda a sexta, de 13:30 as 17:00 horas.
Fui muito bem recebido e tive o privilegio de ter como ¨guia¨os Ex-combatentes (a direita) Oswaldo Nogueira Espeschit da Companhia de Canhões e Tanques e Geraldo Campos Taitson (esquerda) que participou da Batalha de Montese (Itália).Ao centro a manequin de uma enfermeira Febiana.
                           O pracinha Oswaldo Nogueira Espeschit do lado do manequim do soldado da FEB.
                            Saco de dormir utilizado pelos combatantes da FEB na campanha da Itália
                                      Objetos diversos utilizados pelos febianos na Segunda Guerra.
                                             Os famosos coração do Brasil  e a cobra fumando.
                                                                    Capacete alemão.
                                               Dinheiro utilizado pelos aliados durante a guerra
                    Quadro de medalhas do ex- combatente Juselino Vale de Matos da cidade de Conceição
                                                                    do Cerco - MG.
                                                                 Mortifera arma alemã.
                                                         Armas usadas pelos aliados
                                                                    Objetos alemães.                                                      
                  Tenente Geraldo Campos Taitson mostrando o quadro de baixas e os navios brasileiros
                                                          torpedeados pelos alemães.
                                                            (clique na foto para ampliar)
Agradeço a atenção e a hospitalidade de todos do museu da FEB -BH: Aos ex- combatentes e ao Sr. Marcos Renault ( Vice- Presidente) que com muito trabalho para fortalecer, resgatar a memória, preservar e fazer planos para um futuro à altura da nossa grandiosa FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

Henrique Moura